Sabem o que eu acho difícil na espera do parto iniciar? É o planejamento em volta do filhote. Para onde ele vai, com quem ele fica. Por quanto tempo?...
E olha que a minha situação nem é tão difícil assim por que tenho familiares bem perto, mas e pra quem não tem? Como é que as outras conterrâneas se arrajam numa hora dessas, principalmente quando não tem nenhum familiar morando por perto?
Ainda mais que o parto pode se iniciar num prazo de 5 semanas (semana 37 à 42). É um período bem longo e não dá pra mandar o outro filho fazer alojamento ou mandar alguém vir do Brasil pra esse tempo todo com facilidade (sem falar ainda precisa-se de uma ajuda depois que o bebê nasce, né?)
Como é que vocês fazem (ou planejam em fazer?), heim?
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domingo, 29 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Oi!
- Ehhh, calma, não, não aconteceu nada (ainda). Não tenho muitas novidades (ainda). Não nasceu ninguém ainda. Nem da minha gata, nem da minha barriga. Parece que estamos fazendo uma aposta. Imaginem só se nasce(m) tudo no mesmo dia? Meu marido vai ficar maluco. Haha!
- Tive uns dias difíceis. Sentí muitas dores por que a menina se virou e como já estou quase na reta de chegada (amanhã completo 39 semanas), essas 'viradas' não vão sem dores, contusões e até mesmo hematômas. Agora ela está na posição certa. Mas, continua não encaixada. O que significa que ela ainda pode dar umas cambalhotas, sendo que eu já acho pouco provável. As dores acontecem muito de noite e de madrugada e chegam tirar noites seguidas de sono e descanso. Durante o dia eu tento repousar, mas nem sempre é possível quando se tem os cuidados de um filhote e 2 anos e 3 mêses.
- Nos dias que o filhote está na creche. Eu tento fazer umas saidinhas. Fazer umas comprinhas, lanchar ou tomar um café em algum lugar. Ir ao cinema (fui com a minha mãe assistir Water for Elephants). Foi bom pra relaxar.
- Vou semanalmente para as minhas consultas no hospital novo. Toda vez é com um outro médico. Isso tem vantagem e desvantagem, já que na hora H. eu pelo menos já conhecí uma boa parte deles em vez de 1 só. Desvantagem pode ser o seguimento das minhas conversas, mas todos até agora tem sido muito bons e profissionais. Quando conversamos sobre as possibilidades, por mais que a gente continue seguindo (e eu respeitando) as normas Holandesas, eu esponho os meus limites e eles tem respeitado. Como por ex. Até semana passada a menina estava transversal. Eles queriam fazer um 'versie' (virar o/a bebê na minha barriga manualmente para a posição de parto normal). Eu recusei. Disse que não irei forçar a natureza e que eles não podiam me dar nenhuma garantia. ë o meu direito e eles não podem obrigar. No final das contas, a menina virou por si só (eu gostando ou não) sem precisar forçar a natureza e correr riscos do tratamento. Eles respeitaram a minha escolha. Isso tem me dado uma certa tranquilidade, por mais que todas as vezes eu tenho que explicar os meus limites.
- Confesso ter medo do parto normal. Por incrível que pareça não é nem por causa da dor, por que eu já sentí antes. Já sei como é. Meu medo é do corte (epi) ou de ter um 'kunstverlossing' (tirar o bebê à vacuum ou alicate. Coisas pra mim que não entram na categoria 'parto normal de sucesso', por mais que Holandês defina como sucesso. Ou, que eu tenha de novo uma cesária de emergência e tenha que ser de novo com anestesia geral. Esse é o meu último parto/gravidez. No que depender de mim, não haverá outro. Então, estar presente conscientemente (com anestesia) durante esse parto é importante pra mim. Ou então é o meu medo que haja alguma complicação séria como a ruptura da primeira cicatriz.
- Médicos e parteiras aconselham falar sobre os (meus) medos. Ir com medo trancado no peito para um parto é um péssimo começo, mas muitas pessoas, muito bem intencionadas, eu sei, dão conselhos ou comentários que não ajudam em nada. Eu tenho andado muito chata esses útlimos dias. Isso tem sido uns dos motivos que as vezes nem apareço ou só desabafo para pessoas mais íntimas.
É difícil para pessoas queridas (às vezes) entenderem e eu tenho que calar a boca pra não magoar ninguém e me arrepender depois.
