quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Fechado para Férias

Pois é, trabalhei ontem até tarde da noite para poder terminar o meu trabalho à tempo e matar a sexta. E eu conseguí!
A partir de agora eu não sei quando vou blogar. Se puder, posto uma foto ou outra, senão ficará tudo para a volta!.

Enfim, Blog fechado para recesso! ;)

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Contagem regressiva

Cenas dos preparativos de férias...


Felicidade de pai não se compra...


Olhem bem a cara do safado.


Cadê o meu 'drink', heim?

Filhote só é pequeno, mas grande já é a sua personalidade!

PS: 1- Clique nas fotos para ampliá-las.
2- Fotos serão retiradas em breve.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Felicidade é...

Essa música sempre levanta o meu astral!

Nananannananow Baby, give it up!...



Já estou estrando em clima de férias! ;)

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Sobre talento...

Não é verdade dizer que eu tenha talento para tudo e que tudo o que eu faço seja perfeito. Não é. Nem que eu quizesse. Não é.
Nem mesmo naquilo em que eu me sobresaio como o meu trabalho, os idiomas, os bolos... Se você olhar de perto, você vai ver que não existe perfeição. Existe sim, exigência e ambição. Não vou mentir. Ambiciono a perfeição, não por que eu acredito em perfeição, mas sim, por que sei que o resultado será num nível que eu me contento e pela consciência que eu fiz o meu melhor, mesmo naquilo que eu não tenho talento, eu sou, como diria Betinha, muito exigente de mim mesma.

Vejam bem, hoje em dia eu sei que eu não seria feliz se eu fosse jornalista. Por mais que eu goste de escrever, eu não tenho o talento de escrever que é preciso para ser uma boa jornalista. Eu tenho uma amiga em Recife que eu diria, ela sim, tem talento para escrever. Ela sim é uma jornalista. E eu tenho plena consciência que eu nunca iria conseguir escrever no nível dela. Acho isso fácil e óbvio de se ver. Basta também olhar para o mundo bloguístico. Acho meu blog legalzinho, volta e meia escrevo um post mais elaborado e geralmente contando uma história de algo que viví ou ví passar de perto, mas meu blog nunca será para discutir assuntos polêmicos com argumentos devidamente citados, nunca será o melhor, mega-popular ou super-interessante. Meu blog nunca será ótimo. Por aí há muitos outros blogs melhores que o meu, por que seus donos escrevem muito melhor do que eu. Mas também, isso nunca foi a motivação atrás do meu blog. No meu caso, é puramente vontade de escrever, registrar o momento, um pensamento e nada mais do que isso. É light, é passatempo. Não é revolucionário ou qualquer coisa parecida. É para (meu próprio) divertimento. E talvez, essa seja a única razão de sua existência. Por que, como eu já disse antes, no aspecto de escrever tem gente por aí muito mais talentosa do que eu.

Acho que a primeira vez que eu descobrí que eu não tinha talento para algo foi quando eu trabalhava como garçonete. Veja bem, para ser realmente um bom garçon ou garçonete exige talento, sim. Quem pensa que é para qualquer um, está enganado. Todo mundo nota isso quando vai a um restaurante. Se o serviço é bom, todo mundo exalta, se o serviço for ruim, todo mundo reclama. Eu mesmo deixo de ir num restaurante se o serviço for ruim. Você não?!

Eu fui garçonete durante 3 anos num restaurante grego. Levei um ano para realmente entrar na ginga. Ter controle de tudo, saber como tudo funcionava, aprender a gravar os pedidos (e suas exceções e substituições!) de várias mesas numa tacada só, carregar vários pratos de uma vez nas duas mãos e manter o equilíbrio. Aprender sobre as bebidas alcóolicas e seus devidos copos, taças e medidas. Saber o cardápio de cor e salteado, como eram servidos e preparados, seus preços e fazer contas gigantescas com gente falando alto, escutando Sirtaki e prestando atenção na campaínha da cozinha para apanhar os pratos quentes para a próxima mesa. Quem pensa que é fácil, se engana arredondamente. Só não é realmente difícil, obviamente, para quem já tem o talento nato. E como eu estava dizendo, isso não era bem o meu caso.

No entanto, eu tinha um colega, o Antoine (pronuncia-se “ãn-tu-ãn”), que era um desses talentos natos. Ele era excelente, super-carismático e gente fina. Eu só me tornei uma garçonete melhor por causa dele. Ele me ajudou e juntos acabamos formando um time forte, ou melhor, uma dupla forte. Éramos como ‘Leandro e Leonardo’, sendo que eu era o Leandro e ele o Leonardo... A gente ‘se completava’ e tinha cliente que notava e achava engraçado. A gente tirava sarro um com o outro e quando a gente notava que uma mesa estava num clima de diversão, a gente, para agradar os clientes, fícavamos brincando de disputar pela mesa. Nosso jeito rendeu até convite para irmos a festa de aniversário do cliente após o trabalho.
Mas, para além dos clientes legais, o nosso companheirismo servia também para os clientes chatos, bêbados e abusados. Quando tinha uma mesa que preenchia um desses quesitos, o Antoine tomava conta, e me tirava do sufoco. É..., é como eu disse, o cara era gente-fina assim. E quando ele tinha algum problema, eu quebrava o galho pra ele também.

