Outono? Nada! Inverno direto!... Brrrr!
E para completar, acontece uma vez, vamos dizer, em 4 anos, mas faltou energia na região toda da minha tribo e mais um pouco. Agora imaginem o que é a casa sem ter eletricidade para ligar um aquecedor, fazer um café, até mesmo par ligar o fogo do fogão? E sabe como é, fósforo não é coisa de primeiro mundo. Também não somos fumantes. Sorte é que temos um isqueiro elétrico da lareira, senão estavamos fumados. (ok, congelados então!)
E vejam lá, ser rico nessas horas também não facilita. Um vizinho que mora numa mansão um pouco mais adiante tem cerca elétrica. Nem sair de casa ele conseguia, nem mesmo para pegar o jornal na caixa do correio que fica do lado de fora, quanto mais ir trabalhar. (ok, esse último nem é tão ruim) Mas imagine só se é justamente o dia que a mulher dele vai parir?...
E agora José?... Desespero total!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Da série: Além da imaginação...
Outro dia eu entrei no quarto de filhote. Estava escuro e ele estava dormindo. Eu posso dizer com uma certeza física que tinha mais alguém naquele quarto. Só não sei quem era...
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Outro dia no telefone com a avó (85) de Amore, ela disse com a maior tranquilidade que o avô estava lá, sentado com ela. Ela sentia a presença dele. E não, ela não sofre de nenhuma doença mental...
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Outra vez, filhote estava tomando banho na banheira e eu no chuveiro. De repente ele para de brincar com um barquinho e começa a dizer para mim que o (falecido) avô não estava mais dormindo, que estava acordado e perguntou onde ele estava agora. Eu, meio que em estado de surpresa com os comentários e perguntas repentinas, fiquei calada sem saber o que falar. Em seguida ele disse que o avô estava indo embora. A única pergunta que conseguiu sair da minha boca foi: “E ele não tinha outra hora pra aparecer?...”
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Outro dia no telefone com a avó (85) de Amore, ela disse com a maior tranquilidade que o avô estava lá, sentado com ela. Ela sentia a presença dele. E não, ela não sofre de nenhuma doença mental...
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Outra vez, filhote estava tomando banho na banheira e eu no chuveiro. De repente ele para de brincar com um barquinho e começa a dizer para mim que o (falecido) avô não estava mais dormindo, que estava acordado e perguntou onde ele estava agora. Eu, meio que em estado de surpresa com os comentários e perguntas repentinas, fiquei calada sem saber o que falar. Em seguida ele disse que o avô estava indo embora. A única pergunta que conseguiu sair da minha boca foi: “E ele não tinha outra hora pra aparecer?...”
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Dúvida cruel?..
Ainda não sei se fico mais cansada nos dias que trabalho na empresa ou nos dias que fico em casa com as crianças...
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
E o facão vem aí!...
Saiu hoje nas notícias. A empresa vai cortar 4.500 empregos. Dos quais 1.400 na Holanda. Aonde o facão vai rolar solto? Na área de TI (minha área) e de RH. Dizem também que vão cortar o excessos de gerentes. [Esse último só vendo pra crer].
Disseram também que serão ainda meses de incertezas para os empregados. Eles ainda tem que negociar com os sindicatos o pacote dos empregados a serem demitidos. Além de que terão que ter a aceitação do conselho dos empregados. Isso que dizer que vai demorar meeesmo!
Como eu já ví e passei por várias reorganizações leves e pesadas, sei que os próximos meses aqui na empresa serão um 'koe' [não me refiro a vaca Holandesa, mas a fonética da palavra]. Verdade é que, por mais pesada que seja essa fase, é melhor ficar e esperar. Se tiver que sair, melhor sair com o pacote da empresa.
Enquanto isso, as ações da empresa que estavam cada vez mais baixas aumentaram imediatamente depois da notícia do facão. Parece que os acionistas gostam mesmo de um bom filme de terror. Quanto mais corte melhor! E eles ainda pagam pra ver...
Disseram também que serão ainda meses de incertezas para os empregados. Eles ainda tem que negociar com os sindicatos o pacote dos empregados a serem demitidos. Além de que terão que ter a aceitação do conselho dos empregados. Isso que dizer que vai demorar meeesmo!
Como eu já ví e passei por várias reorganizações leves e pesadas, sei que os próximos meses aqui na empresa serão um 'koe' [não me refiro a vaca Holandesa, mas a fonética da palavra]. Verdade é que, por mais pesada que seja essa fase, é melhor ficar e esperar. Se tiver que sair, melhor sair com o pacote da empresa.
Enquanto isso, as ações da empresa que estavam cada vez mais baixas aumentaram imediatamente depois da notícia do facão. Parece que os acionistas gostam mesmo de um bom filme de terror. Quanto mais corte melhor! E eles ainda pagam pra ver...
Il Divo ou Eu Diva?
Okei, eles estão de volta! Eu sou provavelmente a única brasileira fã de carteirinha. Tenho todos os cd’s e dvd’s e vou aos concertos sempre que eles vem aqui pelos terras dos tamancos. Até foto eu tenho com eles.
Ano que vem vão fazer concertos de novo em Roterdã e Atuérpia. Preciso dizer que vou? De quebra ainda levo a minha mãe que também gosta deles e de um bom show!...
