Nossa, mais de um ano que eu não escrevo.
Já nem sabia mais como fazer um update to template do blog, por ai vcs tiram!
Mas, eu voltei. Voltei pra ficar. Ou seria pra continuar?...
Minha vida nesses 2 últimos anos foi um 'fast-forward' em experiências e aprendizado. E na verdade, continua sendo.
Vou fazer um resumos dos grandes acontecimentos desde o último ano.
- Em 2013 eu viajei 4x EUA. Todas as vezes para Florida. 3x à trabalho e 1x de férias com a família.
EUA continua sendo meu país favorito para viagens! Vou falar mais disso nos próximos posts já que ano que vem estamos planejando voltar à Florida para férias novamente.
- Nesses 2 últimos anos trabalhei muito. Por mais que meu contrato seja de 36hrs e eu trabalho só meio-dia de casa nas sextas, eu fiz muito mais horas de trabalho semanais e com muitas viagens à trabalho - na média eram 3 semanas de trabalho em que eu ía de segunda à quinta para França e uma semana no escritório. Sextas e os fins de semanas eu estava em casa assumindo a responsabilidade do meu papel de mãe, esposa e filha. Quando eu tinha tempo, a única coisa que eu queria saber fazer era descansar.
- Já no final do ano passado o famoso projeto responsável por todas as minhas viagens começou a ficar instável. Em março desse ano, o projeto foi parado e com ele $40 milhões foram por água abaixo. Uma tristeza depois de tanto esforço. Nos dias seguintes a parada do projeto o trabalho constava somente em mandar gente embora. Dos 89 integrantes do projets, todos os externos foram mandados embora no dia seguinte. O resto, que eram pessoas internas da empresa acabaram pedindo demissão elas mesmas. Entre eles, Darth Vader, o meu gerente direto. CIO Australiano ainda continua por aqui, mas não será por muito tempo como tudo indica... Na verdade, do time inteiro só tem 3 sobreviventes. 2 Analistas e ... eu! E eis a pergunta de todo esse tempo. Por que eu continuo aqui já que o barco tá afundando?.. 2 motivos. Tem um projeto que se for efetivamente lançado, que será uma boa opção para mim em termos de carreira e o gerente dessa área é muito bom. Talvez o único que presta. Pequeno detalhe, ele também vem da Austrália, só que da região da Tasmânia. Apelido: Diabo da Tasmânia! ;-)
E o outro motivo é pelo lado pessoal. Eu tô comprando tempo ficando na empresa já que as coisas agora estão calmas e sem correrias. Preciso disso para conseguir ajudar a resolver uma outra questão. A questão da minha mãe. Na mesma semana em que o projeto foi parado em março, no dia do niver da minha irmã Kika, nossa mãe teve um derrame cerebral. Ela sobreviveu, graças a minha irmã mais velha que reconheceu todos os sinais e levou-a pra hospital. Tudo foi muito rápido, inclusive o atendimento no hospital, mas minha mãe ficou paralizada todo o lado esquerdo do corpo, até mesmo no rosto. Ela passou uns 10 dias no hospital e foi depois transferida para um centro de rehabilitação onde ela tem fisioterapia para recuperar o que pode e tratamento de ergoterapia para aprender a fazer as coisas com as limitações do que não tem mais recuperação.
Dia 20 de julho fez exatamente 4 meses desde o ocorrido. Atualmente ela anda com o apoio de um andador (rollator ) e tem uma cadeira de rodas quando precisa. A mão esquerda, infelizmente, não deverá se recuperar. Ela consegue mexer um pouco 3 dedos, mas é isso. O rosto já está recuperado e graças à Deus, a memória e a fala não foram afetados.
De acordo com os médicos, a melhor parte da recuperação são os 3 primeiros meses, depois disso há recuperação mas é cada vez mais lenta e menor a recuperação.
Moral da história: ao que tudo indica ela já chegou a um certo limite de recuperação e já querem mandar ela pra casa no mês que vem. E isso está dando muita dor de cabeça e preocupação para nós.
Na casa dela tem 2 lances de escada. O quarto e o banheiro de banho ficam no primeiro andar. Escada é um lance perigoso na situação dela. Ela consegue subir e descer com ajuda. Ela não pode fazer sozinha. Botar uma cadeira-elevador também está difícil e caro e com as expectativas de como será a vida da minha mãe daqui pra frente, uma cadeira dessa seria um investimento de curto prazo. Na verdade, o melhor seria a minha mãe mudar de casa. Claro que ela é teimosa e quer voltar pra casa, mas também não é realista, por que acha que terá uma pessoa (um escravo) do lado dela 24hrs e que ela não vai precisar fazer nada. Isso sem falar que o derrame só fez aumentar mais a depressão que ela estava sofrendo. Essa parte é talvez a mais degastante de todas. Sem falar que volta em meia ela faz sabotagem com o próprio tratamento.
A gente espera arranjar uma solução em breve e as coisas se acertarem. Infelizmente não deveremos conseguir um lugar apropriado (tipo apartamento para idosos) em breve pois tem lista de espera. Ela deverá voltar pra casa e receberá assistência pessoal algumas vezes por dia (pelo menos de manhã e de noite - ajudar a subir e descer escadas e ajudar no banho). Verdade é que com a depressão e de que tudo agora ficou difícil pra ela, é capaz de ela se sentar numa cadeira na frente da tv e ficar lá o dia todo, indo no máximo pra banheiro (terreo) quando precisar. E ai sim que a depressão irá fazer a festa! Por outro lado, há a expectativa que talvez ela voltando pra casa ela aceite melhor que ela tem que mudar de casa para algo mais prático pra ela. Afinal de contas, ela tem 77 anos.
E enquanto isso não se acertar, já que sou eu e as minhas irmãs cuidando dela e resolvendo a situação administrativa, eu não tenho cabeça pra procurar outro emprego ou fazer entrevistas...
Por enquanto, eu estou sendo paga e faço minhas horas diárias de acordo com o contrato e de quebra, ainda trabalho um ou outro dia de casa. Só assim pra balancear o lado pessoal, senão eu acho que enlouqueceria...!
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quarta-feira, 23 de julho de 2014
segunda-feira, 29 de abril de 2013
E o pulso ainda pulsa... Mas, haja paciência!
Esse meu cantinho anda abandonado, heim?
Nesses últimos meses aconteceram muitas coisas. Muita correria, demais além da conta! Mas, pelo menos com reconhecimento.
Vamos a um resumo dos acontecimentos.
Fui mandada em questão de 2 dias para a matrix na Flórida para tentar resolver um sério problema. Para resolver o problema teremos que arranjar uns milhões caídos do céu. Não tenho como fazer milagre, mas dentro da minha área e de responsabilidade, alcancei grande sucesso com o time. Porém o problema financeiro ainda não foi resolvido.
Na volta, tive a minha avaliação de desempenho anual. Recebi a nota mais alta de todo o departamento e fui promovida. Financeiramente, infelizmente não mudou muita coisa. Ou seja, mesmo com a promoção eu não consegui recompensar a perda financeira devido a nova lei do governo... Paciência!
Ando trabalhando muito com o CIO, o Australiano. Estou aprendendo milhões de coisa. As vezes é barra pesada. Tenho aprendido a escutar mais do que falar. Entender as agendas escondidas. Eu erro e acerto todos os dias, mas na balanças os acertos estão pesando mais.
Darth Vader continua o mesmo, mas confia 120% em mim hoje em dia. Achei a maneira de me comunicar com ele e tem funcionado, mas volta e meia, ele suga toda a energia da equipe. Há de ter muita paciência.
Em casa vai tudo bem. Filhos estão numa fase muito legal. Filhota rí e apronta muito. Quer copiar tudo do irmão mais velho. Filhote, desde que vai pra escola, anda se desenvolvendo tão rápido que ficamos abobados.
A cada dia que passa eu babo e lambo cada vez as minhas crias com todo o orgulho! Não há coisa melhor!
Com marido também vai bem. A novela dele de trabalho continua. Verdade é que ano que vem a empresa passará parte das operações financeiras para um grupo na Polônia, o que indica reorganização de novo na empresa. Marido quer ver se segura as pontas até lá para sair com o pacote da empresa.
Sinceramente, eu não sei como ele atura essa barra!... Paciência, né?!
E a amanhã é o último dia da Rainha por uns 30 anos! A partir do ano que vem será o dia do Rei e a nova Rainha será Argentina. Estou curioso para ver as mudanças que isso trará!...
Enfim, inté sabe lá quando!
Fui!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Ano Novo e sinal de fumaça...
Oi!... Se lembram de mim? Pois é, eu ainda estou viva. Meio múmia, meio farrapo, meio sem-cabeça, mas ainda viva!
Será que já passou o prazo para desejar os melhores votos para 2013? Será que ainda pode? Se pode, lá vai:
- Felicidades, saúde e tudo de bom e do melhor para 2013. E que por algum milagre que ainda possa acontecer, o governo Holandês surpreenda o povo com novas leis que estimule pessoas a trabalharem mais, em vez do que anda acontecendo agora: estimulando pessoas a trabalharem menos para não perder os benefícios de retornos financeiros do sistema de imposto.
Ok, ok, comecei o primeiro post do ano reclamando e falando em política. É pra sair da rotina. Falar em dieta e academia em todo início de ano é coisa do ano velho. E sim, eu também tenho que voltar a minha, mas isso não é novidade!
Novidade é que, por vários motivos válidos ou não, eu nem fiz a minha reflexão de fim de ano. Do que aconteceu de importante, marcante ou não na minha vida. Falar a verdade, 2012 acabou sendo melhor do que as minhas expectativas. O fato mais marcante mesmo foi a mudança de emprego. Sair da PH, que eu sempre pensei (sonhava) ser a empresa que eu passaria a minha carreira toda até a aposentadoria, foi uma mudança inesperada. Tive muitas dificuldades no início de acordar desse sonho e aceitar a realidade.
Hoje em dia, eu sei que foi necessário e mesmo trabalhando feito uma louca e combinando com a vida familiar com duas crianças pequenas, eu estou feliz que fiz a tal mudança. Agora eu estou consciente que precisava da mudança para aprender também mais de mim mesma. Essa análise vai ficar para um próximo post, mas eu digo, no final das contas, eu estou uma pessoa melhor como num todo.