Mas, enfim, eu só me tornei uma boa garçonete mesmo, quando trabalhávamos juntos nos fins de semana. Trabalho de equipe sempre foi algo em que me sobresaí, mas quando eu tinha que trabalhar no restaurante sozinha – de abrir a fechar – nas quartas-feiras e eu era a única garçonete, o chefe muitas acabava ajudando. Era estresse, cansativo e parece que as minhas pernas eram curtas demais para correr o restaurante inteiro. Já disse, eu não tinha/tenho talento para ser garçonete. Já o Antoine trabalhava sozinho as segundas e terças, abria, fechava o restaurante com um sorriso no rosto e sem ajuda do chefe..

E sério, depois de 3 anos eu já estava tããão cansada do trabalho, das briguinhas da comunidade grega, da comida, de não ter folga nos findes, de ter dificuldade para conseguir folga e férias (os gregos do restaurante tinham direitos de férias acima de nós), que se aquilo não é algo que você goste mesmo, que você tenha o talento, você acaba jogando a toalha no ringue. Para começar eu precisava daquele emprego para pagar as minhas contas, mas nunca foi uma carreira que eu pretendia seguir. Era uma necessidade e eu me esforcei ao máximo para me tornar o melhor que eu pude até que eu conseguí. Mas, talento?...Não, não era ‘mijn ding’ (a minha ‘praia’)...

O Antoine ainda ficou mais alguns anos. Ele não só tinha o talento, ele gostava! Ele era o caçula duma família onde o pai e os 2 irmãos dele trabalhavam no ramo de HORECA (Hotel Restaurante e Café) e a mãe dele ainda tentou proíbir o Antoine de seguir a mesma profissão. A mãe dele estava cansada de passar as noites dos findes sozinha em casa. [É, isso também acontece por aqui da mãe querer proíbir a escolha do filho...] Ele até entrou para um curso de Política na Universidade e tirava ótimas notas, mas o coração dele estava alí, num restaurante.

Resultado: ele saiu de casa, foi morar num quarto alugado, largou o curso da universidade, pediu demissão do restaurante grego e conseguiu emprego num restaurante chique da cidade. Pelo que eu entendí, é bem pago e feliz.

E isso me põe a pensar. Eu acho que você só consegue ser feliz (profissionalmente) na vida se você consegue descobrir o seu talento. A pergunta é: Como ficam aqueles que nunca descobrirão o seu talento? Esses fazem o quê?...

Nova enquete!

Alí em cima, do lado direito! ;)

domingo, 6 de setembro de 2009

Mais bolo...

Mais uma encomenda.
Esse bolo eu fiz para o primeiro aniversário da Lisandra hoje.

O bolo é de massa branca com recheio de creme de baunilha e a cobertura é de fondant (massa elástica).

O resultado foi esse:









Esse mês eu fiz na média um bolo a cada fim de semana. E por enquanto é só!

(Ok. Falta eu colocar as minhas dicas aqui, ainda!)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

De tudo e mais um pouco...

- Tô sem tempo, no trabalho o bicho tá pegando!
É sempre assim antes da férias. Parece que a gente tem que tentar fazer o trabalho das 3 semanas de férias tudo em uma, no máximo, 2 semanas, além do trabalho normal do dia-à-dia.

- Em casa, o filho tá com a bala toda. Agora não é mais um, são 2 dentes que estão nascendo. Menino quer colo, consolo, canção de ninar e quer que deixe ele em paz quando ele está dormindo de barriga. Grita, chora se a gente quer virar ele de novo pras costas. A única coisa que o acalma é mamãe cantando "A Casa" desafinadamente, enquanto ele rí e fecha os olhos. O pai, nesse caso, fica de lado admirando e babando!...

É, eis a nova fase!

- Agora que a fábrica de leite fechou, a cintura tá querendo aumentar. É o tipo de coisa, o leite se foi, mas o apetite ficou! (^&*#@^$&@#). Em breve eu vou ter que suar a camisa e entrar de dieta de novo, para variar. Isso tudo por que a minha vida ainda 'está' muito saai*...

- É, e para quem pediu as receitas do glacê, recheio, entre outros. Eu prometo que, assim que eu tiver mais tempo, que eu dou todas as dicas aqui! Por isso, paciência! Mas, eu respondo! Um dia... em breve!

- Por fim, tô querendo colocar uma nova enquete alí no canto, lá em cima, mas tô sem criatividade. Alguém aí com alguma sugestão?!

Fui!

PS: *saai= chata, monótona.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O que você quer fazer quando crescer?!

Eu já disse aqui que vir para a Holanda não foi a minha escolha?

Eu vim, por que era menor de idade, por que minha irmã Kika queria estudar japonês (curso que não se oferecia a nível universitário no Brasil) e ela tinha acabado de passar no vestibular (pra fazer um curso que não queria), mas também vimos por que a universidade lá no Pará vivia de greve (e os diplomas do norte não eram nem aceitos em SP!), além de que, a situação do Brasil estava crítica, era a época do Collor...