Ano que vem vão fazer concertos de novo em Roterdã e Atuérpia. Preciso dizer que vou? De quebra ainda levo a minha mãe que também gosta deles e de um bom show!...
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Entre tapas e beijos...
Lendo os comentários do post anterior (sobre livros e educação) acho interessante que hoje em dia tenha livros dizendo que castigar criança não é bom.
Eu e boa parte das pessoas da minha geração (com as suas exceções) fomos criados entre um castigo e outro. Além de uma surra, tapa na mão, na bunda e sabe mais lá o que.
Meu pai sempre foi super-severo. Ele mesmo veio de uma família onde o pai dele (meu avô) deu uma surra no meu tio mais velho na véspera do casamento deste. Ou seja, em fase adulta lá pelos seus 30 anos. Por aí vocês tiram como foi a educação dele.
Eu mesma levei as minhas 'correções físicas'. Ainda bem que eu não fui uma criança muito peralta e não aprontei demais, por isso também não foram tantas, mas na minha casa até nota vermelha na escola podia terminar em surra.
Como eu já disse antes, a convivência com o meu pai, ou melhor, nosso relacionamento não foi dos melhores. Por isso, o meu maior medo é me tornar uma nova versão do meu pai e repetir os erros dele. [Medo que eu, minhas irmãs e meu irmão ainda temos com relação aos nossos filhos].
Me surpreende, no entanto, como eu e os meus conterrâneos do mesmo tipo de educação não viramos nenhum bicho de 7 cabeças ou algo pior.
Sinceramente, como foi que a minha geração sobreviveu, heim?
Alguém explica?
Eu e boa parte das pessoas da minha geração (com as suas exceções) fomos criados entre um castigo e outro. Além de uma surra, tapa na mão, na bunda e sabe mais lá o que.
Meu pai sempre foi super-severo. Ele mesmo veio de uma família onde o pai dele (meu avô) deu uma surra no meu tio mais velho na véspera do casamento deste. Ou seja, em fase adulta lá pelos seus 30 anos. Por aí vocês tiram como foi a educação dele.
Eu mesma levei as minhas 'correções físicas'. Ainda bem que eu não fui uma criança muito peralta e não aprontei demais, por isso também não foram tantas, mas na minha casa até nota vermelha na escola podia terminar em surra.
Como eu já disse antes, a convivência com o meu pai, ou melhor, nosso relacionamento não foi dos melhores. Por isso, o meu maior medo é me tornar uma nova versão do meu pai e repetir os erros dele. [Medo que eu, minhas irmãs e meu irmão ainda temos com relação aos nossos filhos].
Me surpreende, no entanto, como eu e os meus conterrâneos do mesmo tipo de educação não viramos nenhum bicho de 7 cabeças ou algo pior.
Sinceramente, como foi que a minha geração sobreviveu, heim?
Alguém explica?
terça-feira, 11 de outubro de 2011
When you know better, you do better...
Estou precisando ampliar os meus conhecimentos e métodos de como educar o(s) meus filho(s) da melhor maneira possível.
Alguém aí sabe dar a dica de um bom livro sobre educação infantil?...
Alguém aí sabe dar a dica de um bom livro sobre educação infantil?...
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Trabalho...
Hoje de manhã eu tive uma conversa com o meu gerente. Ele é o meu 9º gerente e melhor gerente que eu tive em 5 anos de empresa. Com a nova reorganização ficou clarou de que ele deixará de uma maneira ou outra de ser o meu gerente. O que pra mim é bastante ‘jammer’ (pena).
E está certo que eu terei trabalho. Que poderei continuar com a mesma função, mas provavelmente com uma área diferente. Na verdade, parece que vai pintar uma nova oportunidade numa área na qual eu tenho vantagens acima de outras pessoas devido ao meu conhecimento em línguas. O que venhamos e convenhamos, nos meus olhos é uma oportunidade e que irá abrir novas portas e expandir ainda mais a minha experiência no meu currículo.
Meu atual gerente disse que tentará obter mais informações sobre essa posição e ver se é realmente algo que me interessa.
Enquanto isso, eu estou sem grandes projetos. Estou estudando pra tirar meu diploma de arquiteta de sistemas. Vou te dizer, arquitetura é legal na prática, mas ler livro teórico sobre o assunto é que nem ler um manual de instalação da Windows. Um porre!... Mas, enfim, é mais um diploma. Mais um ponto pro meu currículo.
E isso me leva a outro assunto. Conversando com um colega mexicano, nós estávamos falando se a esposa dele deveria ou não fazer algo aqui na Holanda. Fosse trabalho ou estudar uma língua. Algo que desse uma ‘bagagem’ pra quando eles tivessem que voltar para o país de origem de novo.
Sinceramente, eu acredito que se uma pessoa tem uma oportunidade de vir pra Europa e passar um tempo aqui. Nem que por 6 meses. Eu aconselharia fazer algo que enriqueça o currículo. Assim, se ou quando tiverem que voltar e tiver que procurar emprego por que motivo seja (doença, dificuldade financeira, separação, etc...) a pessoa tenha uma vantagem e uma experiência (internacional) na briga por uma vaga de emprego. Não sei se eu penso assim por que fui criada assim (a não ser dependente de ninguém e a evoluir) ou se é porquê já ví muitos casos darem errado e na maioria das vezes, a mulher se dar mal.