E sim, meu novo emprego tem vários desafios. Vários!!!! Mas, eu estou conseguindo passo à passo gerenciar o que tem que ser gerenciado em todos os sentidos. Ainda tenho muito que aprender, mas acredito que estou no caminho certo. Ou assim espero!
É obvio que, no resto do tempo, minha energia e foco é direcionada aos meus lindosdivinosemaravilhosos filhos, marido-companheiro perfeito e família. Eu tenho precisado de muita ginga para manter tudo em equilíbro. No final das contas, acabou faltanto tempo para azamigas. Mas, a gente faz o que pode e vai levando como pode.
Meus planos para 2013 é continuar evoluíndo como pessoa. Acho que tenho bastantes desafios nessa área para garantir que alcançarei essa meta. O que vier de resto, é custo benefício!... Isso, se o governo Holandês deixar. É óbvio!
E assim caminha a humanidade. Ou, eu, pelo menos...
Será que já passou o prazo para desejar os melhores votos para 2013? Será que ainda pode? Se pode, lá vai:
- Felicidades, saúde e tudo de bom e do melhor para 2013. E que por algum milagre que ainda possa acontecer, o governo Holandês surpreenda o povo com novas leis que estimule pessoas a trabalharem mais, em vez do que anda acontecendo agora: estimulando pessoas a trabalharem menos para não perder os benefícios de retornos financeiros do sistema de imposto.
Ok, ok, comecei o primeiro post do ano reclamando e falando em política. É pra sair da rotina. Falar em dieta e academia em todo início de ano é coisa do ano velho. E sim, eu também tenho que voltar a minha, mas isso não é novidade!
Novidade é que, por vários motivos válidos ou não, eu nem fiz a minha reflexão de fim de ano. Do que aconteceu de importante, marcante ou não na minha vida. Falar a verdade, 2012 acabou sendo melhor do que as minhas expectativas. O fato mais marcante mesmo foi a mudança de emprego. Sair da PH, que eu sempre pensei (sonhava) ser a empresa que eu passaria a minha carreira toda até a aposentadoria, foi uma mudança inesperada. Tive muitas dificuldades no início de acordar desse sonho e aceitar a realidade.
Hoje em dia, eu sei que foi necessário e mesmo trabalhando feito uma louca e combinando com a vida familiar com duas crianças pequenas, eu estou feliz que fiz a tal mudança. Agora eu estou consciente que precisava da mudança para aprender também mais de mim mesma. Essa análise vai ficar para um próximo post, mas eu digo, no final das contas, eu estou uma pessoa melhor como num todo.
E sim, meu novo emprego tem vários desafios. Vários!!!! Mas, eu estou conseguindo passo à passo gerenciar o que tem que ser gerenciado em todos os sentidos. Ainda tenho muito que aprender, mas acredito que estou no caminho certo. Ou assim espero!
É obvio que, no resto do tempo, minha energia e foco é direcionada aos meus lindosdivinosemaravilhosos filhos, marido-companheiro perfeito e família. Eu tenho precisado de muita ginga para manter tudo em equilíbro. No final das contas, acabou faltanto tempo para azamigas. Mas, a gente faz o que pode e vai levando como pode.
Meus planos para 2013 é continuar evoluíndo como pessoa. Acho que tenho bastantes desafios nessa área para garantir que alcançarei essa meta. O que vier de resto, é custo benefício!... Isso, se o governo Holandês deixar. É óbvio!
E assim caminha a humanidade. Ou, eu, pelo menos...
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Apertem os cintos de segurança...
Por que estamos enfrentando turbulências...
Não sei no Brasil. Mas aqui, quando uma empresa quer se livrar de empregados para evitar pagar o máximo possível o que os empregados tem direito por lei, eles arranjam esquemas para fazer o próprio empregado desistir e procurar por outro emprego. Marido, infelizmente, está justamente passando por essa jogada agora no trabalho dele. Eu, infelizmente, passei por essa mesma experiência no meu primeiro emprego. Tenho recordações estressantes e amargas dessa experiência. Não tenho paciência ou bagagem para aturar a pressão e a sac&ˆ$gem por muito tempo. Mas, marido, ao contrário de mim, por mais chato que seja, não se deixa abalar e não arrasta o pé. Ele vai aguentar até o último fio de cabelo para receber o que ele tem direito.
Eu já teria começado a procurar por outro emprego, mas a situação hoje em dia não está fácil devido a crise. A área dele administrativa/contabilidade tem bastante concorrentes. E de quebra, a procura de uma oportunidade fica limitada a região que moramos por que eu viajo muito e trabalho num escritório à 100km da nossa casa. Como temos horários para levar e buscar as crianças para a creche e em breve a escola para o filhote, não é possível nós dois termos empregos afastados. E isso complica bastante a nossa vida familiar. Isso se torna mais um motivo para ele aturar a pressão no atual emprego dele.
Pergunta é: até quanto/quando ele consegue aturar?....
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Outra turbulência com previsão de passar nos próximos 2 ou 3 meses.
Meu meio-irmão Tiki está finalmente resolvendo o divórcio dele e batalha pelos filhos. Ele era casado com a 'noiva-de-roxo', se lembram dela?
Bem, a novela mexicana que ele está passando desde o Natal do ano passado não tem limites de compreensão. Foi muita sujeira e infelizmente muita sujeira ainda virá dessa novela, mas pelo menos, os primeiros sinais de luz no final do túnel estão aparecendo. Ele mesmo deu entrada no pedido de divórcio e agora finalmente conseguiu uma casa alugada. Na qual ele agora vai poder recomeçar a vida dele do zero. Quase que literalmente, por que ele não tem absolutamente nada. Nem uma colher ou garfo para a casa nova.
Juntando as forças e os amigos e fazendo uma vaquinha, nós conseguimos dar uma grande força para ele montar o seu novo canto.
É nessas horas que você sabe quem são os seus verdadeiros amigos, ne c'est pas?!
E rico e abençoado é quem os tem!...
Boa noite!
Não sei no Brasil. Mas aqui, quando uma empresa quer se livrar de empregados para evitar pagar o máximo possível o que os empregados tem direito por lei, eles arranjam esquemas para fazer o próprio empregado desistir e procurar por outro emprego. Marido, infelizmente, está justamente passando por essa jogada agora no trabalho dele. Eu, infelizmente, passei por essa mesma experiência no meu primeiro emprego. Tenho recordações estressantes e amargas dessa experiência. Não tenho paciência ou bagagem para aturar a pressão e a sac&ˆ$gem por muito tempo. Mas, marido, ao contrário de mim, por mais chato que seja, não se deixa abalar e não arrasta o pé. Ele vai aguentar até o último fio de cabelo para receber o que ele tem direito.
Eu já teria começado a procurar por outro emprego, mas a situação hoje em dia não está fácil devido a crise. A área dele administrativa/contabilidade tem bastante concorrentes. E de quebra, a procura de uma oportunidade fica limitada a região que moramos por que eu viajo muito e trabalho num escritório à 100km da nossa casa. Como temos horários para levar e buscar as crianças para a creche e em breve a escola para o filhote, não é possível nós dois termos empregos afastados. E isso complica bastante a nossa vida familiar. Isso se torna mais um motivo para ele aturar a pressão no atual emprego dele.
Pergunta é: até quanto/quando ele consegue aturar?....
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Outra turbulência com previsão de passar nos próximos 2 ou 3 meses.
Meu meio-irmão Tiki está finalmente resolvendo o divórcio dele e batalha pelos filhos. Ele era casado com a 'noiva-de-roxo', se lembram dela?
Bem, a novela mexicana que ele está passando desde o Natal do ano passado não tem limites de compreensão. Foi muita sujeira e infelizmente muita sujeira ainda virá dessa novela, mas pelo menos, os primeiros sinais de luz no final do túnel estão aparecendo. Ele mesmo deu entrada no pedido de divórcio e agora finalmente conseguiu uma casa alugada. Na qual ele agora vai poder recomeçar a vida dele do zero. Quase que literalmente, por que ele não tem absolutamente nada. Nem uma colher ou garfo para a casa nova.
Juntando as forças e os amigos e fazendo uma vaquinha, nós conseguimos dar uma grande força para ele montar o seu novo canto.
É nessas horas que você sabe quem são os seus verdadeiros amigos, ne c'est pas?!
E rico e abençoado é quem os tem!...
Boa noite!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Numa daquelas fases...
1- Na véspera da viagem o meu Iphone4 'desapareceu' durante a mudança no escritório. De quebra, não era nem pra eu estar no escritório naquele dia, por que já estava de férias, mas tive que ir para a transferência do trabalho para o meu substituto (externo) que voltava de férias naquele dia. Resumindo, se eu tivesse cumprido com as minhas férias, eu ainda teria o meu Iphone4...
2- Durante as férias nós recebemos uma boa proposta de contrato pra comprar férias fixas nos 'vacation clubs' (resorts 5 estrelas). Um ótimo investimento (assim parecia, mas iríamos entrar numa fria), por mais que fosse nos custar uma pequena fortuna e mais uma obrigação financeira para a nossa lista...
3- Quando eu volto de férias descubro que, além de terem lalado o meu celular naquele meu primeiro dia de férias, foi uma perda de tempo eu ter ido pra empresa fazer a transferência, por que o meu substituto não fez absolutamente nada do que estava na lista pra ele fazer. De quebra, o outro externo incompetente quis passar a perna em mim e na empresa. Antes de eu sair de férias eu disse que o contrato dele não seria prolongado e terminaria final de setembro. Bastou eu sair de férias para ele simplesmente não aparecer mais no trabalho. Não comunicou nada, não terminou o serviço, mas continuava mandando a lista de horários como se tivesse trabalhado 40hrs por semana e o meu substituto não gerenciou ou controlou nada e aprovou todas as lista de horas do incompetente!. Por 3 semanas 'não' trabalhadas, eu teria que arcar com uma conta de 15.000 euros.