Parece que tudo conspirava à favor da nossa viagem para a Holanda. Exceto o fato de que eu estava passando por uma fase maravilhosa na minha vida. Eu tinha arranjado o meu primeiro emprego como professora de crianças analfabetas numa escolhinha perto de casa, estava cursando o 3º ano numa escola particular na qual eu tinha ganho uma bolsa de estudo gratuíta e me preparando para o vestibular, que acreditem ou não, era o meu sonho em fazer. Tinha um grupo de estudo, dava aula para meus colegas de turma, fazia as provas no sábado mesmo já estando com a data da viagem marcada e o diretor vinha pessoalmente me perguntar como estava o nível da prova. A minha opinião pessoal era apreciada. Além disso, as paqueras também estavam bem interessantes. A minha vida parecia um mar de rosas e eu cheguei a suplicar para a minha mãe para não vir para a Holanda. Mas, não teve jeito. Enquanto a minha opinião era escutada por amigos, professores e diretores de escola, na minha casa, a minha opinião não contava para muita coisa nos meus 17 anos.

O que aconteceu é óbvio. Nós viemos de mala e cuía na mão: Eu, minha mãe, minha cunhada japonesa (que até então era somente amiga da minha irmã) e minha irmã Kika. Meu irmão já morava aqui 2 anos e foi com ele, que depois de umas semanas na casa de um padre amigo do meu pai e de uma amiga Brasileira do meu irmão, que nós nos instalamos no apto dele. Imaginem um apto de uma pessoa só onde a sala e cozinha eram juntas e tinha um quarto que não tinha porta que separassem dos outros cômodos, além de um banheiro e uma dispensa de 1m de largura por 2,5m de comprimento onde a minha mãe dormia sobre um colchão. Sim, minha mãe, então com 57 anos, dormia na dispensa!... Eu e minha irmã Kika dormíamos na sala e minha cunhada, que começou a namorar o meu irmão, dormia na cama com ele. Era um apto de uma pessoa sendo dividido por 5 durante 7 meses. O início foi difícil, bem difícil para todos nós, mas nós ríamos muito também da nossa ‘vida selvagem’.

Nossa chegada foi em maio de 92 e em setembro deste mesmo ano, nós começamos a estudar o Holandês numa turma de estrangeiro. Nove mêses depois, tive uma grande frustração. Por eu não ter terminado o ano letivo no Brasil e não ter feito o vestibular, eu fui rebaixada para o MAVO (equivalente à 7ª série) na Holanda e minha irmã Kika que tinha terminado, podia entrar num “pré-universitair” e fazer um ano para então entrar de vez na universidade. Eu, mesmo fazendo todas as séries em tempo avançado, levei 5 anos para chegar aonde eu tinha parado no Brasil.
Eu sofrí com aquele sistema Holandês que quer determinar a capacidade e o nível de cada estudante. Sempre fui contra esse sistema por que ninguém pode determinar a capacidade de alguém além da própria pessoa. Minha capacidade foi 'discriminada' por que o Holandês não era (é) minha língua materna. Acabei sim, fazendo tudo o que eles disseram, mas não parei alí e fui mais adiante. Eu podia não saber exatamente o que eu queria ‘fazer quando crescer’, mas eu sabia que eu queria ir mais além do que eles tinham me classificado...

Eis que para a minha irmã Kika também não foi fácil. Por mais que ela não precisava repetir tudo como eu, o sonho dela de menina desde os 8 anos de idade também foi desafiado pelos Holandeses. A idéia dela era estudar japonês na faculdade (HBO) de letras em Maastricht, mas chegando lá, numa entrevista com o ‘Decaan’ da faculdade, ele disse que eles não aceitariam ela para o curso de japonês por que o Holandês não era a língua materna dela, mesmo que ela já tinha tido 12 anos de japonês no currículo e ter ganho 2x em primeiro lugar um concurso internacional oral da língua Japonesa. Disseram que ela seria aceita no curso que eles ofereciam para o Português (do Brasil), já que essa era a língua materna dela, mas que o japonês ela poderia esquecer...

Minha irmã, obviamente, ficou frustrada. Fez toda essa mudança pra Holanda em nome dos estudos e sonho e fecharam a porta na cara dela!

Sinceramente, eu acho que os Holandeses gostam de desafiar os sonhos e objetivos de uma pessoa. Quando eu fui fazer uma entrevista sobre que estudo eu queria seguir, eu disse “Jornalismo”. E quando a mentora disse que “não daria certo, por que o Holandês não era a minha língua materna” (é, a razão sempre se repete!), eu fiquei chateada, por que nunca levei um ‘não’ antes disso. No Brasil, seja lá o que fosse que me désse na telha do que eu queria fazer, ninguém me rejeitaria. Ninguém duvidaria ou desafiaria a minha capacidade e competência, mas na Holanda isso é um fator comum e constante no cotidiano de um estrangeiro. Verdade é que eu pensava que “gostar de escrever + viajar o mundo inteiro” era igual ao jornalismo, o que não é o (bem) o caso! Minha cunhada, a que veio junto, disse que, ‘se jornalismo era o que eu queria, eu poderia fazer uma “reportagem” de como era a vida de uma família de 5 pessoas num apto/kitchnette de uma pessoa de forma que fosse prazeroso para mim e interessante para quem lêsse’. Acho que foi bem alí que eu ví que jornalismo não era então bem o que eu queria. Eu estava tão “deprê” dos “nãos”, de ter sido rebaixada, de todo o meu esforço escolar no Brasil não ter servido pra nada, com saudade dos amigos, que eu não tinha saco, nem cabeça para escrever sobre o assunto! Acho que foi por isso que eu logo tirei o jornalismo da minha cabeça. Não era realmente o que eu queria, por que senão eu teria feito que nem a minha irmã Kika.