Outro dia eu falei com uma amiga e eu disse, ou melhor, descreví pra ela o cenário e pedí pra ela tentar se colocar nele: Você está com dores no corpo todo. Costas, barriga, na 'cruz' (como Holandês fala para virilha), seus hormônios à 1000 (pior do que ataque de TPM), dores de cabeça, azia e noites seguidas sem dormir (por causa das dores e NADA ajuda.). Você mal consegue se agachar. Curvar está impossível (tem 1 pé na minha costela e outro na altura do estômago). Ansiosa e ao mesmo tempo com medo de como e quando vai acontecer o parto. Ou seja, vc está super-sensível e ranziza emocionalmente, psicologicamente e fisicamente falando. Sem falar que você ainda tem os cuidados de seu outro filho que você ama com cada célula do seu corpo, mas que as vezes você se tranca no banheiro para ter um pouco de sossego ou com medo de perder a paciência com ele, já que ele não merece essa mãe monstra. Você SABE que tem que relaxar, se acalmar, respirar fundo, relativizar e tudo mais e vem alguém, por mais querida que seja e te diz: "Calma! Relaxa! Milhares de mulheres já tiveram filhos no mundo inteiro... Isso que você está passando não é novidade."
Pense comigo: Como você se sentiria? Vvocê acha que eu não sei disso tudo? Agora, será que não se esqueceram de um pequeno detalhe nessa história toda?... Na hora do pegapracapá, sou EU que tenho que fazer 'o serviço'. O parto, a barriga, corpo e tudo é meu, não é do mundo. Há sim pessoas presentes pra me ajudar na hora, mas no final das contas, sou só EU que estou parindo. Já que parto em sí, é um ato egoísta de uma pessoa só, dei-me licensa de ser egoísta nos meus sentimentos...
E eu sei, se você chegou até aqui, nesse parágrafo, você já deve estar pensando o quanto eu estou de saco cheio, chata e ranziza há essas alturas (pode encher de báh alí embaixo do post!). É verdade. E eu sou gente. Eu tenho dias bons e ruins.
E hoje, por mais que eu tenha passado o dia dentro de casa (coisa que me sufoca depois de alguns dias), eu passei o dia assitindo uns shows da Oprah, inclusive o último deles, que foi simples, mas perfeito. Chorei muito, muiiito mesmo. Mas, foi o melhor pep-talk e conselhos que eu pude receber que nenhum médico, amigo ou familiar pudesse me dar e que me acalmasse psicologicamente pro parto. Acho que vou repetí-lo quase que diariamente e todas as vezes que eu tiver uma 'queda' de espírito...
Quem puder, assista! (Aqui vai a primeira parte. Tem várias partes que podem ser vistas no Youtube. A 2 últimas partes são as melhores).
- Tive uns dias difíceis. Sentí muitas dores por que a menina se virou e como já estou quase na reta de chegada (amanhã completo 39 semanas), essas 'viradas' não vão sem dores, contusões e até mesmo hematômas. Agora ela está na posição certa. Mas, continua não encaixada. O que significa que ela ainda pode dar umas cambalhotas, sendo que eu já acho pouco provável. As dores acontecem muito de noite e de madrugada e chegam tirar noites seguidas de sono e descanso. Durante o dia eu tento repousar, mas nem sempre é possível quando se tem os cuidados de um filhote e 2 anos e 3 mêses.
- Nos dias que o filhote está na creche. Eu tento fazer umas saidinhas. Fazer umas comprinhas, lanchar ou tomar um café em algum lugar. Ir ao cinema (fui com a minha mãe assistir Water for Elephants). Foi bom pra relaxar.
- Vou semanalmente para as minhas consultas no hospital novo. Toda vez é com um outro médico. Isso tem vantagem e desvantagem, já que na hora H. eu pelo menos já conhecí uma boa parte deles em vez de 1 só. Desvantagem pode ser o seguimento das minhas conversas, mas todos até agora tem sido muito bons e profissionais. Quando conversamos sobre as possibilidades, por mais que a gente continue seguindo (e eu respeitando) as normas Holandesas, eu esponho os meus limites e eles tem respeitado. Como por ex. Até semana passada a menina estava transversal. Eles queriam fazer um 'versie' (virar o/a bebê na minha barriga manualmente para a posição de parto normal). Eu recusei. Disse que não irei forçar a natureza e que eles não podiam me dar nenhuma garantia. ë o meu direito e eles não podem obrigar. No final das contas, a menina virou por si só (eu gostando ou não) sem precisar forçar a natureza e correr riscos do tratamento. Eles respeitaram a minha escolha. Isso tem me dado uma certa tranquilidade, por mais que todas as vezes eu tenho que explicar os meus limites.