4- Essa última semana foi um caos no trabalho. Tenho saído tarde da empresa e a minha cabeça vive cheia. Minha vontade de chegar em casa e ver meus filhos é imensa. Eis que 'pisei na tábua' demais na rodovia e um policial me parou. Era para eu ter perdido a minha carteira..
Quantas 'enfiadas' ou 'encurraladas' foram em questão de um mês, heim?!
Agora tentando olhar as coisas pelo outro lado de cada acontecimento...
1- Bem, o fato de alguém ter levado o meu Iphone não tem nada de bom. Me custou dinheiro pagas. A única coisa positiva que essa situação fez foi eu ser a dona da nova versão - o Iphone5
2- O contrato de vacation clubs tem tantas regras e extras, que quando eu cheguei em casa eu pesquisei tudo na net. Descobri a implicação financeira, a experiência (negativa) de outros e que seria difícil nos livrar do contrato depois, com a maior consequência uma obrigação financeira anualmente como uma hipoteca à mais. Seria um verdadeiro pesadelo, mas ainda bem que descobrimos tudo à tempo e que não tínhamos assinado nada, nenhum papel ou documento que nos comprometíamos com algo.
3- O incompetente pensou que a falcatrua com as horas iria passar em branco ou sem chances de correção por que tinham sido aprovadas pelo meu substituto. Eu tive que requisitar todos os 'log ins' do incompetente nos sistemas e na rede da empresa, mas eu consegui comprovar por fim, que o cara na verdade não trabalhou mais do que 3 dias desde que sai de férias. A fatura de 15 mil teria sido paga pelo meu gerente, fosse eu não comprovar a sujeira.
4- Da minha 'falta' na rodovia. Por muuuuita sorte, o policial não conseguiu medir a velocidade de forma judicial, senão eu teria perdido a minha carteira 'nessa brincadeira'. Levei o susto da minha vida, mas eu aprendi a minha lição... Não quero passar por essa situação nunca mais ...
Por fim, é cada situação que eu tenho me livrado no 'sufoco' ou numa questão de 'sorte', que a minha única conclusão é que eu tenho mantido o meu anjo-da-guarda bastante ocupado(a) ultimamente!...
Mas, se a minha vida continuar assim, eu acho que ele logo, logo vai fazer o pedido de demissão dele!
Não quero brincar mais disso , não!..
2- Durante as férias nós recebemos uma boa proposta de contrato pra comprar férias fixas nos 'vacation clubs' (resorts 5 estrelas). Um ótimo investimento (assim parecia, mas iríamos entrar numa fria), por mais que fosse nos custar uma pequena fortuna e mais uma obrigação financeira para a nossa lista...
3- Quando eu volto de férias descubro que, além de terem lalado o meu celular naquele meu primeiro dia de férias, foi uma perda de tempo eu ter ido pra empresa fazer a transferência, por que o meu substituto não fez absolutamente nada do que estava na lista pra ele fazer. De quebra, o outro externo incompetente quis passar a perna em mim e na empresa. Antes de eu sair de férias eu disse que o contrato dele não seria prolongado e terminaria final de setembro. Bastou eu sair de férias para ele simplesmente não aparecer mais no trabalho. Não comunicou nada, não terminou o serviço, mas continuava mandando a lista de horários como se tivesse trabalhado 40hrs por semana e o meu substituto não gerenciou ou controlou nada e aprovou todas as lista de horas do incompetente!. Por 3 semanas 'não' trabalhadas, eu teria que arcar com uma conta de 15.000 euros.
4- Essa última semana foi um caos no trabalho. Tenho saído tarde da empresa e a minha cabeça vive cheia. Minha vontade de chegar em casa e ver meus filhos é imensa. Eis que 'pisei na tábua' demais na rodovia e um policial me parou. Era para eu ter perdido a minha carteira..
Quantas 'enfiadas' ou 'encurraladas' foram em questão de um mês, heim?!
Agora tentando olhar as coisas pelo outro lado de cada acontecimento...
1- Bem, o fato de alguém ter levado o meu Iphone não tem nada de bom. Me custou dinheiro pagas. A única coisa positiva que essa situação fez foi eu ser a dona da nova versão - o Iphone5
2- O contrato de vacation clubs tem tantas regras e extras, que quando eu cheguei em casa eu pesquisei tudo na net. Descobri a implicação financeira, a experiência (negativa) de outros e que seria difícil nos livrar do contrato depois, com a maior consequência uma obrigação financeira anualmente como uma hipoteca à mais. Seria um verdadeiro pesadelo, mas ainda bem que descobrimos tudo à tempo e que não tínhamos assinado nada, nenhum papel ou documento que nos comprometíamos com algo.
3- O incompetente pensou que a falcatrua com as horas iria passar em branco ou sem chances de correção por que tinham sido aprovadas pelo meu substituto. Eu tive que requisitar todos os 'log ins' do incompetente nos sistemas e na rede da empresa, mas eu consegui comprovar por fim, que o cara na verdade não trabalhou mais do que 3 dias desde que sai de férias. A fatura de 15 mil teria sido paga pelo meu gerente, fosse eu não comprovar a sujeira.
4- Da minha 'falta' na rodovia. Por muuuuita sorte, o policial não conseguiu medir a velocidade de forma judicial, senão eu teria perdido a minha carteira 'nessa brincadeira'. Levei o susto da minha vida, mas eu aprendi a minha lição... Não quero passar por essa situação nunca mais ...
Por fim, é cada situação que eu tenho me livrado no 'sufoco' ou numa questão de 'sorte', que a minha única conclusão é que eu tenho mantido o meu anjo-da-guarda bastante ocupado(a) ultimamente!...
Mas, se a minha vida continuar assim, eu acho que ele logo, logo vai fazer o pedido de demissão dele!
Não quero brincar mais disso , não!..
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Pensamentos e curtas...
- Eu adoro Olimpíadas (de verão). Adorei as cerimônias de Londres. E ao mesmo tempo que tenho ansiedade pelas Olimpíadas do Rio. Eu tô 'me borrando' pra ver no que vai dar!... (ainda mais, por que tem 'muita gente' que prefere passar a perna e colocar djin-djin no bolso do que assumir a responsabilidade e fazer o que se deve...).
- Aqui em casa - vai tudo bem. Filhota está com 1 ano e 2 meses e continua risonha e alegre. Essa semana ela foi no 'consultatiebureau'. São 77 cm de doçura e 10.600kg de charme. Ela já fica de pé e caminha se tiver apoio. Adorar falar um 'tatibitati', ainda mais no telefone.
Já filhote, com seus 17 kgs bem distribuídos, bate altos papos. Conta um série de estorinhas e brinca que é uma maravilha. Ele também não consegue ficar longe da irmã. Sempre pergunta onde ela está caso ele não a veja... De resto, ele está empolgado de ir para escola. Ganhou uma mochila da tia Kika que ele leva para todo os lugares e pergunta quando ele vai pra escola junto com os primos. E sim, o desafio do banheiro está completamente resolvido. Só de vez em quando acontece um 'acidente' por que ele deixa para ir no último minuto. Só de noite que a gente ainda não teve coragem de tirá-lo da fralda. Mas, em breve deveremos começar como este desafio também...
- Já pro lado da minha mãe as coisas está descendo a ladeira. Em sim, com a minha mãe vai bem, mas a gente nota que ela ainda esquecendo as coisas. O problema com o tornozelo dela andou piorando e ela não pode forçar por que se cansa logo e sente dores. Isso tem causado um pessimismo nela. E para completar, o namorado dela está com todas as veias do coração entupidas e não pode ser mais operado. Anda super-cansado e com falta de ar. Os médicos dizem que não há mais nada que se possa fazer, ou seja, ele se tornou uma 'bomba' podendo explodir a qualquer momento. Como ele não é a pessoa mais fácil do mundo, ele se queixa e vive mal-humorado. Basta dizer que com esse clima todo a minha mãe tem crises de depressão. Sinceramente, é uma situação difícil. A gente fica se saber o que fazer. Como diz o ditado: pra todos os problemas existe solução, mas 'não ter saúde', não..
Mudando o assunto para problemas com soluções (visíveis ou não)..
- No trabalho o que não falta é trabalho. Muita coisa pra fazer e de quebra, eu estou fazendo parte agora da equipe que fará a restruturação da empresa. É... mais uma reorganização para o meu currículo. O que vale é que não será do tipo de mandar pessoas embora, mas como melhorar a estrutura dos departamentos. Estou envolvida em várias iniciativas de estratégia da empresa. Um campo completamente novo para mim. Tenho tido que ler muito livros sobre o assunto no estilo autodidático. Até o momento isso está sobre controle, mas eu tenho muito que aprender em curto prazo. Tem dias que eu não vejo a hora das férias chegarem... Ainda bem que não falta mais tanto assim!...
Bom-finde!
Já filhote, com seus 17 kgs bem distribuídos, bate altos papos. Conta um série de estorinhas e brinca que é uma maravilha. Ele também não consegue ficar longe da irmã. Sempre pergunta onde ela está caso ele não a veja... De resto, ele está empolgado de ir para escola. Ganhou uma mochila da tia Kika que ele leva para todo os lugares e pergunta quando ele vai pra escola junto com os primos. E sim, o desafio do banheiro está completamente resolvido. Só de vez em quando acontece um 'acidente' por que ele deixa para ir no último minuto. Só de noite que a gente ainda não teve coragem de tirá-lo da fralda. Mas, em breve deveremos começar como este desafio também...
- Já pro lado da minha mãe as coisas está descendo a ladeira. Em sim, com a minha mãe vai bem, mas a gente nota que ela ainda esquecendo as coisas. O problema com o tornozelo dela andou piorando e ela não pode forçar por que se cansa logo e sente dores. Isso tem causado um pessimismo nela. E para completar, o namorado dela está com todas as veias do coração entupidas e não pode ser mais operado. Anda super-cansado e com falta de ar. Os médicos dizem que não há mais nada que se possa fazer, ou seja, ele se tornou uma 'bomba' podendo explodir a qualquer momento. Como ele não é a pessoa mais fácil do mundo, ele se queixa e vive mal-humorado. Basta dizer que com esse clima todo a minha mãe tem crises de depressão. Sinceramente, é uma situação difícil. A gente fica se saber o que fazer. Como diz o ditado: pra todos os problemas existe solução, mas 'não ter saúde', não..