Vejam bem, eu e outras leitoras conhecem casos como o da Jô (Blog Miss Pittig) onde ela trabalhava/ajudava na empresa do marido e também deu errado. Infelizmente, o caso dela não é único. Mas, ela ainda trabalhava. Ainda chegou aprender (um pouco) de Holandês. Pior deve ser aquela que não fez nada. Teve uma oportunidade e que muitos só conseguem sonhar. A de vir passar uma temporada na Europa. E não aproveitaram nada. Depois, quando voltam e as coisas apertam, ficam em situações desesperadoras... É barra!
E se não desse pra enriquecer o currículo ou fazer 40 horas de trabalho semanais, que pensasse em juntar um pé-de-meia fosse como caixa de supermercado. Acho incrível como há pessoas que acha que isso seria humilhante, sendo um trabalho honesto. Sinceramente, não há nada de errado ou humilhante nisso.
Dizem que o Brasil já melhorou em termos de machismo, mas que ainda existe bastante. Mas o que eu me pergunto é: Será que as mulheres também já mudaram de mentalidade? Será que já deixaram de ver o homem como (único) provedor da família?
Como diria a minha mãe: Pedir dinheiro pro homem pra comprar absorvente é tão 1950!
Isso sim é que é humilhação...
E está certo que eu terei trabalho. Que poderei continuar com a mesma função, mas provavelmente com uma área diferente. Na verdade, parece que vai pintar uma nova oportunidade numa área na qual eu tenho vantagens acima de outras pessoas devido ao meu conhecimento em línguas. O que venhamos e convenhamos, nos meus olhos é uma oportunidade e que irá abrir novas portas e expandir ainda mais a minha experiência no meu currículo.
Meu atual gerente disse que tentará obter mais informações sobre essa posição e ver se é realmente algo que me interessa.
Enquanto isso, eu estou sem grandes projetos. Estou estudando pra tirar meu diploma de arquiteta de sistemas. Vou te dizer, arquitetura é legal na prática, mas ler livro teórico sobre o assunto é que nem ler um manual de instalação da Windows. Um porre!... Mas, enfim, é mais um diploma. Mais um ponto pro meu currículo.
E isso me leva a outro assunto. Conversando com um colega mexicano, nós estávamos falando se a esposa dele deveria ou não fazer algo aqui na Holanda. Fosse trabalho ou estudar uma língua. Algo que desse uma ‘bagagem’ pra quando eles tivessem que voltar para o país de origem de novo.
Sinceramente, eu acredito que se uma pessoa tem uma oportunidade de vir pra Europa e passar um tempo aqui. Nem que por 6 meses. Eu aconselharia fazer algo que enriqueça o currículo. Assim, se ou quando tiverem que voltar e tiver que procurar emprego por que motivo seja (doença, dificuldade financeira, separação, etc...) a pessoa tenha uma vantagem e uma experiência (internacional) na briga por uma vaga de emprego. Não sei se eu penso assim por que fui criada assim (a não ser dependente de ninguém e a evoluir) ou se é porquê já ví muitos casos darem errado e na maioria das vezes, a mulher se dar mal.
Vejam bem, eu e outras leitoras conhecem casos como o da Jô (Blog Miss Pittig) onde ela trabalhava/ajudava na empresa do marido e também deu errado. Infelizmente, o caso dela não é único. Mas, ela ainda trabalhava. Ainda chegou aprender (um pouco) de Holandês. Pior deve ser aquela que não fez nada. Teve uma oportunidade e que muitos só conseguem sonhar. A de vir passar uma temporada na Europa. E não aproveitaram nada. Depois, quando voltam e as coisas apertam, ficam em situações desesperadoras... É barra!
E se não desse pra enriquecer o currículo ou fazer 40 horas de trabalho semanais, que pensasse em juntar um pé-de-meia fosse como caixa de supermercado. Acho incrível como há pessoas que acha que isso seria humilhante, sendo um trabalho honesto. Sinceramente, não há nada de errado ou humilhante nisso.
Dizem que o Brasil já melhorou em termos de machismo, mas que ainda existe bastante. Mas o que eu me pergunto é: Será que as mulheres também já mudaram de mentalidade? Será que já deixaram de ver o homem como (único) provedor da família?
Como diria a minha mãe: Pedir dinheiro pro homem pra comprar absorvente é tão 1950!
Isso sim é que é humilhação...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Fala sério...
Há quanto tempo um não escrevia um post gigante como o anterior? Ou até mesmo, blogar com tanta frequência?...
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Roteiro de viagem
Respondendo as perguntas da Myrna e da Cris, aqui vai o roteiro de viagem que fizemos esse ano.
O destino de férias era Sardenha. Íamos ver uma tia e prima de marido que mora lá perto de Cagliari, no sul da ilha.