- Confesso ter medo do parto normal. Por incrível que pareça não é nem por causa da dor, por que eu já sentí antes. Já sei como é. Meu medo é do corte (epi) ou de ter um 'kunstverlossing' (tirar o bebê à vacuum ou alicate. Coisas pra mim que não entram na categoria 'parto normal de sucesso', por mais que Holandês defina como sucesso. Ou, que eu tenha de novo uma cesária de emergência e tenha que ser de novo com anestesia geral. Esse é o meu último parto/gravidez. No que depender de mim, não haverá outro. Então, estar presente conscientemente (com anestesia) durante esse parto é importante pra mim. Ou então é o meu medo que haja alguma complicação séria como a ruptura da primeira cicatriz.
- Médicos e parteiras aconselham falar sobre os (meus) medos. Ir com medo trancado no peito para um parto é um péssimo começo, mas muitas pessoas, muito bem intencionadas, eu sei, dão conselhos ou comentários que não ajudam em nada. Eu tenho andado muito chata esses útlimos dias. Isso tem sido uns dos motivos que as vezes nem apareço ou só desabafo para pessoas mais íntimas.
É difícil para pessoas queridas (às vezes) entenderem e eu tenho que calar a boca pra não magoar ninguém e me arrepender depois.
Outro dia eu falei com uma amiga e eu disse, ou melhor, descreví pra ela o cenário e pedí pra ela tentar se colocar nele: Você está com dores no corpo todo. Costas, barriga, na 'cruz' (como Holandês fala para virilha), seus hormônios à 1000 (pior do que ataque de TPM), dores de cabeça, azia e noites seguidas sem dormir (por causa das dores e NADA ajuda.). Você mal consegue se agachar. Curvar está impossível (tem 1 pé na minha costela e outro na altura do estômago). Ansiosa e ao mesmo tempo com medo de como e quando vai acontecer o parto. Ou seja, vc está super-sensível e ranziza emocionalmente, psicologicamente e fisicamente falando. Sem falar que você ainda tem os cuidados de seu outro filho que você ama com cada célula do seu corpo, mas que as vezes você se tranca no banheiro para ter um pouco de sossego ou com medo de perder a paciência com ele, já que ele não merece essa mãe monstra. Você SABE que tem que relaxar, se acalmar, respirar fundo, relativizar e tudo mais e vem alguém, por mais querida que seja e te diz: "Calma! Relaxa! Milhares de mulheres já tiveram filhos no mundo inteiro... Isso que você está passando não é novidade."
Pense comigo: Como você se sentiria? Vvocê acha que eu não sei disso tudo? Agora, será que não se esqueceram de um pequeno detalhe nessa história toda?... Na hora do pegapracapá, sou EU que tenho que fazer 'o serviço'. O parto, a barriga, corpo e tudo é meu, não é do mundo. Há sim pessoas presentes pra me ajudar na hora, mas no final das contas, sou só EU que estou parindo. Já que parto em sí, é um ato egoísta de uma pessoa só, dei-me licensa de ser egoísta nos meus sentimentos...
E eu sei, se você chegou até aqui, nesse parágrafo, você já deve estar pensando o quanto eu estou de saco cheio, chata e ranziza há essas alturas (pode encher de báh alí embaixo do post!). É verdade. E eu sou gente. Eu tenho dias bons e ruins.
E hoje, por mais que eu tenha passado o dia dentro de casa (coisa que me sufoca depois de alguns dias), eu passei o dia assitindo uns shows da Oprah, inclusive o último deles, que foi simples, mas perfeito. Chorei muito, muiiito mesmo. Mas, foi o melhor pep-talk e conselhos que eu pude receber que nenhum médico, amigo ou familiar pudesse me dar e que me acalmasse psicologicamente pro parto. Acho que vou repetí-lo quase que diariamente e todas as vezes que eu tiver uma 'queda' de espírito...
Quem puder, assista! (Aqui vai a primeira parte. Tem várias partes que podem ser vistas no Youtube. A 2 últimas partes são as melhores).
terça-feira, 17 de maio de 2011
Post de grávidas...