Mudando o assunto para problemas com soluções (visíveis ou não)..
- No trabalho o que não falta é trabalho. Muita coisa pra fazer e de quebra, eu estou fazendo parte agora da equipe que fará a restruturação da empresa. É... mais uma reorganização para o meu currículo. O que vale é que não será do tipo de mandar pessoas embora, mas como melhorar a estrutura dos departamentos. Estou envolvida em várias iniciativas de estratégia da empresa. Um campo completamente novo para mim. Tenho tido que ler muito livros sobre o assunto no estilo autodidático. Até o momento isso está sobre controle, mas eu tenho muito que aprender em curto prazo. Tem dias que eu não vejo a hora das férias chegarem... Ainda bem que não falta mais tanto assim!...
Bom-finde!
segunda-feira, 18 de junho de 2012
De tudo um pouco (ou seria muito?)
Do trabalho do marido:
Se lembram que eu falei que na empresa onde o meu marido trabalha também estavam fazendo uma reorganização? Pois bem, há 2 meses atrás, o colocaram numa função que ele não queria e contra a vontade dele. Agora ele está de novo conversando com o departamento de RH, por que, finalmente chegaram a conclusão que a situação não está funcionando pra nenhum dos lados. Dependendo do desenrolar dessa história, um dos cenários mais claro é que o meu marido corre grande riscos de ter que procurar por outro emprego. Seja como for, a iniciativa não pode partir do lado dele, senão ele perde todos os direitos de lei (e pacote social) devido à restruturação da empresa, que por sinal, também está prevista para durar 3 anos...
Do meu trabalho:
Hoje tivemos uma reunião de gerência. Bicho-grilo deixou claro na reunião que ele é o único que não entende ou não quer aceitar a minha função no time. Pelo menos agora está tudo na mesa e todo mundo sabe... Porém, eu sei que isso ainda vai me dar muita dor de cabeça para arranjar um jeito de trabalhar com ele...
Lá de casa:
Filhotes continuam lindosdivinosemaravilhosos.
Estamos agora na fase de ensinar o filhote a sair das fraldas. E não tem sido muito fácil, não.
Ele quer muito ir pra escola. A minha irmã Kika já levou-o umas vezes para ir buscar o primo na escola e ele adorou. Então o estimulo tem sido ‘só dá para ir para escola, quando você for para o banheiro e não precisar mais de fraldas’.
Não sei se estamos fazendo certo ou não. Ele ainda tem ‘preguiça’ de ir. Não queremos forçar a barra (demais), mas estamos tentando criar uma rotina pra ele, como: todas as manhãs assim que levantar, primeiro ir ao banheiro e a mesma coisa à noite antes de ir pra cama. Além disso, como incentivo, quando ele faz as necessidades no banheiro ele pode escolher um ‘sticker’ (figurinha) que ele costuma pregar na mão. E na creche, eles também estão incentivando ele ir ao banheiro.
Não sei quanto tempo essa fase dura. Sei que deve variar pro criança, mas eu vou confessar aqui que isso exige paciência, estrutura (criar a tal rotina) e tempo. E isso é somente umas das ‘coisas’ para se gerenciar no momento no meio de todas as tarefas do nosso dia-à-dia...
De quebra, tem 3 dentinhos nascendo ao mesmo tempo na nossa filhota. Resultado?.. Ela tem acordado pelo menos 2x por noite.
E gente, o mundo pode virar um completo caos e eu consigo dar conta do recado, só não consigo dar conta do mundo se eu não conseguir ter as minhas noites bem dormidas e descansadas.
É nessas horas que eu digo: Pare o trem que eu quero descer!...
Fui!
Se lembram que eu falei que na empresa onde o meu marido trabalha também estavam fazendo uma reorganização? Pois bem, há 2 meses atrás, o colocaram numa função que ele não queria e contra a vontade dele. Agora ele está de novo conversando com o departamento de RH, por que, finalmente chegaram a conclusão que a situação não está funcionando pra nenhum dos lados. Dependendo do desenrolar dessa história, um dos cenários mais claro é que o meu marido corre grande riscos de ter que procurar por outro emprego. Seja como for, a iniciativa não pode partir do lado dele, senão ele perde todos os direitos de lei (e pacote social) devido à restruturação da empresa, que por sinal, também está prevista para durar 3 anos...
Do meu trabalho:
Hoje tivemos uma reunião de gerência. Bicho-grilo deixou claro na reunião que ele é o único que não entende ou não quer aceitar a minha função no time. Pelo menos agora está tudo na mesa e todo mundo sabe... Porém, eu sei que isso ainda vai me dar muita dor de cabeça para arranjar um jeito de trabalhar com ele...
Lá de casa:
Filhotes continuam lindosdivinosemaravilhosos.
Estamos agora na fase de ensinar o filhote a sair das fraldas. E não tem sido muito fácil, não.
Ele quer muito ir pra escola. A minha irmã Kika já levou-o umas vezes para ir buscar o primo na escola e ele adorou. Então o estimulo tem sido ‘só dá para ir para escola, quando você for para o banheiro e não precisar mais de fraldas’.
Não sei se estamos fazendo certo ou não. Ele ainda tem ‘preguiça’ de ir. Não queremos forçar a barra (demais), mas estamos tentando criar uma rotina pra ele, como: todas as manhãs assim que levantar, primeiro ir ao banheiro e a mesma coisa à noite antes de ir pra cama. Além disso, como incentivo, quando ele faz as necessidades no banheiro ele pode escolher um ‘sticker’ (figurinha) que ele costuma pregar na mão. E na creche, eles também estão incentivando ele ir ao banheiro.
Não sei quanto tempo essa fase dura. Sei que deve variar pro criança, mas eu vou confessar aqui que isso exige paciência, estrutura (criar a tal rotina) e tempo. E isso é somente umas das ‘coisas’ para se gerenciar no momento no meio de todas as tarefas do nosso dia-à-dia...
De quebra, tem 3 dentinhos nascendo ao mesmo tempo na nossa filhota. Resultado?.. Ela tem acordado pelo menos 2x por noite.
E gente, o mundo pode virar um completo caos e eu consigo dar conta do recado, só não consigo dar conta do mundo se eu não conseguir ter as minhas noites bem dormidas e descansadas.
É nessas horas que eu digo: Pare o trem que eu quero descer!...
Fui!
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Feliz Aniversário de 20 anos...
Dia 10 de maio faz 20 anos que saí de Belém. Era dia das mães. O piloto do nosso vôo de Belém à Recife recitou um poema e agradecimento à todas as mães durante a viagem. Minha mãe foi as lágrimas.
Ela estava deixando para trás a casa, o marido e a minha irmã mais velha e imigrando pela segunda vez na sua vida e aos 57 anos para um outro país. Dessa vez, acompanhada de 2 filhas.
Devido ao fato de eu ser menor de idade e meu pai não estar junto, criaram problemas na nossa viagem que era pra ser de Recife à Lisboa. Com isso, ficamos presos em Recife à custo da antiga Varig. Viajamos finalmente no dia 13 chegando em Paris. De lá a nossa viagem, que foi uma novela em sim, foi de trem de Paris à Arnhem, passando pela famosa "Uma Ponte Longe de Mais" entre Nijmegen-Arnhem Chegando ao nosso destino final às 7hrs da manhã do dia 14 de maio.
Hoje fazem então 20 anos que eu 'nasci' de novo e comecei uma nova vida. Literalmente, eu não precisei mais aprender a caminhar, mas figuramente, foi como que sim...
Se eu me lembro daquela fase, o que mais me vem à mente é a minha inocência e frustração dos meus primeiro 5 anos. Os 9 primeiros, incluíndo os 5 anos frustrados, foram de muita batalha. Os que vieram depois foram de conquista. Várias delas. Das quais umas mais marcantes que outras...
Já nos últimos anos, o sentimento, finalmente, é de 'lar, doce lar...'
Levou tempo, mas hoje em dia em posso dizer com tranquilidade e paz na consciência que sou feliz aqui...
Ela estava deixando para trás a casa, o marido e a minha irmã mais velha e imigrando pela segunda vez na sua vida e aos 57 anos para um outro país. Dessa vez, acompanhada de 2 filhas.
Devido ao fato de eu ser menor de idade e meu pai não estar junto, criaram problemas na nossa viagem que era pra ser de Recife à Lisboa. Com isso, ficamos presos em Recife à custo da antiga Varig. Viajamos finalmente no dia 13 chegando em Paris. De lá a nossa viagem, que foi uma novela em sim, foi de trem de Paris à Arnhem, passando pela famosa "Uma Ponte Longe de Mais" entre Nijmegen-Arnhem Chegando ao nosso destino final às 7hrs da manhã do dia 14 de maio.
Hoje fazem então 20 anos que eu 'nasci' de novo e comecei uma nova vida. Literalmente, eu não precisei mais aprender a caminhar, mas figuramente, foi como que sim...
Se eu me lembro daquela fase, o que mais me vem à mente é a minha inocência e frustração dos meus primeiro 5 anos. Os 9 primeiros, incluíndo os 5 anos frustrados, foram de muita batalha. Os que vieram depois foram de conquista. Várias delas. Das quais umas mais marcantes que outras...
Já nos últimos anos, o sentimento, finalmente, é de 'lar, doce lar...'
Levou tempo, mas hoje em dia em posso dizer com tranquilidade e paz na consciência que sou feliz aqui...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Sinal de fumaça...
Muita gente me perguntando se eu ainda estou viva... Aqui vai o meu sinal.
As últimas semanas tem sido super-corridas e cheias de compromissos.
Como viram no post anterior, semana passada eu fui ao show do Il Divo em Rotterdã com a mamãe. Naquela noite, eu fui dormir lá pela 1hr da manhã e às 4:30hr eu tinha que estar levantando de novo para ir de carro para França. São no mínimo 4.30hr de direção se eu não tiver trânsito e não parar para pausa.
E eu sempre paro na ida para tomar pelo menos um café.