Obviamente que com crianças, eu cogitei qual era a melhor opção de viagem. De avião, de carro (&f erry). Existem vôos baratos diretos para Cagliari, Olbia e Alghero pela Ryain air e Transavia. Eu acabei optando viajar de carro, por que, fazendo os cálculos indo de Ryan air não seria mais barato do que ir de carro. Além de pagar por bagagem (não se esqueçam que com 2 crianças pequenas, sendo uma bebê-é preciso levar mil coisas entre elas 2 carrinhos e um maxi-cosi). Eu ainda teria que alugar um carro lá e mais cadeirinhas de segurança e pagar estacionamento p/ o nosso próprio carro ficar no aeroporto (ou ir de trem). Verifiquei ir com outras companhias áreas, mas nenhuma outra faz vôo direto. São todos com escala e mais horas de espera. Não tive coragem de colocar a I. com seus 3 mêses nesse esquema. No fim, iria sair tão caro ou até mais caro do que ir de carro. E sim, de carro também não é barato. Afinal de contas, você não consegue fazer a viagem num dia só e terá que ficar em hotel. Mas, por outro lado, as vantagens de carro são que você pode parar a qualquer hora caso necessário por causa das crianças e você também vê outros lugares.
Eu planejei por dia o máximo de 6 horas de viagem, já que eu sabia que nós teríamos que parar várias vezes por causa das crianças. Isso resultou que nós chegávamos ao hotel por volta das 18:00-18:30hrs. Como eu já sabia a distância e o tempo de viagem, eu já tinha pesquisado e reservado hotel na área e que preenchiam os meus quesitos. Ou seja: quarto de família, boa localização, estacionamento seguro (e de preferência gratuíto). O resultado de tudo isso foi esse:
1º dia: Casa- Basel na Suiça. Hotel Stucki (Best Western). Hotel tem 3 estrelas, mas era excelente! Foi até melhor do que o hotel de 5 estrelas que ficamos em Pisa. Além do mais, o hotel fica ao lado de um shopping center. Com criança pequena isso é uma grande vantagem caso você precisa de algo. O estacionamento é coberto (vantagem já que chegamos lá e estava chuvendo aos cântaros!). O quarto era fantástico. O filhote ficou maluco por que ele tinha uma cama enorme (um sofa-cama de 2 pessoas) só pra ele. O quarto era enorme e dividido em 2 por uma porta de vidro. Assim filhote dormia de um lado e nós do outro lado. Foi um dos melhores quartos família que eu já ví até hoje. Para completar, ainda tinha uma mini-cozinha e uma banqueta para poder sentar e comer. Ideal com crianças pequenas caso todos estejam muitos cansados para ir jantar no restaurante. Bastava encomedar a comida e comer relaxadamente no quarto.
2º dia- Basel (Suiça) – Pisa (Itália).
Eu consegui uma boa promoção de um quarto suite num hotel 5 estrelas em Pisa- Abitalia Tower Plaza.
O hotel é bom, bom café manhã. Suite espaçosa. Vista legal para Torre de Pisa, maaaasss, o hotel não me encantou. O sofá-cama que arrumaram para o S. dormir era duro, não abria. Diria até desconfortável. E por isso, filhote acabou dormindo conosco na cama, que era bem grande. Achei também que o hotel era ‘frio’ demais. Não tinha aquele tchan de aconchegante se é que vocês me entendem. Por mais que não tinha nada de realmente errado nesse hotel, eu não voltarei a ficar lá caso eu volte a passar por Pisa novamente.
Na manhã do 3º dia nós ainda fomos ao centro histórico, vimos a torre, admiramos a arquitetura e de lá partimos em direção de Piombino (só 1hr e meia de viagem de Pisa), onde pegaríamos o ferry (návio) para Sardenha.
O trajeto Piombino-Olbia (Sardenha) é o trajeto mais curto e rápido que o ferry faz – 4:30hrs. Pra Sardenha você pode pegar o ferry de vários lugares (Gênova, Livorno, Civitavecchia, etc). Mas, aí o trajeto aumenta de 5 à 12 horas. No meu caso, quanto menos tempo eu passar num ferry melhor, por que no início é legal, mas depois eu fico com dor-de-cabeça. Para completar, o ferry atrasou. De vez chegarmos umas 18:30hrs em Olbia. Nós chegamos às 19:45hrs. Até todos os carros desembarcarem e sairem do porto e pegar a nova rota já foram mais meia hora.
Seguimos então para Golfo Aranci. Um lugar que fica uns 15-20 min. de Olbia. Aqui nós ficamos 2 noites para quebrar a viagem e relaxar. Foi aqui que eu achei a praia lindadivinaemaravilhosa e perfeita para famílias com crianças pequenas e que vocês viram na maioria das fotos que eu postei anteriormente. Nessa praia não tem praticamente ondas. É rasa por quase 100mts mar adentro. Tem salva-vidas (que trabalha pelo hotel). O hotel 4 estrelas (Gabibiano Azzurro) foi ótimo. Mas, como tudo na ilha, bastante caro.
Depois de dias ótimos no norte da ilha, na famosa Costa Esmeralda, nós fomos para o sul. Torre delle Stelle para ser mais exata, onde nós tínhamos alugado uma casa. Esse trajeto eram 3 horas e meia de carro.
A casa era boa, bonita. Mas, você nota que Italiano não é muito diferente de Brasileiro, não. Eles tentam ganhar dinheiro o mais fácil possível. Digo isso, por que a manuntenção da casa deixavam a desejar e era, sinceramente, uma pena! As portas dos armários da cozinha estavam todas tortas. A pintura do lado de fora da casa já estava descascando, nem todas as camas tinham um colxão decente e assim vai. No aluguel de uma casa eles cobram entre 120 à 300 euros para limpeza e mais multa caso você não deixe a cozinha, a lareira e churrasqueira limpas, mas o forno era só gordura e a casa toda não tinha sido bem limpa. Obviamente, fizemos queixa, mas a famosa resposa “vou falar pra faxineira” de que adiantaria para nós já que ela não viria mais?