Jiggy - a lady daqui de casa
Pois é, eu primeiramente já desconfiava e nos últimos tempos já tinha certeza, mas a minha gatinha Jiggy (a irmã da Luna) está prenha. A previsão pros filhotes dela nascerem pode ser essa semana ou na semana que vem. A barriga dela já está gigantesca e a questão agora é saber quantos filhotes serão.
Alguém se atreve a advinhar? Fora isso, alguém aí já interessado em gatinho(s) lindo(s) de uma mistura de Maine Coon com vira-lata (depois que tiverem desmamados, obviamente)? :)
Sobre a minha gravidez:
Hoje fiz mais um ultrason pra ver o crescimento do bebê seguida de uma consulta com (outro) ginecologista.
Eu também já conhecia esse médico e eu já estava feliz que seria ele a me atender.
E a pérola da consulta foi:
Eu: é, o Sr também estava na noite do meu (primeiro) parto e fez alguns dos controles naquela noite...
Ele: é, eu não a reconheço, mas o seu marido eu me recordo levemente... Sabe como é, a mulher sempre aparenta diferente durante e após o parto, já o homem, de fisionomia, não muda (muito), então é geralmente deles que eu me lembro...'
Como se naquela noite ele estivesse mesmo ocupado olhando a minha cara, né?! Haha!
Seguindo a consulta. Nós falamos sobre o meu plano de parto e ele entendeu as minhas preocupações. No momento, eis a minha situação:
- Estou com 37 semanas e 4 dias. Geralmente nessa fase o (a) bebê já está na posição normal de parto (cabeça pra baixo). No meu caso, a menina voltou a ficar em posição horizontal, (cabeça do lado esquerdo, coluna no meu estômago e bumbum nas minhas costelas do lado direito) mesmo que 2 semanas atrás o ginecologista tenha virado ela (empurrando na barriga com as mãos) para ela ir para a posição correta. Ou seja, ela voltou a desvirar...
- Eu tenho ainda bastante líquido amniótico, acima da medida geral, de forma que a menina ainda consegue se virar bastante (e me deixando toda dolorida por dentro e por fora!). O ginecologista de hoje disse que podíamos tentar virar. Recusei. Já que já fizeram 2 semanas atrás e ela voltou a virar do mesmo jeito. Sem falar que não há garantia que dê certo (ainda mais nesse estádio e com muita água ainda pra ela se mexer). Ele respeitou a minha escolha (ainda mais por que eu não sou obrigada a fazer esse 'tratamento' de virada do bebê que também tem seus riscos). E vai ficar assim até o final se a menina não pregar mais surpresas para mim...
- De acordo com o resultado do ultrason, a menina tem as proporções normais de cabeça e pernas, mas o tamanho da barriga tá acima da média. Isto pode indicar nesse caso o risco de 'diabetes gestacional'. Por mais que nessa altura do campeonato não há nada que se possa fazer, o médico me pediu mais um exame de sangue para determinar e se ter certeza se estou ou não com esta forma de diabetes (com certeza é culpa dos meus doces do chá de bebê e das festinhas dos 2 últimos fins de semana que foram acompanhados de muitas sobremesas!...). Se tiver, isso deverá aumentar ainda mais as chances de uma cesária no meu caso, mesmo ela virando na posição certa para o parto normal. Enfim, também já fiz esse exame na primeira gravidez e por mais que não há nada que se possa fazer agora, eu irei moderar no açúcar nas próximas semanas para evitar maiores males.
- Semana que vem eu tenho mais um controle. Aí vai ser quase que decisivo. Se a menina continuar na horizontal, é cesária na cabeça (digo, na barriga. Bebê nessa posição sempre dá cesária) e será planejada, por que os riscos são muito grandes. Já iremos até marcar a data, mesmo que no dia, antes de fazer a operação eles façam mais um ultrason pra ver se ela não se virou de novo pra posição normal. (puff! Imaginem só! No último momento determinar que a cesária não vai mais adiante?... ).
Se ela virar para a posição normal até semana que vem, ainda vai ser tentado o parto normal como indica as normas da Holanda.
De qualquer jeito, se a minha bolsa estourar, (e ela não tiver virado pra posição normal e se encaixado) eu tenho mesmo que me deitar e 'correr' pro hospital.
Ainda tem muitas incertezas nas semanas finais dessa minha gestação e por isso, os meus passeios ficaram limitados somente para a região da minha cidade e do hospital, já que se acontecer algo e eu estiver em algum lugar mais longe, vai complicar o meu transporte e situação.
É isso!... Haja eu controlar os meus nervos e ansiedade até a(s) próxima(s) consulta(s).