Depois da rejeição em Maastricht, ela foi bater na porta de uma das Universidades mais famosas da Holanda, onde boa parte da família Real Holandesa estudou. A de Leiden. Onde eles também ofereciam o curso de japonês (num nível superior do que o da faculdade de Maastricht).
E lá ela conseguiu a chance dela, sendo que para isso ela primeiro teria que tirar o “diploma de propadeuse” (o 1º ano da universidade) de um outro curso qualquer para abrir as portas para ela lá. E foi o que ela fez. Depois do pré-universitair, ela fez o “propadeuse” no curso de Espanhol na Universidade de Nijmegen e depois de conseguir o tal diploma, ela começou a estudar japonês em Leiden. Um curso de pelo menos 6 anos e com estágio de pelo menos 6 meses no Japão. Ela acabou ficando 1 ano lá e realizou com isso, talvez, o maior sonho da vida dela.

Para completar, ela fez novamente o concurso internacional oral de língua japonesa aqui na Holanda e seus concorrentes eram estudantes da faculdade que a rejeitou. Basta dizer que justiça tarda, mas nunca falha, por que ela terminou em 2º lugar acima de todos os concorrentes da tal faculdade, perdendo somente o 1º lugar para um japonês nato que estudava com ela na mesma universidade. Hoje em dia ela trabalha como professora de HBO em Rotterdam e está escrevendo o manuscrito dela que lhe dará o diploma de PHD em Japonês.

No final das contas, é por isso que eu penso que na Holanda, eles podem desafiar os objetivos de alguém, até mesmo dificultar em altos níveis, mas na questão impedir, eu ainda acredito que ninguém ímpede ninguém se você não deixar.

E não, eu acabei não fazendo jornalismo, mas se vocês notaram bem, o sonho de “escrever + viajar o mundo inteiro”, eu realizei do mesmo jeito! E no final, tudo deu certo! ;)
*
*
*

PS: * Post especial para a Julliete que um tempinho atrás tinha me pedido uns conselhos sobre o estudo do filho.
Julliete, como você vê, existem outros causos além do meu que eu te contei! ;)

Fui!

U-Á-U!

Momento ego-desabafo...

A 'Program Manager' - a qual eu substituí durante as férias e é a minha cliente direta (detalhe: uma mulher na minha área para variar um pouco!) está tão satisfeita com o meu trabalho que perguntou se eu não tenho ambição de mudar de função e ser líder de projeto. No caso, ela queria que eu tomasse a função no programa e eu seria responsável pelo projeto dela a ser desenvolvido em solamente uns 120 países.

Ai ai ai! Não sei o que eu faço!? Mas, que fazia um tempo que eu não me sentia tão feliz com o meu trabalho, ah, isso com certeza!

Contagem regressiva

Faltam 12 dias...


Rocamadour by night.

Já estou sonhando! Pode?!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mais do mesmo...

Comemoramos ontem o niver da mamãe.
Óbvio que o bolo ficou sobre o meu encargo. Dessa vez eu fiz de chocolate com recheio de doce de cupuaçu e cobertura de glacê!

O glacê ficou uma delííícia! (e não muito doce), porém é uma técnica mais difícil para fazer layouts mega-detalhados.
O resultado foi esse aqui:


Novidades!...

Notícia Espetacular:
- Nasceu no sábado o bebê da minha amiga Betinha. É uma menina beeeem fofinha! Mãe e filha (e pai) passam bem!
Tô tão feliz por ela como uma irmã! Não dá nem pra descrever...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Tanto bafafa...

Esse papo do Twitter, Xuxa e Sacha...

Não sei o que é pior.

Se é a Xuxa dizendo:
"Pra quem não sabe, minha filha foi alfabetizada em inglês. Vou pensar muito em colocá-la pra falar com vocês. Ela não merece ouvir certas m...", dando uma de Rainha mesmo, superior ao resto do povo Brasileiro.

Ou o tal seguidor que fez a crítica que dever achar que o resto da população Brasileira não erra no Português.

É ruim, heim!...

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Só para constar...

Ontem era dia de "consultatiebureau".

Filhote está agora com 8.750kg de pura gostosura e 70 cm de comprimento nos seus 6 meses e 1 semana de idade.