Eu tenho ido todas as semanas para a França, com exceção dessa semana. De carro. Geralmente a gente faz um 'carpool'. Marcamos de nos encontrar em um posto de gasolina aqui na Holanda e de lá adiante a gente dirige juntos num carro só. O que facilita e fica menos cansativo, outras vezes, cada um dirige por si mesmo. No final das contas, é uma rotina que exige energia...
Eu chego no escritório Francês entre 9:30-9:45hr da manhã e só largo lá pelas 6:30-7:00hrs da noite. Depois tenho que encarar jantar com colegas ou um jantar-reunião com o meu chefe. Resultado: vou dormir só pelas 23hrs.
E no outro dia tem trabalho das 8:00hrs às 15hrs e a viagem de retorno. Quando eu chego em casa, eu estou o pó da rabiola e só quero saber dos meus filhos, marido e gatos e se puder, já estou na cama às 21:30hrs.
E assim foi a minha semana passada. Essa semana, para variar, fui à mais um concerto. Dessas vez com 2 amigas. E se segurem, por que dessa vez, foi a vez do NKOTBSB!!!... Não sabem que são?!
Deixa eu ser mais explícita: New Kids On The Block e Backstreet Boys.
Se lembram deles?!
As últimas semanas tem sido super-corridas e cheias de compromissos.
Como viram no post anterior, semana passada eu fui ao show do Il Divo em Rotterdã com a mamãe. Naquela noite, eu fui dormir lá pela 1hr da manhã e às 4:30hr eu tinha que estar levantando de novo para ir de carro para França. São no mínimo 4.30hr de direção se eu não tiver trânsito e não parar para pausa.
E eu sempre paro na ida para tomar pelo menos um café.
Eu tenho ido todas as semanas para a França, com exceção dessa semana. De carro. Geralmente a gente faz um 'carpool'. Marcamos de nos encontrar em um posto de gasolina aqui na Holanda e de lá adiante a gente dirige juntos num carro só. O que facilita e fica menos cansativo, outras vezes, cada um dirige por si mesmo. No final das contas, é uma rotina que exige energia...
Eu chego no escritório Francês entre 9:30-9:45hr da manhã e só largo lá pelas 6:30-7:00hrs da noite. Depois tenho que encarar jantar com colegas ou um jantar-reunião com o meu chefe. Resultado: vou dormir só pelas 23hrs.
E no outro dia tem trabalho das 8:00hrs às 15hrs e a viagem de retorno. Quando eu chego em casa, eu estou o pó da rabiola e só quero saber dos meus filhos, marido e gatos e se puder, já estou na cama às 21:30hrs.
E assim foi a minha semana passada. Essa semana, para variar, fui à mais um concerto. Dessas vez com 2 amigas. E se segurem, por que dessa vez, foi a vez do NKOTBSB!!!... Não sabem que são?!
Deixa eu ser mais explícita: New Kids On The Block e Backstreet Boys.
Se lembram deles?!
Backstreet Boys
New Kids on The Block
Lá pelos inícios dos anos 90 o NKOTB era o grupo de rapazes mais famoso da época. Naquela altura, os Menudos já tinham ido pro beleleu.
Eu gostava deles. Achava o Jordan um gato (o de casaco vermelho na foto). Era fã, mas não obcecada (como foi o meu caso com o Menudo...).
Eu tinha revistas e fotos deles coladas num caderno. Coisas de uma adolescente de 15, 16 anos. Depois disso, o meu tietismo morreu.
O Backstreet Boys eu gostava das músicas. Nada intelectual ou com letra inteligente, mas daquelas musiquinhas que são tão faceis, tão comerciais que todo mundo canta junto e a melodia e a letra não sai mais da cabeça.
Mas, enfim, o concerto... Esse merecia um post por si só!
Teve fogos de artifício, teve efeitos com fogo, plataformas com elevadores, teve os dois grupos cantando e dançando juntos. Teve revezamento. Primeiro um grupo, depois o outro. Todos os mais famosos hits estavam no programa. Até aí tudo muito bem bolado... Mas, do outro lado...
Mais da metade dos homens dos dois grupos estão A-CA-BA-DOS!... Do NKOTB só Jordan e o Joe (o rapazóide do lado direito na foto acima) se salvam. O Donnie - o rapper do lado esquerdo está careca! O Jonathan (que é o irmão do Jordan - o mais alto na foto) está com barriga de cerveja. Os outros ainda corriam, se mexiam no palco, o Jon... se chacoalhava. O último participante do grupo está com um corpo super-musculoso, mas a cara está de um alcoólatra ou drogado! MEDO!!!
No caso do BSB, nenhum se salva!!! O Kevin (o do meio na foto) não estava, ou seja, só tinha os 4 restantes. O Nick, o louro do lado direito, perto dos outros 4 nanicos parece um gigante sem proporções. O Brian, coitado, foi correr pro lado do palco onde estávamos, tropeçou e tentou disfarçar como se ninguém tivesse notado tentando se segurar numa barra, que para completar, ainda pegou errado. Não, ele não caiu, não aconteceu nada de mais, porém a cena foi tão engraçada que quem viu chorou de tanto rir. E sim, nós 3 vimos e CHO-RA-MOS de rir. Uma das amigas disse que a cena foi tão boa, que só por ela, já tinha valido à pena ir ao show!...
O AJ, que é o que mais se aproxima de artista durante o show, parece que acabou de fugir da prisão.
Detalhe também é que, pelo menos no caso do NKOTB, a maioria já está na casa dos quarentas. Imaginem ver um show, onde alguém insistiu que eles tinham que usar umas roupas mais adequada para rapazes de 17 anos em vez de Entas??!
Ai me perguntam, por que eu vou então num show desses? Fui me divertir. Fui com 2 amigas que também eram fã quando novas. Fomos por que curtíamos a música, o sentimentalismo ou nostalgia. Fomos, por que independente da qualidade do show, eu sabia que nós iríamos nos divertir! Fui, por que, na vida você tem que ter aqueles momentos em que você não pode/ não deve levar tudo a sério!
O show durou 2hrs e 20min. Nos divertímos. Voltei pra casa e fui novamente pra cama 1hr da manhã. Diferença dessa vez foi que eu pude dormir até às 6hrs em vez das 4:30hrs da manhã.... Amém!
Algumas fotos do show...
NKOTB
O Jordan
O Jordan, o Joe e Jonathan(o último do lado esquerdo)- nem levantar o braço mais ele conseguia... tsc..
O Jonathan - OLD Kids on the Block
O BSB- Detalhe, o de amarelo é o fugitivo...
terça-feira, 24 de abril de 2012
Definição de felicidade ou gratidão...
- Quando você se conscientiza que está 10 quilos mais magra do que depois daquela super-viagem à Nova-Zelândia e Bora-Bora em fevereiro de 2008 e depois de duas gravidez. Além disso, que estou 'somente' 4,8 kg acima de quando eu tinha 20 anos, 17 anos e 2 filhos depois. Sinceramente?! Acho que não posso reclamar...
- Que eu mudei muito. Como pessoa. De uma pessoa que só tinha foco para a carreira para uma pessoa que vê, hoje, a família, principalmente, os filhos, como o alicerce da minha vida e felicidade.
- Que desde os meus 22 anos olha para o mesmo companheiro com amor, cumplicidade e fidelidade. Nunca pensei que seria capaz de ter um relacionamento como eu tenho hoje e todos esses anos...
Eu sou feliz quando o vejo chegando em casa. Sou feliz quando eu o vejo sorrir. Sou feliz quando eu vejo ele ser o pai maravilhoso e dedicado que é com os nossos filhos... Amar é, ser feliz em ver o seu próximo feliz!...
- Que é difícil ser tudo e fazer tudo ao mesmo tempo, bem. Ser mãe, ser filha, ser esposa, ser irmã, ser amiga, ser uma boa empregada para a empresa, uma boa colega,... se esforçar para fazer aquele bolo e banquete para as festas infantis, providenciar a alimentação correta dos filhos (minha e do marido também) semanalmente, ser amada pelos meus gatos...
São tantas as funções e tantas as coisas para se fazer bem feito que eu me sinto uma marabarista mantendo todas as bolas no ar. Isso tudo sem me perder de vista. Ou então, melhor, é perceber o quanto eu sou feliz. E ter um momento, por mais pequeno que seja, para sentir a gratificação vindo lá do fundo da alma. E por final, suspirar e dizer, mesmo cansada, o quanto eu amo a minha vida e todas as pessoas queridas ao meu redor...
- Que eu mudei muito. Como pessoa. De uma pessoa que só tinha foco para a carreira para uma pessoa que vê, hoje, a família, principalmente, os filhos, como o alicerce da minha vida e felicidade.
- Que desde os meus 22 anos olha para o mesmo companheiro com amor, cumplicidade e fidelidade. Nunca pensei que seria capaz de ter um relacionamento como eu tenho hoje e todos esses anos...
Eu sou feliz quando o vejo chegando em casa. Sou feliz quando eu o vejo sorrir. Sou feliz quando eu vejo ele ser o pai maravilhoso e dedicado que é com os nossos filhos... Amar é, ser feliz em ver o seu próximo feliz!...
- Que é difícil ser tudo e fazer tudo ao mesmo tempo, bem. Ser mãe, ser filha, ser esposa, ser irmã, ser amiga, ser uma boa empregada para a empresa, uma boa colega,... se esforçar para fazer aquele bolo e banquete para as festas infantis, providenciar a alimentação correta dos filhos (minha e do marido também) semanalmente, ser amada pelos meus gatos...
São tantas as funções e tantas as coisas para se fazer bem feito que eu me sinto uma marabarista mantendo todas as bolas no ar. Isso tudo sem me perder de vista. Ou então, melhor, é perceber o quanto eu sou feliz. E ter um momento, por mais pequeno que seja, para sentir a gratificação vindo lá do fundo da alma. E por final, suspirar e dizer, mesmo cansada, o quanto eu amo a minha vida e todas as pessoas queridas ao meu redor...
terça-feira, 10 de abril de 2012
Do que já passou...
Fim de semana tranquilo da Páscoa.
Esse ano fizemos algo diferente. Reservei um apto perto de Harderwijk (Flevoland) para nós e mais o meu cunhado e cunhada.