Aguenta coração!....
Pois é, eu primeiramente já desconfiava e nos últimos tempos já tinha certeza, mas a minha gatinha Jiggy (a irmã da Luna) está prenha. A previsão pros filhotes dela nascerem pode ser essa semana ou na semana que vem. A barriga dela já está gigantesca e a questão agora é saber quantos filhotes serão.
Alguém se atreve a advinhar? Fora isso, alguém aí já interessado em gatinho(s) lindo(s) de uma mistura de Maine Coon com vira-lata (depois que tiverem desmamados, obviamente)? :)
Sobre a minha gravidez:
Hoje fiz mais um ultrason pra ver o crescimento do bebê seguida de uma consulta com (outro) ginecologista.
Eu também já conhecia esse médico e eu já estava feliz que seria ele a me atender.
E a pérola da consulta foi:
Eu: é, o Sr também estava na noite do meu (primeiro) parto e fez alguns dos controles naquela noite...
Ele: é, eu não a reconheço, mas o seu marido eu me recordo levemente... Sabe como é, a mulher sempre aparenta diferente durante e após o parto, já o homem, de fisionomia, não muda (muito), então é geralmente deles que eu me lembro...'
Como se naquela noite ele estivesse mesmo ocupado olhando a minha cara, né?! Haha!
Seguindo a consulta. Nós falamos sobre o meu plano de parto e ele entendeu as minhas preocupações. No momento, eis a minha situação:
- Estou com 37 semanas e 4 dias. Geralmente nessa fase o (a) bebê já está na posição normal de parto (cabeça pra baixo). No meu caso, a menina voltou a ficar em posição horizontal, (cabeça do lado esquerdo, coluna no meu estômago e bumbum nas minhas costelas do lado direito) mesmo que 2 semanas atrás o ginecologista tenha virado ela (empurrando na barriga com as mãos) para ela ir para a posição correta. Ou seja, ela voltou a desvirar...
- Eu tenho ainda bastante líquido amniótico, acima da medida geral, de forma que a menina ainda consegue se virar bastante (e me deixando toda dolorida por dentro e por fora!). O ginecologista de hoje disse que podíamos tentar virar. Recusei. Já que já fizeram 2 semanas atrás e ela voltou a virar do mesmo jeito. Sem falar que não há garantia que dê certo (ainda mais nesse estádio e com muita água ainda pra ela se mexer). Ele respeitou a minha escolha (ainda mais por que eu não sou obrigada a fazer esse 'tratamento' de virada do bebê que também tem seus riscos). E vai ficar assim até o final se a menina não pregar mais surpresas para mim...
- De acordo com o resultado do ultrason, a menina tem as proporções normais de cabeça e pernas, mas o tamanho da barriga tá acima da média. Isto pode indicar nesse caso o risco de 'diabetes gestacional'. Por mais que nessa altura do campeonato não há nada que se possa fazer, o médico me pediu mais um exame de sangue para determinar e se ter certeza se estou ou não com esta forma de diabetes (com certeza é culpa dos meus doces do chá de bebê e das festinhas dos 2 últimos fins de semana que foram acompanhados de muitas sobremesas!...). Se tiver, isso deverá aumentar ainda mais as chances de uma cesária no meu caso, mesmo ela virando na posição certa para o parto normal. Enfim, também já fiz esse exame na primeira gravidez e por mais que não há nada que se possa fazer agora, eu irei moderar no açúcar nas próximas semanas para evitar maiores males.
- Semana que vem eu tenho mais um controle. Aí vai ser quase que decisivo. Se a menina continuar na horizontal, é cesária na cabeça (digo, na barriga. Bebê nessa posição sempre dá cesária) e será planejada, por que os riscos são muito grandes. Já iremos até marcar a data, mesmo que no dia, antes de fazer a operação eles façam mais um ultrason pra ver se ela não se virou de novo pra posição normal. (puff! Imaginem só! No último momento determinar que a cesária não vai mais adiante?... ).
Se ela virar para a posição normal até semana que vem, ainda vai ser tentado o parto normal como indica as normas da Holanda.
De qualquer jeito, se a minha bolsa estourar, (e ela não tiver virado pra posição normal e se encaixado) eu tenho mesmo que me deitar e 'correr' pro hospital.
Ainda tem muitas incertezas nas semanas finais dessa minha gestação e por isso, os meus passeios ficaram limitados somente para a região da minha cidade e do hospital, já que se acontecer algo e eu estiver em algum lugar mais longe, vai complicar o meu transporte e situação.