Tirando isso, a casa era bem espaçosa, tinha uma sala bonita 4 quartos, 2 banheiros, quadra de tênis, um jardim enorme que filhote usou e abusou de tanto correr e brincar. Tinha também vista para o mar e era 100mt da praia e do supermercado do vilarejo. O vilarejo em sí não tem nada pra oferecer realmente. A grande (e única?) atração era a praia. Engraçado até que nenhuma rua do vilarejo é asfaltada, só terra batida mesmo! Ou seja, lá não fizemos grande passeios, só ralaxamos.
Depois de 10 dias lá, nós começamos o nosso retorno.
A volta- Torre delle Stelle- Olbia (3hrs ). Dormímos em Olbia já que o ferry de volta saia de manhã cedo. Hotel Panorama. Ótimo relação preço & qualidade e no centro histórico da cidade.
2º dia- Olbia- Civitavecchia (4hr e 45min)- Civitavecchia – Florença/Fiesole (3hrs). Aqui eu escolhí um hotel fora da cidade e com estacionamento de graça, já que não teriamos tempo mesmo para conhecer Florença, não quiz ficar no centro. Escolhí pela vista da cidade e acabamos ficando numa suite panorâmica maravilhosa num hotel fantástico. Único problema é que você precisa de carro para chegar nesse hotel! Mas, de resto, tudo nele é perfeito! No quarto também tinha uma mini-cozinha, um aparelho da Nespresso com café de graça. Um sofá-cama enorme (as fotos do filhote na cama) e um quarto separado para nós. Esse é um hotel que eu não me importaria de voltar sinceramente...
3º dia- Florença – Zurique (Suiça). Aqui nós ficamos 2 dias para quebrar a viagem de novo e vermos algo mais. Eu tenho que confessar que acho a Suiça um dos países mais bonitos da Europa. Zurique é linda, mas bastante cara. Nós ficamos aqui num hotel 4 estrelas novamente ao lado de um shopping center. Era fora do centro da cidade, mas de fácil acesso por que tem um tram que passa quase na frente do hotel e vai direto para o centro da cidade em 10 min. O hotel era muito bom, mas era mais pra negócios do que pra família, por mais que deixaram chinelos de criança e coisas de banho especialmente para bebês no quarto. Também mandaram uma garrafa de vinho para desculpar num erro de comunicação com relação a cama para filhote. Esse tipo de serviço é típico e conhecido da Suiça. E fala sério, quem é que não gosta de um bom atendimento?
E de Zurique nós voltamos pra casa. Foi a única parte da viagem que levava 7 horas. Mas, como saímos cedo do hotel, nós chegamos no final da tarde em casa, mesmo com as paradas.
E como foram com as crianças com toda essa viagem de carro? Tranquilas! Filhote não deu trabalho nenhum! A filhinha então, nem se fale. Dormiu todas as noites e não estranhou nada!
Filhote ficou impressionado com o ferry, que para completar tinha um playground. Ele fez a festa e tava tão cansado que nem quiz comer de noite e se apagou na cama. Até hoje ele está falando do ‘de carro no barco grande’. Gostou de brincar na praia, nas camas dos hoteis e volta e meia, assistia um pouco de dvd no carro durante a viagem, mas muitas vezes ele ficava olhando pra fora e cantando musiquinhas ou dizendo o que ele via no meio do caminho (ônibus, caminhão, cavalo, barco, etc...)
Enfim, resumindo tudo, eu diria que:
Viajar de carro com as crianças foi tranquilo. Ficamos em bons hoteis e curtimos os lugares que ficamos/visitamos.
Sardenha é uma ilha cara (cara mesmo! O preço de um frango de 2kg e meio era 21 euros!). O norte da ilha, mas especiaficamente falando Costa Esmeralda é a parte mais bonita da ilha e tem as praias mais bonitas da Itália (e algumas estão entre as melhores da Europa)! Sem falar que o norte da ilha é bem limpinho. Não vimos lixo na rua, nem pixação, já no sul da ilha (Cagliari e redondeza) são outros 500. Se você tem crianças pequenas, aqui você vai achar praias perfeitas e tranquilas para as crianças brincarem e curtirem (ex. Golfo Aranci). A Transavia faz vôo direto para Olbia (norte da ilha- porta de entrada da Costa Esmeralda) e a Ryan air faz para Cagliari (sul da ilha).
Acho que isso é tudo! :)
O destino de férias era Sardenha. Íamos ver uma tia e prima de marido que mora lá perto de Cagliari, no sul da ilha.