Foi super-divertido para as crianças, principalmente para o filhote que pode curtir o Dolfinarium (uma mini-versão Holandesa do Sea World), banho de piscina, brincar nos parquinhos do lugar e fazer vários passeios.
Além disso, eu e marido fizemos juntos um workshop de fotografia de paisagens que eu tinha dado de presente de natal para ele. Foi muito legal e aprendemos bastante coisas.
Aqui alguns clicks de alguns momentos...
Cunhado com filhote
Na piscina com o papai
E a minha boneca - já com 10 meses de idade...
A vista do apartamento (e tentando botar em prática o que eu aprendi no workshop! hoho!)
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Fechando um capítulo e começando outro...
Sexta-feira foi o meu último dia na PH. Fui entregar todos os pertences da empresa.
Vou logo dizer que foi algo bastante bizarro. Primeiro por que na regra geral as empresas sempre fazem o que eles chamam de 'Exit Gesprek' (conversa de saída). Nessa conversa a intenção é também que você saia da empresa sem rancores ou opiniões negativas sobre ela.
Eu não tive conversa nenhuma. Meu gerente do departamento de recursos humanos eu só encontrei uma vez e foi já quando eu estava negociando o contrato no meu novo emprego e decidida a sair. Dalí em diante só foi mandar por e-mail a minha decisão de sair da empresa e desde então, o que já era impessoal ficou mais impessoal ainda. Entreguei todos os meus pertences a uma secretária que eu nem sequer conhecia. E de lá, ela me acompanhou até porta de saída (isso por que a porta só se abre com um cartão da empresa) e me desejou um 'boa sorte'.
Como eu já disse. Tudo bastante impessoal. E por incrível que pareça, eu não me incomodo com isso, por que a partir do momento que eu tomo uma decisão o que eu mais quero é me concentrar no meu novo objetivo. Quero mesmo deixar para trás o que se deve deixar para trás.
Talvez por isso, mas também por outros motivos, eu não me importo além do ponto de achar a situação bizarra. Verdade é que, mesmo com uma última conversa de despedida, a minha opinião sobre a empresa pouco mudaria. Mesmo com a minha saída e de toda a confusão, das 'agendas escondidas', da burocracia e reorganizações, eu me atrevo a dizer que continuo gostando da tal empresa e posso dizer que tive 5 bons anos lá.
No entanto, eu me sinto mais leve e satisfeita com a minha escolha. O motivo disso é provavelmente reconhecer que - por falta de confiança entre eles no Vendedor de Carros (que pegou o lugar do meu chefe de uma forma suja) - eu não conseguiria seguir motivada com o meu trabalho. Ainda mais na função bunda que ele tinha me oferecido. Se eu continuasse lá, eu não estaria sendo íntegra comigo mesmo.
Por sinal, para fechar de fato com o capítulo da ex-empresa e das histórias do personagem 'Vendedor de Carros' eu vou contar a última peripécia & pérola deste indivíduo.
Quando eu mandei o meu e-mail no sábado de manhã comunicando que rejeitava a função oferecida, justificando os meus pontos de uma forma profissionalmente correta e agradecendo também pela oportunidade, no mesmo fim de semana eu recebi uma resposta do chefe do Vendedor de Carros (o manda-chuvas) dizendo que ele entendia a minha escolha e agradecendo a minha explicação. O outro gerente para quem eu iria trabalhar na tal função também respondeu sem problemas. Ambos no próprio fim de semana.
Eis que Vendedor de Carros só leu o meu e-mail na segunda-feira (ele também costuma ler nos findes) durante um workshop no fornecedor só com pessoas importantes. Uma colega/amiga minha estava presente e ela disse que viu na hora que ele leu o meu e-mail e disse que ele embranqueceu como se tivessem jogado uma balde com gelo em cima dele.
Na visão dele ele tinha mexido os pauzinhos nele e me colocado numa função em que ele poderia me manipular e pensou que eu aceitaria numa boa (talvez por desespero?). Na mesma hora ele se virou para o diretor da empresa e foi se queixar de 'como eu me atrevia a dizer 'não' pra ele e blábláblá'. Nunca, em momento algum, ele pensou em ver a questão do meu lado. Só pensava nele mesmo.
O mais legal foi o tal diretor se virar para ele e dizer: "Get over it!"...
Eu acho que fazia muito tempo que eu não tinha rido tanto na empresa quando eu soube dessa cena toda.
Um pequeno detalhe e obviamente esperado da minha parte foi que ele nunca respondeu o meu e-mail. Não me disse nenhum tchau, até logo ou boa sorte. Nada. E pouco me importa, para ser sincera. Não mudaria nada mesmo.
O que valeu foi ver a reação de outros colegas, gerentes, clientes e fornecedores saberem da minha decisão. Aquilo sim é o que eu chamo de um 'egotrip'!...
E depois de ter fechado este capítulo final na ex-empresa, eu comecei hoje oficialmente um novo capítulo. Meu primeiro dia na empresa nova foi, de fato, muito legal.
Fui muito bem recebida. Ainda mais na semana passada quando eu fui para a França participar do início do maior projeto mundial da empresa.
Vocês não imaginam como eu cheguei em casa cheia de energia e de um sorriso de canto à canto!
Vamos agora esperar para que continue assim...
PS: A foto no título do blog é do castelo de Chantilly que fica bem próximo do escritório da 'caixa-prego' Francesa...
Vou logo dizer que foi algo bastante bizarro. Primeiro por que na regra geral as empresas sempre fazem o que eles chamam de 'Exit Gesprek' (conversa de saída). Nessa conversa a intenção é também que você saia da empresa sem rancores ou opiniões negativas sobre ela.
Eu não tive conversa nenhuma. Meu gerente do departamento de recursos humanos eu só encontrei uma vez e foi já quando eu estava negociando o contrato no meu novo emprego e decidida a sair. Dalí em diante só foi mandar por e-mail a minha decisão de sair da empresa e desde então, o que já era impessoal ficou mais impessoal ainda. Entreguei todos os meus pertences a uma secretária que eu nem sequer conhecia. E de lá, ela me acompanhou até porta de saída (isso por que a porta só se abre com um cartão da empresa) e me desejou um 'boa sorte'.
Como eu já disse. Tudo bastante impessoal. E por incrível que pareça, eu não me incomodo com isso, por que a partir do momento que eu tomo uma decisão o que eu mais quero é me concentrar no meu novo objetivo. Quero mesmo deixar para trás o que se deve deixar para trás.
Talvez por isso, mas também por outros motivos, eu não me importo além do ponto de achar a situação bizarra. Verdade é que, mesmo com uma última conversa de despedida, a minha opinião sobre a empresa pouco mudaria. Mesmo com a minha saída e de toda a confusão, das 'agendas escondidas', da burocracia e reorganizações, eu me atrevo a dizer que continuo gostando da tal empresa e posso dizer que tive 5 bons anos lá.
No entanto, eu me sinto mais leve e satisfeita com a minha escolha. O motivo disso é provavelmente reconhecer que - por falta de confiança entre eles no Vendedor de Carros (que pegou o lugar do meu chefe de uma forma suja) - eu não conseguiria seguir motivada com o meu trabalho. Ainda mais na função bunda que ele tinha me oferecido. Se eu continuasse lá, eu não estaria sendo íntegra comigo mesmo.
Por sinal, para fechar de fato com o capítulo da ex-empresa e das histórias do personagem 'Vendedor de Carros' eu vou contar a última peripécia & pérola deste indivíduo.
Quando eu mandei o meu e-mail no sábado de manhã comunicando que rejeitava a função oferecida, justificando os meus pontos de uma forma profissionalmente correta e agradecendo também pela oportunidade, no mesmo fim de semana eu recebi uma resposta do chefe do Vendedor de Carros (o manda-chuvas) dizendo que ele entendia a minha escolha e agradecendo a minha explicação. O outro gerente para quem eu iria trabalhar na tal função também respondeu sem problemas. Ambos no próprio fim de semana.
Eis que Vendedor de Carros só leu o meu e-mail na segunda-feira (ele também costuma ler nos findes) durante um workshop no fornecedor só com pessoas importantes. Uma colega/amiga minha estava presente e ela disse que viu na hora que ele leu o meu e-mail e disse que ele embranqueceu como se tivessem jogado uma balde com gelo em cima dele.
Na visão dele ele tinha mexido os pauzinhos nele e me colocado numa função em que ele poderia me manipular e pensou que eu aceitaria numa boa (talvez por desespero?). Na mesma hora ele se virou para o diretor da empresa e foi se queixar de 'como eu me atrevia a dizer 'não' pra ele e blábláblá'. Nunca, em momento algum, ele pensou em ver a questão do meu lado. Só pensava nele mesmo.
O mais legal foi o tal diretor se virar para ele e dizer: "Get over it!"...
Eu acho que fazia muito tempo que eu não tinha rido tanto na empresa quando eu soube dessa cena toda.
Um pequeno detalhe e obviamente esperado da minha parte foi que ele nunca respondeu o meu e-mail. Não me disse nenhum tchau, até logo ou boa sorte. Nada. E pouco me importa, para ser sincera. Não mudaria nada mesmo.
O que valeu foi ver a reação de outros colegas, gerentes, clientes e fornecedores saberem da minha decisão. Aquilo sim é o que eu chamo de um 'egotrip'!...
E depois de ter fechado este capítulo final na ex-empresa, eu comecei hoje oficialmente um novo capítulo. Meu primeiro dia na empresa nova foi, de fato, muito legal.
Fui muito bem recebida. Ainda mais na semana passada quando eu fui para a França participar do início do maior projeto mundial da empresa.
Vocês não imaginam como eu cheguei em casa cheia de energia e de um sorriso de canto à canto!
Vamos agora esperar para que continue assim...
PS: A foto no título do blog é do castelo de Chantilly que fica bem próximo do escritório da 'caixa-prego' Francesa...
quarta-feira, 14 de março de 2012
Sem pé, nem muito menos cabeça...
Em abril eu começo no novo emprego. Estou aproveitando as últimas 3 semanas antes do novo desafio para fazer coisas que antes eu não tinha tempo ou que depois que eu começar ficarão difíceis de planejar consequentemente. Nessa lista estão a minha revisão de saúde: dentista, endoscopia do estômago (minha eterna gastrite), exames de sangue, tratamento de pele e coisas do gênero.