É isso!... Haja eu controlar os meus nervos e ansiedade até a(s) próxima(s) consulta(s).
Aguenta coração!....
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Do dia-à-dia...
- Meu dia de sossego! Marido trabalhando. Filhote na creche.
- Hoje à tarde estão vindo 'os omis' pra colocar o carpete na minha escada. Será mais um item riscado da lista. Fora isso, marido planeja pintar este finde a última parede do hall de entrada. E aí, a reforma do hall estará pronta. Só falta mandar ver um novo 'kapstok' (porta-casaco?).
- Aproveitei que ficarei o dia todo em casa pra lavar as roupas de bebê. E já comecei arrumar a malinha pro hospital. Tô vendo se deixo tudo pronto e não falte nada caso a menina venha antes da hora.
Sobre a gravidez:
Da gravidez, eu tenho muito que falar. Tive a minha transferência pro gineco no hospital novo da cidade. Finalmente, um prédio 'atual', sem aparência, nem azulejos estilo anos 70 que já dava nojo e medo de que eu tivesse voltado ao passado!
Enfim, o gineco, que foi quem fez a minha cesária, fez um ultrason e durante o exame, a pequena que estava na posição certa, mas não encaixada, voltou a se virar e ficar horizontal. Como ela se mexe muito ainda, ele disse que ela ainda estava 'instável'. Ou seja, caso a bolsa estoure, eu tenho que deitar no chão, seja aonde for (na rua, na loja, em casa) e ligar pro hospital, por que corre o risco do cordão umbilical descer primeiro.
Fora isso, falamos sobre o meu primeiro parto e sobre o meu plano de parto que deverei finalizar agora e levar para a próxima consulta daqui à 2 semanas. De quebra, ele ainda me pediu para fazer exame de sangue e mais um ultrason para medir o crescimento da menina.
Enfim, daqui há 2 semanas saberemos mais...
Fui!
- Hoje à tarde estão vindo 'os omis' pra colocar o carpete na minha escada. Será mais um item riscado da lista. Fora isso, marido planeja pintar este finde a última parede do hall de entrada. E aí, a reforma do hall estará pronta. Só falta mandar ver um novo 'kapstok' (porta-casaco?).
- Aproveitei que ficarei o dia todo em casa pra lavar as roupas de bebê. E já comecei arrumar a malinha pro hospital. Tô vendo se deixo tudo pronto e não falte nada caso a menina venha antes da hora.
Sobre a gravidez:
Da gravidez, eu tenho muito que falar. Tive a minha transferência pro gineco no hospital novo da cidade. Finalmente, um prédio 'atual', sem aparência, nem azulejos estilo anos 70 que já dava nojo e medo de que eu tivesse voltado ao passado!
Enfim, o gineco, que foi quem fez a minha cesária, fez um ultrason e durante o exame, a pequena que estava na posição certa, mas não encaixada, voltou a se virar e ficar horizontal. Como ela se mexe muito ainda, ele disse que ela ainda estava 'instável'. Ou seja, caso a bolsa estoure, eu tenho que deitar no chão, seja aonde for (na rua, na loja, em casa) e ligar pro hospital, por que corre o risco do cordão umbilical descer primeiro.
Fora isso, falamos sobre o meu primeiro parto e sobre o meu plano de parto que deverei finalizar agora e levar para a próxima consulta daqui à 2 semanas. De quebra, ele ainda me pediu para fazer exame de sangue e mais um ultrason para medir o crescimento da menina.
Enfim, daqui há 2 semanas saberemos mais...
Fui!
domingo, 1 de maio de 2011
Meu Segundo Chá-de-bêbe...
O bolo pronto com filhote de fundo. Foi ele que escolheu o 'design' dos exemplos que eu estava olhando na net. Ele só sabia dizer "leuk" (legal)...
O bolo do chá-de-bebê era com recheio de doce de abóbora (caseiro) feito pela minha mãe.
O outro lado do bolo...
O 'buffet' pronto. Docinhos e salgadinhos brasileiros à vontade!
De autoria minha são: todos os docinhos da festa, mais as empadas e o bolo (feito com a ajuda da minha mãe)
As esfirras e a torta de ricota foram feitos pela minha mãe e o os outros salgadinhos (quibe, risoles, coxinha, croquete de camarão e carne) eu encomendei com a Helô do "Quitutes da Helô".
O bolo de novo com os docinhos e salgadinhos de fundo...