Está acima da média Holandesa e continua crescendo e se desenvolvendo bem. A médica anotou no seu 'file' que ele é um bebê bastante saudável, alegre (riu e paquerava todas as mulheres presente lá, até mesmo a médica!), e bastante beweeglijk (que se mexe bastante!). É um mexe-mexe com as pernas e quadril que atualmente eu digo que ele está fazendo a dança do Mojito (do comercial que passa aqui). Também basta ele escutar a melodia do comercial, e lá vai ele dançar!
É uma diversão só, e ainda acho que marido e eu somos o que mais se divertem com a festa dele! Eu preciso pegar a câmera um dia e filmar, mas quem disse que dá tempo?

Fora isso, seu primeiro dente está oficialmente nascendo! Já conseguimos sentir uma pontinha. Pergunta é: Por que nasce de um em um e não tudo de uma vez, heim?!

Seria beeem mais fácil, nénão?!

Fui!

Parel van de dag

Conversinha com Amore:

...
Eu: O que você faria se você ganhasse na loteria?
Amore olha pra cima em pensamento com um sorriso no canto da boca...
Eu: Sério?! O que você gostaria de fazer? Comprar uma casa nova, por exemplo?...
Ele: Não, não compraria uma casa nova...
Eu: Que bom, eu também não!-
Disse com um sorriso
Ele:... Iria provavelmente pagar a hipoteca e com o tempo livre, iria fazer o resto da reforma...
Eu: Amor, com todo aquele dinheiro, dá pra se contratar um bucado de gente pra fazer tudo o que você quiser...
Ele: Ah! Mas, eu quero fazer eu mesmo!...
Eu:(Oh Céus!!!!)...


Incrível como todo Holandês que eu conheço tem como hobby favorito "Doe-het-Zelf" de reformas! Vai entender!?


Ps: 1- Parel van de dag = Pérola do dia
2- Doe-het-zelf = "Faça você mesmo"

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Tatuagem

Já notaram que as tatuagens estão bastante na moda?

Até uma época atrás tinha muitas adolescentes e mulheres Holandesas colocando uma tatuagem acima do bumbum daquelas que ficam à amostra com aquelas calças de cintura baixa.



Agora eu ando vendo muitos homens tatuando nome no braço. Tem mulheres fazendo isso também, mas acho que a maioria ainda é os homens.



Em alguns casos eu até acho a tatuagem bonita, principalmente se for algo simples, nada chamativo demais. Mas, mesmo assim, eu sempre me pergunto como ficará a 'tatuagem' quando a pessoa ficar velha, lá pelos 60+, com a pele engelhada e cheia de pelancas caídas. Será que a pessoa pensou nisso também na hora de se tatuar?

Já imaginou como vão ficar todas essas tatuagens em cima do bumbum? Toda desfigurada acima de uma bunda arriada? E esse cara aqui quando ficar mais velho? Já é feio (ridículo e indecoroso) agora, imagina só então na velhice!?...



BTW: Quem se atrave a dar um beijo nele?! Quem?!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Moral da vida...

Notaram, né?!

Então, acho que não preciso dizer mais nada hoje...

Coisas do finde

Domingo foi dia de 'visitas na esteira': meu cunhado Ed e famosa cunhada, seguido da minha irmã Kika que voltou de férias e passou 3x lá em casa, depois fomos ao niver da filha do vizinho e quando voltamos pra casa, a sogra apareceu.
A noite chegou e eu nem sei onde o dia tinha ido parar.

No sábado, tentei encomendar os bancos para o bar-ilha da nossa cozinha, mas a loja estava fechada para férias e só voltavam hoje. Eu quero encomendar esses bancos agora o mais rápido possível. Chega de embromação!

De resto, curtimos o menino, fizemos passeio com ele, já que o tempo tava bom e de noite assitimos um Dvd - The curious case of Benjamin Button- aquele do Brad Pitt que nasce velho e vai ficando novo. [Detalhe: Gostei, mas marido já tava quase roncando no final...].

Final das contas, o finde foi bom! Só seria melhor se tivessemos feito um churrasco e eu tivesse uma taça de vinho branco gelado na mão... ;)

Fui!

domingo, 23 de agosto de 2009

Recado pra Renata

Oi Renata,

Não achei seu e-mail, mas aceito sim a sua proposta!
Me passa um o seu e-mail para acertarmos os detalhes. ;)

Fui!

sábado, 22 de agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Precisa-se: dicas de músicas para viagem

Alguém aqui se abilita em me dar sugestões para músicas típicas de viagem de carro?
Daquele tipo que embala a gente, sem deixar dormir e para variar, dá vontade de cantar?

Só para dar uma idéia do que eu quero dizer, vão aqui algumas que eu já selecionei:

- Roxy Music: Dance away
- Crowded House: Don't dream it's over
- Icehouse: Crazy
- Tears for Fears: Everybody wants to rule the world
- Tears for Fears: woman in chains

Sugestões??

Isso é o que dá!...

De tanto ler Katylene, eu estava procurando no Youtube por Cleyton e Cleydir em vez de Kleiton e Kledir.

E a música que eu queria era essa aqui: Marya Fumaça, digo, Maria Fumaça

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Posso dizer uma coisa?...

*
*
Tem gente que leva blogs muito à sério!...

A 4a lei da Física: Procrastinação é inerte.