Além disso, estou fazendo a dieta de South Beach. Estou no meu quinto dia da primeira fase, que é, sem dúvida nenhuma, a mais difícil. Os 2 primeiros dias foram terríveis. Fiquei com um mal humor desgraçado e com dor de cabeça. Já vi os números baixarem na balança, mas quero ver mesmo o resultado depois da primeira semana e no final da primeira fase que dura 14 (LONGOS) dias...
Também estou aproveitando para curtir mais o tempo em família com marido e os filhotes. Em breve iremos no Plopsaland. Acho que filhote vai adorar.
E nos dias que sobram, eu planejo encontro com amigas, cinema, cabeleireiro e passeios.
Já deu pra notar que eu estou numa fase de cuidar de mim mesma, não é mesmo?...
Além disso, estou fazendo a dieta de South Beach. Estou no meu quinto dia da primeira fase, que é, sem dúvida nenhuma, a mais difícil. Os 2 primeiros dias foram terríveis. Fiquei com um mal humor desgraçado e com dor de cabeça. Já vi os números baixarem na balança, mas quero ver mesmo o resultado depois da primeira semana e no final da primeira fase que dura 14 (LONGOS) dias...
Também estou aproveitando para curtir mais o tempo em família com marido e os filhotes. Em breve iremos no Plopsaland. Acho que filhote vai adorar.
E nos dias que sobram, eu planejo encontro com amigas, cinema, cabeleireiro e passeios.
Já deu pra notar que eu estou numa fase de cuidar de mim mesma, não é mesmo?...
domingo, 4 de março de 2012
A Decisão...
Na verdade, tudo acabou se decidindo na sexta-feira à noite. Porém, com o passar dos anos, eu aprendi a seguir o conselho Holandês de ' Slaap er een nachtje over' (durma uma noite) à risca antes de tomar uma decisão definitiva e verificar se a minha opinião continua sendo a mesma no dia seguinte. A resposta foi positiva.
Agora, rufem os tambores! [já que muitos querem saber qual foi a minha decisão final...]
Para surpresa geral da nação, eu digo ao povo que: não fico.
Depois de relativizar muito, eu cheguei a conclusão que o melhor para mim [e para o meu futuro] será ir para a empresa na caixa-prego.
Sim, O vendedor de Carros me ofereceu uma função para ficar. Nesse ponto, tenho que dizer que ele lutou por mim. Com todos os seus blá-blá-blas, eu tenho que dizer que ele fez a parte dele. Sendo que há essas alturas, ele deve estar muito p. da vida comigo, por eu ter rejeitado a proposta dele, mesmo eu tendo agradecido e justificado bem a minha decisão.
A verdade foi que a função que eles me ofereceram não era uma função em que eu seria feliz. Acredito sim, que teria capacidade de fazer, mas seria [de novo] uma função em que eu ficaria no meio de brigas e numa área (BI e informação e reportagens] que não me agrada.
Sem falar que, citando as palavras do gerente com que eu tive uma conversa à respeito da proposta: essa é uma função para se fazer em 2 anos até a 'fábrica de informação e reportagens' ficar pronta. Dai será um processo frequente de lançar updates como os aplicativos de um smartphone. Ou seja, daqui há 2 anos você terá que procurar uma nova função na empresa. Até mesmo, por que já prevemos uma outra reorganização até lá. E nessa sua função a sua responsabilidade é cuidar dos calendários e prazos de quando um projeto precisa de algo nessa área e de quando nos poderemos oferecer a funcionalidade. Você não estará mais envolvida com o conteúdo ou a arquitetura do assunto.
A única coisa que passou pela minha cabeça foi: fazer apresentações em powerpoint e B-O-R-I-N-G (chato)! Isso para não dizer que eu serviria de mensageira para os clientes das divisões para dizer que eles não teriam a solução para os projetos previstos nos prazos que eles tinham em mente. Puff!
E já estão falando na próxima reorganização! Se nessa a situação ficou insuportável, imaginem uma próxima? E até quando se atura essas mudanças sem fim?
Além disso, já está claro que para sobreviver o próximo facão, quem ficar terá que conseguir uma função agora que se encaixe nos seguintes quesitos: Ligação direta com os setores, alta visibilidade (bons promotores) e estratégica.
Digo isso por que a área de TI faz parte da cooperativa central da empresa, mas as divisões não querem aceitar nada que vem desta. Então, quem ficar (na cooperativa) tem criar fortes laços com quem os 'clientes' nas divisões, sabendo inclusive, passar adiante dos representantes da TI no próprio divisão. Assim, se a cooperativa se dividir em empresas menores de acordo com os seus setores , quem ficar ainda tenha chances de conseguir uma vaga em alguma divisão.
A Alta visibilidade e bons promotores tem a ver com o 'vriendjespolitiek' (a política de amigos), ou seja, pessoas de influência que podem garantir uma vaga para você novamente numa futura restruturação. A questão da estratégia é você estar na posição certa para garantir chances de emprego e funções futuras na sua área de interesse.
Basta dizer que a função oferecida não se encaixa em nenhum desses quesitos e por isso, eu muito que provavelmente não sobreviveria o próximo corte.
O grande motivo mesmo pelo qual eu ainda estava me segurando na empresa [como já falei em outros posts mais antigos], é a estabilidade que consegui criar na minha vida pessoal através dos benefícios da empresa. No entanto, eu cheguei a conclusão que, se eu aceitasse a função e fosse infeliz no meu trabalho, isso iria acabar com o tempo afetando a minha vida familiar do mesmo jeito.
Acabou que a minha conclusão foi escolher a função que me faria feliz e tentar negociar com a nova empresa um acordo para que eu conseguisse construir novamente uma estabilidade familiar.
Foram dias negociando salário e benefícios, mas, finalmente, na sexta-feira nós chegamos a um acordo.
E isso quer dizer que começarei em breve um novo desafio!
Enquanto isso, amanhã e depois de amanhã será a vez do meu marido passar por entrevistas na empresa dele... Parece que o capítulo dessa novela não termina nunca!
*
*
*
PS: Ao meu colega/amigo Mineiro. É, você será o último dos Mohicanos Brasileiros na empresa! Mas, se você precisar de algo, você sabe aonde me encontrar! ;)
Agora, rufem os tambores! [já que muitos querem saber qual foi a minha decisão final...]
Para surpresa geral da nação, eu digo ao povo que: não fico.
Depois de relativizar muito, eu cheguei a conclusão que o melhor para mim [e para o meu futuro] será ir para a empresa na caixa-prego.
Sim, O vendedor de Carros me ofereceu uma função para ficar. Nesse ponto, tenho que dizer que ele lutou por mim. Com todos os seus blá-blá-blas, eu tenho que dizer que ele fez a parte dele. Sendo que há essas alturas, ele deve estar muito p. da vida comigo, por eu ter rejeitado a proposta dele, mesmo eu tendo agradecido e justificado bem a minha decisão.
A verdade foi que a função que eles me ofereceram não era uma função em que eu seria feliz. Acredito sim, que teria capacidade de fazer, mas seria [de novo] uma função em que eu ficaria no meio de brigas e numa área (BI e informação e reportagens] que não me agrada.
Sem falar que, citando as palavras do gerente com que eu tive uma conversa à respeito da proposta: essa é uma função para se fazer em 2 anos até a 'fábrica de informação e reportagens' ficar pronta. Dai será um processo frequente de lançar updates como os aplicativos de um smartphone. Ou seja, daqui há 2 anos você terá que procurar uma nova função na empresa. Até mesmo, por que já prevemos uma outra reorganização até lá. E nessa sua função a sua responsabilidade é cuidar dos calendários e prazos de quando um projeto precisa de algo nessa área e de quando nos poderemos oferecer a funcionalidade. Você não estará mais envolvida com o conteúdo ou a arquitetura do assunto.
A única coisa que passou pela minha cabeça foi: fazer apresentações em powerpoint e B-O-R-I-N-G (chato)! Isso para não dizer que eu serviria de mensageira para os clientes das divisões para dizer que eles não teriam a solução para os projetos previstos nos prazos que eles tinham em mente. Puff!
E já estão falando na próxima reorganização! Se nessa a situação ficou insuportável, imaginem uma próxima? E até quando se atura essas mudanças sem fim?
Além disso, já está claro que para sobreviver o próximo facão, quem ficar terá que conseguir uma função agora que se encaixe nos seguintes quesitos: Ligação direta com os setores, alta visibilidade (bons promotores) e estratégica.
Digo isso por que a área de TI faz parte da cooperativa central da empresa, mas as divisões não querem aceitar nada que vem desta. Então, quem ficar (na cooperativa) tem criar fortes laços com quem os 'clientes' nas divisões, sabendo inclusive, passar adiante dos representantes da TI no próprio divisão. Assim, se a cooperativa se dividir em empresas menores de acordo com os seus setores , quem ficar ainda tenha chances de conseguir uma vaga em alguma divisão.
A Alta visibilidade e bons promotores tem a ver com o 'vriendjespolitiek' (a política de amigos), ou seja, pessoas de influência que podem garantir uma vaga para você novamente numa futura restruturação. A questão da estratégia é você estar na posição certa para garantir chances de emprego e funções futuras na sua área de interesse.
Basta dizer que a função oferecida não se encaixa em nenhum desses quesitos e por isso, eu muito que provavelmente não sobreviveria o próximo corte.
O grande motivo mesmo pelo qual eu ainda estava me segurando na empresa [como já falei em outros posts mais antigos], é a estabilidade que consegui criar na minha vida pessoal através dos benefícios da empresa. No entanto, eu cheguei a conclusão que, se eu aceitasse a função e fosse infeliz no meu trabalho, isso iria acabar com o tempo afetando a minha vida familiar do mesmo jeito.
Acabou que a minha conclusão foi escolher a função que me faria feliz e tentar negociar com a nova empresa um acordo para que eu conseguisse construir novamente uma estabilidade familiar.
Foram dias negociando salário e benefícios, mas, finalmente, na sexta-feira nós chegamos a um acordo.
E isso quer dizer que começarei em breve um novo desafio!