Obviamente que com crianças, eu cogitei qual era a melhor opção de viagem. De avião, de carro (&f erry). Existem vôos baratos diretos para Cagliari, Olbia e Alghero pela Ryain air e Transavia. Eu acabei optando viajar de carro, por que, fazendo os cálculos indo de Ryan air não seria mais barato do que ir de carro. Além de pagar por bagagem (não se esqueçam que com 2 crianças pequenas, sendo uma bebê-é preciso levar mil coisas entre elas 2 carrinhos e um maxi-cosi). Eu ainda teria que alugar um carro lá e mais cadeirinhas de segurança e pagar estacionamento p/ o nosso próprio carro ficar no aeroporto (ou ir de trem). Verifiquei ir com outras companhias áreas, mas nenhuma outra faz vôo direto. São todos com escala e mais horas de espera. Não tive coragem de colocar a I. com seus 3 mêses nesse esquema. No fim, iria sair tão caro ou até mais caro do que ir de carro. E sim, de carro também não é barato. Afinal de contas, você não consegue fazer a viagem num dia só e terá que ficar em hotel. Mas, por outro lado, as vantagens de carro são que você pode parar a qualquer hora caso necessário por causa das crianças e você também vê outros lugares.
Eu planejei por dia o máximo de 6 horas de viagem, já que eu sabia que nós teríamos que parar várias vezes por causa das crianças. Isso resultou que nós chegávamos ao hotel por volta das 18:00-18:30hrs. Como eu já sabia a distância e o tempo de viagem, eu já tinha pesquisado e reservado hotel na área e que preenchiam os meus quesitos. Ou seja: quarto de família, boa localização, estacionamento seguro (e de preferência gratuíto). O resultado de tudo isso foi esse:
1º dia: Casa- Basel na Suiça. Hotel Stucki (Best Western). Hotel tem 3 estrelas, mas era excelente! Foi até melhor do que o hotel de 5 estrelas que ficamos em Pisa. Além do mais, o hotel fica ao lado de um shopping center. Com criança pequena isso é uma grande vantagem caso você precisa de algo. O estacionamento é coberto (vantagem já que chegamos lá e estava chuvendo aos cântaros!). O quarto era fantástico. O filhote ficou maluco por que ele tinha uma cama enorme (um sofa-cama de 2 pessoas) só pra ele. O quarto era enorme e dividido em 2 por uma porta de vidro. Assim filhote dormia de um lado e nós do outro lado. Foi um dos melhores quartos família que eu já ví até hoje. Para completar, ainda tinha uma mini-cozinha e uma banqueta para poder sentar e comer. Ideal com crianças pequenas caso todos estejam muitos cansados para ir jantar no restaurante. Bastava encomedar a comida e comer relaxadamente no quarto.
2º dia- Basel (Suiça) – Pisa (Itália).
Eu consegui uma boa promoção de um quarto suite num hotel 5 estrelas em Pisa- Abitalia Tower Plaza.
O hotel é bom, bom café manhã. Suite espaçosa. Vista legal para Torre de Pisa, maaaasss, o hotel não me encantou. O sofá-cama que arrumaram para o S. dormir era duro, não abria. Diria até desconfortável. E por isso, filhote acabou dormindo conosco na cama, que era bem grande. Achei também que o hotel era ‘frio’ demais. Não tinha aquele tchan de aconchegante se é que vocês me entendem. Por mais que não tinha nada de realmente errado nesse hotel, eu não voltarei a ficar lá caso eu volte a passar por Pisa novamente.
Na manhã do 3º dia nós ainda fomos ao centro histórico, vimos a torre, admiramos a arquitetura e de lá partimos em direção de Piombino (só 1hr e meia de viagem de Pisa), onde pegaríamos o ferry (návio) para Sardenha.
O trajeto Piombino-Olbia (Sardenha) é o trajeto mais curto e rápido que o ferry faz – 4:30hrs. Pra Sardenha você pode pegar o ferry de vários lugares (Gênova, Livorno, Civitavecchia, etc). Mas, aí o trajeto aumenta de 5 à 12 horas. No meu caso, quanto menos tempo eu passar num ferry melhor, por que no início é legal, mas depois eu fico com dor-de-cabeça. Para completar, o ferry atrasou. De vez chegarmos umas 18:30hrs em Olbia. Nós chegamos às 19:45hrs. Até todos os carros desembarcarem e sairem do porto e pegar a nova rota já foram mais meia hora.
Seguimos então para Golfo Aranci. Um lugar que fica uns 15-20 min. de Olbia. Aqui nós ficamos 2 noites para quebrar a viagem e relaxar. Foi aqui que eu achei a praia lindadivinaemaravilhosa e perfeita para famílias com crianças pequenas e que vocês viram na maioria das fotos que eu postei anteriormente. Nessa praia não tem praticamente ondas. É rasa por quase 100mts mar adentro. Tem salva-vidas (que trabalha pelo hotel). O hotel 4 estrelas (Gabibiano Azzurro) foi ótimo. Mas, como tudo na ilha, bastante caro.
Depois de dias ótimos no norte da ilha, na famosa Costa Esmeralda, nós fomos para o sul. Torre delle Stelle para ser mais exata, onde nós tínhamos alugado uma casa. Esse trajeto eram 3 horas e meia de carro.
A casa era boa, bonita. Mas, você nota que Italiano não é muito diferente de Brasileiro, não. Eles tentam ganhar dinheiro o mais fácil possível. Digo isso, por que a manuntenção da casa deixavam a desejar e era, sinceramente, uma pena! As portas dos armários da cozinha estavam todas tortas. A pintura do lado de fora da casa já estava descascando, nem todas as camas tinham um colxão decente e assim vai. No aluguel de uma casa eles cobram entre 120 à 300 euros para limpeza e mais multa caso você não deixe a cozinha, a lareira e churrasqueira limpas, mas o forno era só gordura e a casa toda não tinha sido bem limpa. Obviamente, fizemos queixa, mas a famosa resposa “vou falar pra faxineira” de que adiantaria para nós já que ela não viria mais?