Só eu sei o quanto eu detesto a procrastinação e o quanto ela me persegue seja em casa, no trabalho e até nos meus sonhos.

Em casa é uma enrolação. Marido, por sinal, anda fazendo bastante coisas da reforma na casa. Já fez as paredes do hall e o teto do primeiro andar, assim como o teto do nosso quarto. Um trabalho de cão, fazer paredes, e eu não escutei um pio de reclamação, nem mesmo de dor. (Irá nevar no verão o dia que eu ouvir o meu marido reclamar de dor. Eu nunca ouví ele se queixar disso, nem mesmo de uma dor de cabeça. Amém!). E eu também não reclamo mais que não esteja [ainda] pronto. Perdeu a minha prioridade. Cansei. Amadurecí (?). Deixei pra lá, ou melhor, procrastino e ainda estou sendo feliz. Incrível, mas é possível.

No trabalho, no entanto, a procrastinação é algo que me irrita seriamente. Seja isso um fardo dos outros ou meu. Eis que, em muitos aspectos do meu trabalho, eu sou super-ágil. Recebo sempre complimentos. O último ainda foi desta semana, quando a líder de projeto voltou de férias e se deparou com o serviço dela todo adiantado e bem encaminhado. Ela ficou super-feliz com o meu trabalho e eu satisfeita que tenha conseguido. E foi, novamente, com algo que os outros não queriam fazer, e eu, novamente, me sobresaí por causa disso.
Porém, em outro aspecto do meu trabalho, a parte que eu não tanto gosto, eu procrastino o máááximo que eu posso, vou empurrando com a barriga até o último minuto em que não dá mais para adiar e daí me baixa o santo e eu faço o serviço numa pilha de nervos. E isso é o que me ataca, isso era o que eu poderia melhorar, em não deixar tudo o que é ruim para última hora. Já me programei, me prometí, não cometer este erro de novo. Sim, no final, no aperreio ou não, eu faço, eu termino a (porcaria) do serviço e dá certo, mas não me valhe o estresse, não me valhe mesmo! Eu tenho que mudar isso... Tenho!

E a procrastinação dos sonhos?!... Aaah! Eu teria que voltar a fazer exercícios físicos. Queria entrar na dieta da South Beach de novo, queria mais uma série de coisas, mas não rola, por que lá vai eu empurrando - quase que literalmente - com a barriga de novo...

Olha, eu já cheguei a conclusão que procrastinação, mesmo não sendo um corpo, também é preguiçosa, é inerte*.

*Inerte/Inércia: Todos os corpos são "preguiçosos" e não desejam modificar seu estado de movimento: se estão em movimento, querem continuar em movimento; se estão parados, não desejam mover-se. Essa "preguiça" é chamada pelos físicos de Inércia e é característica de todos os corpos dotados de massa

Eis a minha pergunta: como arranjar a solução para este problema da física? Ou será que, uma vez procrastinadora, sempre procrastinadora?!

Será que eu ainda tenho solução?!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Por que sonhar ainda é permitido...


Amei a combinação das cores!


Queria uma estante embutida assim, cheia de livros, uma lareira e essa iluminação perfeita. Ah sim, é uma poltrona mega-confortável para ler meus livros bem alí naquele cantinho...


Queira uma quase-cozinha na minha varanda, incluindo uma churrasqueira.
BTW: eu não tenho varanda (ainda)


Uma varanda para as temperaturas boas, faça sol, faça chuva.
*
*
Pois é, queria a minha casa mais ou menos assim. Pode ser ou tá difícil?!

Vamos combinar uma coisa?

George Clooney na velhice é um galã.


Ex- James Bond, Pierce Brosnan na velhice é um galã.


Richard Gere na velhice ainda tem seu charme


Agora, José Mayer, ainda galã?!



Ãããnhh?

Na-na-ni-na-não!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Latrelatie

...Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
...

Legião Urbarna- Eduardo e Mônica


Sabem o que eu acho o máximo? É a minha mãe, de quase 73 anos, ter um namorado!

Ela tem um relacionamento que na Holanda eles chamam de “Latrelatie”. Algo típico Holandês que quer dizer um relacionamento onde cada um mantém a sua casa e ficam para dormir um na casa do outro quando querem, sem obrigação, sem cobração, sem as dívidas alheias. Cada um mantém sua individualidade, suas coisas e só dividem o que é agradável. Ou seja, parece que, na velhice, o egoísmo e o companheirismo vão bem na mesma frase.

Minha mãe estipulou que no caso dela, o namorido só fica com ela durante o finde na casa dela, quando tem alguma festa ou férias conjuntas. Eles fazem passeios juntos, programinhas à dois, visitas à amigos, tudo numa boa... mas ela diz que isso é o máximo que ela aguenta. Ainda mais por que, de acordo com ela, os homens da geração dela sempre serão difíceis, ainda mais na velhice.
Sem falar que o namorido dela tem (muita) dificuldade de se adaptar à coisas para além da Holanda. O ‘mundo’ lá fora, ele só conhece pelas enciclopedias da estante da casa dele.