Enquanto isso, amanhã e depois de amanhã será a vez do meu marido passar por entrevistas na empresa dele... Parece que o capítulo dessa novela não termina nunca!
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PS: Ao meu colega/amigo Mineiro. É, você será o último dos Mohicanos Brasileiros na empresa! Mas, se você precisar de algo, você sabe aonde me encontrar! ;)
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Mais uma...
Diálogo com o poderoso-chefão (chefão também do Vendedor de carros) durante a caminhada do estacionamento ao escritório:
Ele: E aí? Como vai?
Eu: não tão bem...
Ele: Por que?
Eu: Por que eu não fui convidada para nenhuma entrevista das vagas que eu tentei..
Ele: Você ainda está interessada em trabalhar aqui na empresa?
Eu: Sim, mas eu não sei se a empresa está em mim..
Ele: Ontem eu e o Vendedor de Carros tivemos uma conversa sobre você. Hoje ele vai falar contigo e te fazer uma proposta...
O fato de que a empresa quer me manter e vai me oferecer algo, me fortalece. Também na posição de negociar com a outra empresa, já que o que eles me ofereceram foi inaceitável.
O círculo está apertando. E o tempo está ficando curto para ter uma boa oferta e tomar uma decisão...
#spannend!
Ele: E aí? Como vai?
Eu: não tão bem...
Ele: Por que?
Eu: Por que eu não fui convidada para nenhuma entrevista das vagas que eu tentei..
Ele: Você ainda está interessada em trabalhar aqui na empresa?
Eu: Sim, mas eu não sei se a empresa está em mim..
Ele: Ontem eu e o Vendedor de Carros tivemos uma conversa sobre você. Hoje ele vai falar contigo e te fazer uma proposta...
O fato de que a empresa quer me manter e vai me oferecer algo, me fortalece. Também na posição de negociar com a outra empresa, já que o que eles me ofereceram foi inaceitável.
O círculo está apertando. E o tempo está ficando curto para ter uma boa oferta e tomar uma decisão...
#spannend!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
E a novela continua...
Nesses últimos dias, ou seria semanas, muitos amigos e conhecidos estão seguindo a minha novela de trabalho atentamente e sentindo o suspenso.
Então vamos a mais um capítulo.
Ontem eu fui na empresa na caixa-prego receber a oferta de trabalho da gerente de RH.
Conversa de lá, conversa de cá, ela ficou de me mandar o cálculo do valor líquido mensal do salário proposto.
Na nossa conversa eu disse que sabia que a minha empresa atual pagava muito bem. Falei honestamente que ficaria satisfeita com uma oferta que em que financeiramente eu não fosse para trás. No entanto, eu já sabia que o que eles me ofertaram estava abaixo do meu salário atual.
Esperei chegar em casa e fazer os cálculos e colocar todos os pontos na balança. No final das contas, a conclusão foi de que eu iria para trás em vários quesitos. Além da grande diferença no lado financeiro, também no quesito pessoal (a distância do escritório e as viagens p/ o exterior).
Pedi ajuda do marido para elaborar a resposta e fazer a contra-proposta. Mandei inclusive um comprovante do meu atual salário como prova da minha honestidade.
Diga-se de passagem, negociar faz parte do negócio, mas sinceramente, eu acho um porre.
Tem que ser objetiva e ter paciência.
Por mais que a minha contra proposta seja alta pelo que eles tinham em mente, eu acredito que ainda tenho chances. A própria gerente falou que achar profissionais qualificados nessa região ou pessoas dispostas a ir trabalhar lá na esquina da Holanda é difícil. Sem falar que a vaga já está aberta desde agosto do ano passado e 11 candidatos foram 'rejeitados'. Ela disse que o Darth Vader* (ex-gerente da empresa que me ofereceu o emprego) é bastante exigente e não aceita qualquer um.
Agora é aguardar.
Enquanto isso, aqui na empresa, o Vendedor de Carros voltou de férias essa semana e me perguntou como foram as minhas entrevistas. Perguntei: Que entrevistas? Se eu não fui convidada para nenhuma.
Por incrível que pareça ele pareceu surpreso com a minha resposta. E de acordo uma das recrutas de RH aqui da empresa disse que já houve sérias discussões a meu respeito. Parecem que eles não querem me perder. A bola agora está no campo deles e eles tem que me oferecer algo.
Estou agora brincando de malabarista. Procurando manter todas as bolas no ar até ter uma proposta para qual eu possa tomar uma decisão acertada.
Tem que ter paciência. E muita!
PS: O motivo de apelidá-lo de Darth Vader tem a ver com um problema respiratório que ele tem e que o faz soar exatamente como o tal personagem de Guerra nas Estrelas..
Então vamos a mais um capítulo.
Ontem eu fui na empresa na caixa-prego receber a oferta de trabalho da gerente de RH.
Conversa de lá, conversa de cá, ela ficou de me mandar o cálculo do valor líquido mensal do salário proposto.
Na nossa conversa eu disse que sabia que a minha empresa atual pagava muito bem. Falei honestamente que ficaria satisfeita com uma oferta que em que financeiramente eu não fosse para trás. No entanto, eu já sabia que o que eles me ofertaram estava abaixo do meu salário atual.
Esperei chegar em casa e fazer os cálculos e colocar todos os pontos na balança. No final das contas, a conclusão foi de que eu iria para trás em vários quesitos. Além da grande diferença no lado financeiro, também no quesito pessoal (a distância do escritório e as viagens p/ o exterior).
Pedi ajuda do marido para elaborar a resposta e fazer a contra-proposta. Mandei inclusive um comprovante do meu atual salário como prova da minha honestidade.
Diga-se de passagem, negociar faz parte do negócio, mas sinceramente, eu acho um porre.
Tem que ser objetiva e ter paciência.
Por mais que a minha contra proposta seja alta pelo que eles tinham em mente, eu acredito que ainda tenho chances. A própria gerente falou que achar profissionais qualificados nessa região ou pessoas dispostas a ir trabalhar lá na esquina da Holanda é difícil. Sem falar que a vaga já está aberta desde agosto do ano passado e 11 candidatos foram 'rejeitados'. Ela disse que o Darth Vader* (ex-gerente da empresa que me ofereceu o emprego) é bastante exigente e não aceita qualquer um.
Agora é aguardar.
Enquanto isso, aqui na empresa, o Vendedor de Carros voltou de férias essa semana e me perguntou como foram as minhas entrevistas. Perguntei: Que entrevistas? Se eu não fui convidada para nenhuma.
Por incrível que pareça ele pareceu surpreso com a minha resposta. E de acordo uma das recrutas de RH aqui da empresa disse que já houve sérias discussões a meu respeito. Parecem que eles não querem me perder. A bola agora está no campo deles e eles tem que me oferecer algo.
Estou agora brincando de malabarista. Procurando manter todas as bolas no ar até ter uma proposta para qual eu possa tomar uma decisão acertada.
Tem que ter paciência. E muita!
PS: O motivo de apelidá-lo de Darth Vader tem a ver com um problema respiratório que ele tem e que o faz soar exatamente como o tal personagem de Guerra nas Estrelas..
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Da série: ansiedade
Imaginem que essa semana será muito importante para mim.
Tenho que me segurar para não roer as unhas!
Tenho que me segurar para não roer as unhas!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Eu me pergunto quando é que eu vou aprender...
- a calar a boca... mais ainda
- relativizar... Não levar tudo tão à sério e como finalista/decisivo/ com ponto final
- aturar incertezas
- ser menos controladora
- ter paciência e não tentar apressar os fatos...
- relativizar... Não levar tudo tão à sério e como finalista/decisivo/ com ponto final
- aturar incertezas
- ser menos controladora
- ter paciência e não tentar apressar os fatos...
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Mas sim,...
Alguns colegas meus estão fazendo entrevistas hoje. Eu ainda tenho que esperar o convite para as minhas que só serão a partir da semana que vem.
Tenho que dizer que a expectativa e a espera delas causam uma ansiedade muito chata. Detesto ficar na passiva. Gosto mesmo da ativa e de ter o controle nas mãos.
Eu sei que terá um lugar para mim e que tudo vai dar certo, mas a verdade é que esse processo todo cansa.
Ontem eu dei novamente uma olhada nos sites de emprego e achei uma vaga interessante que eu preenchia todos os quesitos e também num lugar fixo e internacional (mas numa cidade mais distante). Mesmo tendo achado que a vaga é perfeita, eu não pensei em mandar o meu currículo.
Chamei um colega meu que eu gosto muito e mostrei pra ele. Hoje de manhã ele me chama dizendo que mandou o cv dele e que já ligaram para ele hoje de manhã. Para a surpresa dele, a recruta já tinha ouvido falar no nome dele por pessoas da tal empresa, já que alguns dos gerentes de lá trabalhou antigamente aqui na empresa.
Ele foi convidado para fazer uma entrevista na semana que vem. Eu fiquei genuinamente super-feliz por ele. Por mais que era uma vaga dos meus sonhos, se eu for bem realista, eu ainda não estou pronta para ela...
Tenho que dizer que a expectativa e a espera delas causam uma ansiedade muito chata. Detesto ficar na passiva. Gosto mesmo da ativa e de ter o controle nas mãos.
Eu sei que terá um lugar para mim e que tudo vai dar certo, mas a verdade é que esse processo todo cansa.
Ontem eu dei novamente uma olhada nos sites de emprego e achei uma vaga interessante que eu preenchia todos os quesitos e também num lugar fixo e internacional (mas numa cidade mais distante). Mesmo tendo achado que a vaga é perfeita, eu não pensei em mandar o meu currículo.
Chamei um colega meu que eu gosto muito e mostrei pra ele. Hoje de manhã ele me chama dizendo que mandou o cv dele e que já ligaram para ele hoje de manhã. Para a surpresa dele, a recruta já tinha ouvido falar no nome dele por pessoas da tal empresa, já que alguns dos gerentes de lá trabalhou antigamente aqui na empresa.
Ele foi convidado para fazer uma entrevista na semana que vem. Eu fiquei genuinamente super-feliz por ele. Por mais que era uma vaga dos meus sonhos, se eu for bem realista, eu ainda não estou pronta para ela...
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