Foto de cajazeiras...
Mami Belga, eu, minha irmã Kika, Alice e Bia
As mulheres cajazeiras da minha família...
A boneca Lisa com o filhote já de olho. Olha lá!...
Festa com Brasileiro é assim. Ocorre boa parte na cozinha: o melhor, aonde está a comida e bebida. E Betinha tirando a barriga da miséria. Deixa a mãe dela ver esta foto! :)
Eu e a (futura) madrinha da filhota atrás da comida! :)
PS: 1- Pena foi que no disparate, me esquecí de bater mais fotos do resto da turma e da outra mesa na sala que também tinhas mais salgadinhos e doces. Mas, só por essas fotos já deu pra dar uma idéia de como foi bom!
2- As amigas, brigadão pela presença e presentes! Foi tudodebom! ;)3- Clique nas fotos para ampliá-las
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Fim, Finito, Eind!
Meu último dia de trabalho antes da licensa!
Ok. ainda falta eu terminar uma tarefinha e mandar 2 e-mails, mas sem pressão!
Agora começa o meu momento 'Zeeeen', ou assim, eu espero!...
Fui!
Ok. ainda falta eu terminar uma tarefinha e mandar 2 e-mails, mas sem pressão!
Agora começa o meu momento 'Zeeeen', ou assim, eu espero!...
Fui!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Estatísticas e maiores informações sobre parto na Holanda após uma cesária no histórico
O post é grande! Sente e pegue seu drink, caso o assunto lhe interesse!...
Vou ser sincera. Eu gosto de estatística para ter uma idéia, formar uma opinião sobre o assunto de forma geral. No caso de gravidez e parto, ou até mesmo, saúde em geral, eu quero ter noção das chances, riscos e fatores do que pode acontecer. Porém, não sigo as estatísticas como certeza, por que eu já fui 'exceção' em várias situações. De forma que, a estatística geral não funcionou, mas serviu, pelo menos, como meio para eu aprender a relativizar os casos e não ser tão 'preto no branco'.
Além do mais, em se falando de números, ninguém gosta de ser tratada como um, não é mesmo?
Mas, para quem interessar possa e para quem tiver à procura de informações e probabilidades, deixa eu dividir aqui alguns números e fontes de informação aqui na Holanda sobre (um próximo) parto depois de uma cesária.
Fonte: NVOG - Nederlandse Vereniging voor Obstetrie & Gynaecologie. [Associação Holandesa de Obstetria e Ginecologia].
Documento: Zwangerschap_en_bevalling_na_een_voorgaande_sectio_caesarea[1] [Gravidez e parto depois de uma cesária]
Resumo & traduzido:
O número de cesárias na Holanda aumento de 7,4% em 1990 para 15,1% em 2007. ( A percentage de cesárias na Itália é de 22%, na Inglaterra, 21% e o Brasil tem a mais alta de todos os países 50%. Em algumas clínicas os partos são 100% cesárias). A Holanda é o país (Europeu)com o número mais baixo de cesárias. Mesmo assim, este número vem aumentando anualmente.
Devido a essa mudança, o número de mulheres com um parto cesária precendente está aumentando também e exigindo assim, um estudo maior das consequências em uma próxima gravidez e parto seguinte.
Os riscos de uma tentativa de um parto normal depois de uma primeira cesária (Trial of Labour - TOL), inclusive uma segunda cesária (não planejada) são medidos e comparados com os riscos de uma segunda cesária planejada (Electieve repeat sectio - ERCS]. Os riscos e chances são difíceis de serem determinados, por isso, as direções definidas nesse documento servem somente para ajudar no 'counseling'/conselho a uma paciente grávida com parto cesariana no histórico.
Contra-indicações para um TOL (Tentativa de um parto normal) e parto normal após uma cesária.
- Incisão vertical, 3 ou mais partos cesárias no histórico, ruptura de útero no histórico.
As chances de uma ruptura de útero de uma cesária de incisão vertical varia entre 2 à 9% dos casos.
A percentagem das outras contra-indicações não são conhecidas, mas devido o histórico, a decisão é de ter uma cesária planejada em caso de uma seguinte gravidez.
PS; Dependo da causa, caso haja um histórico de aborto (natural) ou curetagen, um parto normal pode ser contra-indicado! [No estudo não se explica os casos onde essa exceção se aplica...].