Eis que quando nós, as filhas, nos reunimos com a nossa mãe, por questão de costume, nós acabamos falando em Português na maioria das vezes. E querendo ou não, essa é uma das únicas oportunidades que temos de falar Português. Por que quase sempre tem um Holandês ou alguém por perto e nós, por questão de educação e respeito, falamos Holandês. E por isso é de revirar os olhos quando, nas poucas vezes que falamos a nossa língua, vem alguém dizer coisas como: “Vocês me dão dores de cabeça falando esse idioma!”... [Como se o Holandês também não desse! daaeh!]

Só para dar uma idéia, ele é um dos poucos Holandeses que eu conheço que nunca viajou para além das fronteiras Holandesas até seus 64 anos de vida. Dito isso, ele só viajou de avião quando ele começou a namorar a minha mãe. Sinceramente, isso é quase inacreditável e ele deveria ganhar uma medalha por esse mérito por viver num país que é menor que a Ilha do Marajó e sem nunca ter pulado a ‘cerca do quintal’ dele. Imaginem então, a dificuldade de adaptação que ele tem?! E atualmente, já batendo na casa dos 70?

A última vez que ele fez esse comentário eu disse para ele que ele deveria saber onde estava amarrando o burro dele quando ele aceitou a namorar uma estrangeira. Por mais que a minha mãe fale perfeitamente o Holandês, ela é Belga e morou 48 anos no Brasil, onde teve 4 filhos que nasceram e cresceram lá. Se adaptar na Holanda é uma coisa, querer apagar o passado de alguém é outra bem diferente. Coisas que a minha mãe já disse a ele, mas sabem como é, ele tem dificuldades de aceitar.

Sinceramente, isso deveria ser algo óbvio e transparente como a água. Quando você namora um(a) estrangeiro(a), ele(a) tem outra bagagem cultural, entre essas, um outro idioma. Se você não aguenta (escutar) outras línguas, por que então, dar esse tiro no próprio pé, não é mesmo?!

Deve ser como minha mãe diz: “Pau que nasce torto, cresce torto e morre torto”. Não será agora na velhice que alguém conseguirá mudar a mente (dele), ainda mais contra a vontade!

É por isso que eu acho que minha mãe está certíssima. Se não dá mais para se adaptar um ao outro e você não quer saber mais desse domínio antiquado, o melhor mesmo é ter um relacionamento onde você divide só o agradável. É o fim da solidão, por que você tem um companheiro e quando enche o saco, cada um pega a sua trouxinha e vai pra sua casinha. Tudo numa boa!

É!... Por que relacionamento por sí só já é difícil pacas, para que então complicar mais ainda, ainda mais na velhice, não é mesmo?!

Foi bom pra você(s) como foi pra mim?

Na tentativa de fazer filhote se acostumar e de ensinar o Português de forma simples, natural, as suas ricas palavras, pronúncia e suavidade, eu estou me arriscando nas cantigas Brasileiras.
Contudo, aquelas cantigas infantis como "atira o pau no gato" e "boi da cara preta", não ensinam nada que preste e fui, por isso, à procura de algo mais adequado.

Eis que me deparei com isso aqui...



Eu já tinha me esquecido dessa música e escutá-la agora, foi um presente!
Chegou dar um treco aqui dentro. Um aperto, um calor, um encanto...

Nostalgia é, de fato, a única coisa boa da velhice, eu digo!

O Caderno

Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o bê-a-bá
Em todos os desenhos
Coloridos vou estar
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel

Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas bimestrais
Você vai ver
Serei de você confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel

Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel

O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado
Se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer

Só peço a você um favor
Se puder
Não me esqueça num canto qualquer



Chico & Toquinho, sempre, sempre, lindodivinoemaravilhosos!

domingo, 16 de agosto de 2009

Bolo de batizado

A Danusa encomendou para hoje um bolo de batizado para a filhinha dela, Luisa.
Ela, a Danusa, me passou as idéias que ela tinha em mente. Pelos exemplos que ela me mandou, notei que ela gostaria de ter um anjinho no bolo, e não um bebê. Sendo que no exemplo que ela me mandou, tinha um anjinho de porcelana na foto. Sem dizer nada, eu fiz uma anjinha para ela à base de 'gumpaste' (massa de açúcar para modelar) que, diga-se de passagem, até o meu marido gostou!

Enfim, o resultado final foi esse:

Detalhe: a encomenda era de um bolo básico (uma camada), de duas cores (rosa e branco). O segundo bolo (toda rosa) , foi meu presente.

Resultado: acabei fazendo duas anjinhas. :)




















Bem, ficou faltando ainda colocar as estrelinhas em pé no bolo maior ( de 2 cores), mas isso é melhor colocar no local onde o bolo será servido, por que senão fica mais difícil de transportar o bolo. Mas, eu acho que no final das contas deu certo!

Agora é esperar que todos tenham gostado do bolo e que a Danusa esteja satisfeita com o resultado!...



PS: 1- clique nas fotos para ampliá-las.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Detalhes

- Tava escrevendo um post enooorme, mas acabei desistindo, por que no final das contas, eu já não sabia mais o que eu queria dizer...

