terça-feira, 5 de abril de 2011

Por que o vendedor de carros me tira do sério...

Conversando com as amigas na sexta sobre 'ziquiziras' (palavra desconhecida no norte do Brasil), eu disse que geralmente não tenho 'ataques' contra pessoas wm geral. É difícil eu ter logo uma opinião formada da(s) pessoa(s) e que muitas pessoas pra mim não fedem, nem cheiram.

Só que, porém, sempre entretanto, eu posso afirmar que quando o meu espírito não vai com uma pessoa ou que esta entra pra minha lista negra, podem ter certeza que ela de lá nunca mais sai!

Eis aí um exemplo destes casos: O Vendedor de Carros.
Só pra dar uma idéia, sente o drama da última semana...

Ele promete coisas que são incabiveis em prazos ridículos como por exemplo, fazer desenho de arquitetura 400 sistemas em uma semana. Da situação atual e situação futura até 2015. Mesmo ninguém entendendo nada de sistemas ou arquitetura de TI, quanto tutano um ser-humano precisa pra ter uma certa noção que esse pedido é irrealizável?

Depois ele marca um reunião de 1 hora e meia pra discutir a primeira versão dos planos junto com o meu chefe e substituto na quinta. Desmarca na última hora e repassa para sexta no final da tarde (e o meu chefe não podia). Mas, o que me colocou à beira de um ataque de ódio foi ele se atrazar 1 hora e depois fazer cara de 'não estou entendendo - o substituto não mandou uma mensagem que estaria meia hora atrazado'? Enquanto ele mesmo marcou a reunião comigo e não manda nem uma mensagem pra avisar que vai chegar atrazado.

E como isso tudo por si só não é o suficiente. Depois de chegar 1 hora atrazado ele ainda sai da reunião pra falar no tel por 15 minutos, voltar e fica mandando mensagens e e-mails. Obviamente que a reunião passou da hora, mesmo que a culpa seja toda e inteiramente dele, ele ainda espera que você continue e não fale nada.

Do pouco que ele viu, ele fez um show e disse que estava fantástico e deu uma série de parabéns para o meu subsituto (que estava no tel e também já estava p. da vida) e este disse que eu fiz quase todo o trabalho sozinha.

De quebra, não conseguimos terminar a reunião, por que ele me mandou parar e ir pra uma reunião de emergência. Uma bomba de última hora e que levaria 1 hora e meia de discussões sem pé & cabeça até tarde, enquanto eu já tinha um encontro marcado pra jantar fora.

Quando eu finalmente me livro disso tudo e estou à caminho do meu encontro, o fdp ainda me liga (às 19:15hrs de uma sexta-feira), pergunta umas coisas da reunião bomba e depois fica enchendo a sacola sobre a 'carreira' dele. Mesmo eu dizendo 2 vezes que tinha que desligar, o mala-sem-alça continua!

Eu segurei a minha língua, segurei os meus pensamentos psicopáticos e malignos, por que se eu abrisse a minha boca naquela hora, naquele dia, eu provavelmente estarei ao pé de pedir demissão ou ser internada...

Mas, sinceramente, esse cara não vale um ponto de bonus de supermercado... 
Um senhor bombom-de-alho!
Será que preguei chiclete na cruz? Só pode!...

Um comentário:

Anderson e Rose disse...

Holandesa, passei por aqui para ver teu blog e acabei caindo na risada com essa história de vendedor de carros :-) Pelo Amor ein...que cruizinha...

kkkkkkk

Abraço e boa contagem regressiva,
AD