Tirando isso, a casa era bem espaçosa, tinha uma sala bonita 4 quartos, 2 banheiros, quadra de tênis, um jardim enorme que filhote usou e abusou de tanto correr e brincar. Tinha também vista para o mar e era 100mt da praia e do supermercado do vilarejo. O vilarejo em sí não tem nada pra oferecer realmente. A grande (e única?) atração era a praia. Engraçado até que nenhuma rua do vilarejo é asfaltada, só terra batida mesmo! Ou seja, lá não fizemos grande passeios, só ralaxamos.
Depois de 10 dias lá, nós começamos o nosso retorno.
A volta- Torre delle Stelle- Olbia (3hrs ). Dormímos em Olbia já que o ferry de volta saia de manhã cedo. Hotel Panorama. Ótimo relação preço & qualidade e no centro histórico da cidade.
2º dia- Olbia- Civitavecchia (4hr e 45min)- Civitavecchia – Florença/Fiesole (3hrs). Aqui eu escolhí um hotel fora da cidade e com estacionamento de graça, já que não teriamos tempo mesmo para conhecer Florença, não quiz ficar no centro. Escolhí pela vista da cidade e acabamos ficando numa suite panorâmica maravilhosa num hotel fantástico. Único problema é que você precisa de carro para chegar nesse hotel! Mas, de resto, tudo nele é perfeito! No quarto também tinha uma mini-cozinha, um aparelho da Nespresso com café de graça. Um sofá-cama enorme (as fotos do filhote na cama) e um quarto separado para nós. Esse é um hotel que eu não me importaria de voltar sinceramente...
3º dia- Florença – Zurique (Suiça). Aqui nós ficamos 2 dias para quebrar a viagem de novo e vermos algo mais. Eu tenho que confessar que acho a Suiça um dos países mais bonitos da Europa. Zurique é linda, mas bastante cara. Nós ficamos aqui num hotel 4 estrelas novamente ao lado de um shopping center. Era fora do centro da cidade, mas de fácil acesso por que tem um tram que passa quase na frente do hotel e vai direto para o centro da cidade em 10 min. O hotel era muito bom, mas era mais pra negócios do que pra família, por mais que deixaram chinelos de criança e coisas de banho especialmente para bebês no quarto. Também mandaram uma garrafa de vinho para desculpar num erro de comunicação com relação a cama para filhote. Esse tipo de serviço é típico e conhecido da Suiça. E fala sério, quem é que não gosta de um bom atendimento?
E de Zurique nós voltamos pra casa. Foi a única parte da viagem que levava 7 horas. Mas, como saímos cedo do hotel, nós chegamos no final da tarde em casa, mesmo com as paradas.
E como foram com as crianças com toda essa viagem de carro? Tranquilas! Filhote não deu trabalho nenhum! A filhinha então, nem se fale. Dormiu todas as noites e não estranhou nada!
Filhote ficou impressionado com o ferry, que para completar tinha um playground. Ele fez a festa e tava tão cansado que nem quiz comer de noite e se apagou na cama. Até hoje ele está falando do ‘de carro no barco grande’. Gostou de brincar na praia, nas camas dos hoteis e volta e meia, assistia um pouco de dvd no carro durante a viagem, mas muitas vezes ele ficava olhando pra fora e cantando musiquinhas ou dizendo o que ele via no meio do caminho (ônibus, caminhão, cavalo, barco, etc...)
Enfim, resumindo tudo, eu diria que:
Viajar de carro com as crianças foi tranquilo. Ficamos em bons hoteis e curtimos os lugares que ficamos/visitamos.
Sardenha é uma ilha cara (cara mesmo! O preço de um frango de 2kg e meio era 21 euros!). O norte da ilha, mas especiaficamente falando Costa Esmeralda é a parte mais bonita da ilha e tem as praias mais bonitas da Itália (e algumas estão entre as melhores da Europa)! Sem falar que o norte da ilha é bem limpinho. Não vimos lixo na rua, nem pixação, já no sul da ilha (Cagliari e redondeza) são outros 500. Se você tem crianças pequenas, aqui você vai achar praias perfeitas e tranquilas para as crianças brincarem e curtirem (ex. Golfo Aranci). A Transavia faz vôo direto para Olbia (norte da ilha- porta de entrada da Costa Esmeralda) e a Ryan air faz para Cagliari (sul da ilha).
Acho que isso é tudo! :)
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R.I.P Steve Jobs
Eu tenho que falar... Não sei se é por que é da minha área de trabalho (tecnologia) ou por que eu admirava sua capacidade. Mas, parece que ele cumpriu o que era pra ser a missão dele nessa vida. Diga-se de passagem: ele fez um bom trabalho. Foi inovativo ao último!
Eu mesma tenho 3 de seus grandes produtos: IPad, IPhone e um IMac. Gosto muito de todos eles. Mas, o que me fez admirá-lo mesmo era a sua visão e simplesmente realizá-la.
Não vou idolatrá-lo ou santificá-lo como o mundo faz quando alguém morre. Dizem até que ele era uma pessoa muito difícil para se trabalhar junto. Mas, que ele era um gênio, disso não se há dúvidas!...