- É sexta, eu tenho uma série de coisa para fazer, pergunta se eu estou com saco? Estou realmente pensando em capar o gato cedo, ir para a casa curtir o filhote, marido e o bom tempo.

- Ontem eu trabalhei até as 19:30hr, ainda tive que passar na minha mãe e só fui chegar às 21hrs em casa. Fiquei com a consciência pesada por que pensei que não viria meu filhote acordado, mas ele ainda estava lá, lindo, alegre e aceso no colo do papai.

Agora vamos ao momento de desabafo e da prece do dia:

Há certas coisas que nunca mudarão dentro de mim, mesmo com a vinda da casa, do casamento ou da maternidade. Uma dessas coisas é o meu senso de responsabilidade (ou sentimento de culpa?) com o meu trabalho, e em decorrência dele, com o meu filho. É por isso que nessas horas eu agradeço à Deus e peço à ele, que ele abençoe sempre o meu marido, a saúde dele e o meu casamento, por que Amore é sim, o parceiro, o pai perfeito e tudo o que eu mais confio no momento que estou atolada na minha consciência... Amém!

Okei, voltamos agora a programação normal....

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Da série: tem cada uma!...

Se já não bastasse a pressão à amamentação, tem mais essa agora:

Boneca & sutiã de amamentação para crianças

E essas meninas quando crescerem e por algum motivo não poderem amamentar, vão fazer o quê??!

É suicídio ou anti-depressiva! Take it or leave it!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Papo mulherzinha

Conversinha ínfime com mulheres sobre homens bonitos.
Eu realmente ainda não sei quem seria a minha versão de Edward, mas só para dar uma idéia, aqui vai a minha lista de homens qu’eu acho bonito:
Tentei colocar em uma ordem do menos bonito para o mais bonito, mas, em alguns casos, é difícil!!!

O fator em comum entre todos eles é um só: os olhos, ou melhor, o olhar.

Enfim, me dá a mão e vem comigo:

9- Brad Pitt
Okei, Diabalina já fez o gasto com ele, porém não dá pra negar, o cara é bonito quando está bem lavadinho, limpinho, lisinho, cabelo e barba feita.


8- Ewan Mcgregor
De leve, eu tenho uma queda por ele desde Moulin Rouge.



7- Christian Bale
Mas só quando ele está bem alimentado...


6- Clive Owen
Éhhh... aaahh!... sem palavras!..




5- Eddie Cahill
Na verdade, o nome dele é Edmund (Oh Céus, coitado!). Ele é do seriado CSI NY e fez uma ponta também no Friends como assistente da Rachel.


4- Marcio Garcia
Okei, do Brasil, eu acho ele...




3- Ryan Reynolds
Com ou sem roupa
E quando vem em dose dupla com o H. Jackman é melhor ainda!




2- Hugh Jackman




Preciso dizer mais alguma coisa?

1- Tom Welling
Olhos, boca, sorriso, cabelo, corpo.. tudo!
Só não sei se sobrou espaço para adicionar uma boa personalidade neste conjunto todo...





So Sorry, mas na minha lista não entra: David Bléhcamp (burrice nunca foi bonita!) , Dude Law ( o que as mulheres veêm nele, eu não sei!) , Matthew Mc... (interessante, mas quando ele fala com aquele sotaque... Eca!) , Zac Afê.. (é boiola, nénão?! Por isso que a namorada põe fotos nua na net...),

Ps: Notaram que eu tenho uma pequena inclinação pra homens de cabelos escuros e olhos claros? Notaram?

E aí?! Digam lá quem entra na lista de vocês!

O que é? o que é?

Dá febre, choro, falta de apetite, nariz entupido, talvez dores de ouvido? Dores de cabeça? E sei lá, parece que a idade de 6 mêses também tem a ver com o diagnóstico?

Seria 'dentes'? Uma gripe? Ou...?

Céus, por que bebê não fala, heim?!

Seria tudo tããão mais fácil...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

As minhocas da cabeça em ativa...

- Queria muito ter um sonho como a Stephanie Meyer e depois a coragem de colocar no papel. Queria muito... Covarde que sou!

- Cês viram a foto do Rob Pat de cuequinha vermelha lá na Katylene.com? Viram? Que bichinha loucka é aquela?
Sério, o meu Edward é muito, mas, muito mais bonito que o R.P!...

- Sabiam que eu nunca tomei um Mojito na minha vida?! Fico pensando que quando a fábrica de leite fechar de vez, eu vou experimentar um, quem sabe nas minhas férias!

- Preciso comprar sapatos. Chiques e confortaveis. Pro trabalho, pras férias, pra carregar o filho. Pensei na Ecco (suuuper-confortáveis!) ou no Skechers. Esse último me desapontou, mas da Ecco eu ví esse aqui e gostei....


PS: tem em preto também!

Porém, eu ainda não me decidí. Alguém aqui com alguma dica que preencha meus quesitos?

- Duvida cruel – Sexta-feira à noite, saio pra fazer banho de loja ou ir ao cinema?!

- Levantem as mãos:
* Quem já cansou das ‘notícias’ pós-morte e misteriosa do Michael Jackson?
* Quem já se cansou das 1001 reprises da tv Holandesa?

Eu, eu!!!