Obrigada, Steve!
Eu mesma tenho 3 de seus grandes produtos: IPad, IPhone e um IMac. Gosto muito de todos eles. Mas, o que me fez admirá-lo mesmo era a sua visão e simplesmente realizá-la.
Não vou idolatrá-lo ou santificá-lo como o mundo faz quando alguém morre. Dizem até que ele era uma pessoa muito difícil para se trabalhar junto. Mas, que ele era um gênio, disso não se há dúvidas!...
Obrigada, Steve!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Fotos das férias...
Vamos fazer um castelo de areia?
Prontos para começar...
:)
Com papai numa praia lindadivinaemaravilhosa perfeita para crianças - Golfo Aranci
Pós-praia - voltando pra casa...
Lua cheia - andando na praia...
A vista da varanda da casa (alugada) para a praia/mar
Eu também curto uma piscina de montão!
Ela curte um banho de tanque de montão!
Hellowwww!...
Sessão - cama
Happy girl!
Com papai numa suite panorâmica
O amor fraternal é lindo!
Minha foto favorita!
Gente dóida! marido, tia e filhote!
Um vilarejo em Toscana no topo de uma colina...
Comida boua-qui-só!
Fiesole - Florença
Nascer do sol em Olbia vista do quarto do Hotel
o nascer do sol 2- Porto - o nosso ferry a espera...
Ele se divertia com as camas de hotel... vivia pulando!
O caminho e o mar azul
Hora de pegar o carro!
hum! tem uma manchinha encima do "cavalo"...
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'Welcome back!'
Primeiro dia de trabalho depois de quase 5 meses fora do 'ar'.
Depois de uma manhã mostrando a minha cara de novo para alguns colegas e chefões, eu tive uma conversa com o "Vendedor-de-carros'. É impressionante que mesmo passando todo esse tempo fora, em 5 minutos ele já me fez sentir como se eu nunca tivesse saido...
O assunto central da conversa: Reorganização número 5.734 da empresa desde que entrei há quase 5 anos atrás.
Depois de muita enrolação, a mensagem dele foi o seguinte: 'Não sei no que vai dar. Tá a maior confusão. Acho que vai dar tudo certo no final, mas 'talvez' você tenha que fazer entrevistas para emprego de novo e para outra função...'
É engraçado. Talvez eu esteja sendo inocente ou muito confidente, mas acho que algum trabalho legal haverá pra mim na empresa. Mesmo assim, por via das dúvidas, eu fui dar uma olhada no Monsterboard pra ver como vai o mercado de trabalho. Olhanda as vagas, eu cheguei a conclusão que ainda quero ficar na empresa mesmo com toda a loucura e melodrama que existe nela. Eu gosto de trabalhar aqui. Gosto do lugar, dos produtos, da minha área de serviço, de vários colegas... Sem falar que continuo satisfeira com o meu salário e benefícios.
Acredito que como a empresa é tão grande e diversificada há de existir algo legal pra eu fazer.
Mas, o quê, people, eu ainda não sei!...
Enfim, I'm back!...
Depois de uma manhã mostrando a minha cara de novo para alguns colegas e chefões, eu tive uma conversa com o "Vendedor-de-carros'. É impressionante que mesmo passando todo esse tempo fora, em 5 minutos ele já me fez sentir como se eu nunca tivesse saido...
O assunto central da conversa: Reorganização número 5.734 da empresa desde que entrei há quase 5 anos atrás.
Depois de muita enrolação, a mensagem dele foi o seguinte: 'Não sei no que vai dar. Tá a maior confusão. Acho que vai dar tudo certo no final, mas 'talvez' você tenha que fazer entrevistas para emprego de novo e para outra função...'
É engraçado. Talvez eu esteja sendo inocente ou muito confidente, mas acho que algum trabalho legal haverá pra mim na empresa. Mesmo assim, por via das dúvidas, eu fui dar uma olhada no Monsterboard pra ver como vai o mercado de trabalho. Olhanda as vagas, eu cheguei a conclusão que ainda quero ficar na empresa mesmo com toda a loucura e melodrama que existe nela. Eu gosto de trabalhar aqui. Gosto do lugar, dos produtos, da minha área de serviço, de vários colegas... Sem falar que continuo satisfeira com o meu salário e benefícios.
Acredito que como a empresa é tão grande e diversificada há de existir algo legal pra eu fazer.
Mas, o quê, people, eu ainda não sei!...
Enfim, I'm back!...
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Primeiro dia na creche...
Primeiro dia de volta ao trabalho da mamãe.
Primeiro dia oficial de filhota na creche. Dessa vez foi mais fácil que a primeira vez com o filhote.
Mas, de fato, que dá um aperto no coração, ah isso dá!...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Báh!
Hoje a Isis foi pela primeira vez pra creche. O tal do 'proefdag'.
Segunda eu volto a trabalhar e ela irá para a creche 3 x por semana.
Não dá nem pra acreditar que já passou 5 meses de licensa e férias.
A casa agora está vazia. Que sensação báh, viu!....
Segunda eu volto a trabalhar e ela irá para a creche 3 x por semana.
Não dá nem pra acreditar que já passou 5 meses de licensa e férias.
A casa agora está vazia. Que sensação báh, viu!....
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