As chances de uma tentativa bem sucedida de um parto normal (em casos de bebês com peso acima de 4kg baixam de 74% --> 62%, sendo que o pêso de um bebê é difícil de ser constatado antes (da tentativa) do parto.
Fora esses casos, foi constatado que há um risco 2-3 maior de ocorrer uma ruptura de útero numa próxima gestação se intervalo de tempo entre uma gravidez com parto cesária e uma seguinte gestação for entre 12-24 mêses.
Tentativas de parto normal após cesária bem-sucedidas
Na Holanda, entre 2002 e 2003 foi feito um estudo com 4.596 mulheres que tiveram uma cesariana (ou mais) precedente. 72% desses casos tentaram o parto normal. Desses 72% , 76% terminaram em partos normais bem sucedidos. Já em outro estudo, o número baixou paral 54% dos casos.
Em outros estudos foi tentado fazer uma análise e prognóstico de quais são os casos de maior chance de sucesso de um parto normal após uma cesária e quais são os casos com maiores chances de uma segunda cesária.
Nisso foi concluído que: Um fator importante e positivo na chance de um parto normal após uma cesárria é já ter tido um parto normal no histórico (principalmente antes da cesariana).
Já os fatores menos ou não favoráveis e que acabam terminando em uma segunda cesária são:
Indução do parto (Inleiding em Holandês), nenhum parto normal no histórico, BMI >30 e uma cesária anterior devido a falta de progresso na dilatação (ou uma dilatação estagnada). Se todos esses fatores estão presentes numa próxima gestação a chance de ter um parto normal bem sucedido é de 40%.
Além desses fatores, há outros também que influenciam como: uma gestação >41 semanas, o pêso do bebê acima 4kg, idade da mãe ser mais avançada (acima da média), cesárias anteriores prematuras (por problemas médicos), período de uma gravidez e outra ser curto (<2 anos), altura da mãe (<1, 55m). A conclusão dos resultados dos estudos é que não é possível indicar as chances de um parto normal bem sucedido para cada paciente, devido aos fatores. Eles servem, no entanto, para um bom acompanhamento e conselho ao paciente. Risco de ruptura do útero:
Na literatura, o número de casos de ruptura são entre 0,2%-1,5%. Num estudo entre 2002-2003, o número de casos foram 15 entre 1000 TOL (tentativas de parto normal), sem o uso de medicamentos para o estimulo de contrações o número baixou para 8 casos em 1000 TOL. O número de morte natalina devido à ruptura do útero (uma das possíveis consequências) foi de 1,2 entre 1000. A chance de uma histerectomia (retirada do útero) devido a uma ruptura foi de 0,5 entre 1000.
Na prática, não há possibilidade de fazer uma previsão das chances de ruptura de útero por paciente. Em geral, os fatores que aumentam o risco de uma ruptura são os mesmos fatores não favoráveis a uma tentativa de parto normal.
Uso de medicamentos para indução de parto ou aumento de contrações num TOL
Em vários estudos foi comprovado que o uso desses medicamentos aumentam a chance de uma segunda cesária. Em mulheres sem parto normal no histórico a chance de uma segunda cesária após indução é de 38% contra 28% se o parto início naturalmente.
Na literatura em geral não foi comprovado, no entanto, que o uso específico de certo medicamento aumenta o risco de uma ruptura de útero.
Durante o parto
No início das contrações é necessário registrar o ritmo cardíaco do bebê através de um CTG (cardiograma). Anomalias no CTG, como bradicardia (ritmo cardíaco lento) persistente, é uma maneira de reconhecer uma possível ruptura do útero.
Anestesia através de uma peridural não é contra-indicada. (Ao contrário do que a minha parteira disse!!!).
Cesária Planejada
Nenhum tipo de parto (normal ou cesária) após uma cesária não é sem riscos. Uma cicatriz no útero fica um ponto fraco e fator de risco. Os riscos aumentam com o número de cesárias no histórico. Além de problemas com a placenta (caso haja histórico), tem outros tipos de riscos como danos na bexiga (risco de perfuração), intestino, histerectomia, perda extrema de sangue requisitando assim transfusão, longa duração da operação e internamento hospitalar. Além disso, a maior risco de hematomas, infecção, trombose, complicações com anestesia e altos custos. (Pausa: Claaaro que esse não podia faltar na lista de Holandês e seguro de saúde, nénão? E eu pago 1.200€ por ano em seguro de saúde pra quê, sem quase nunca estar doente?)
Resultado sobre a natalidade
De acordo com um estudo Americano, em caso de parto normal após uma cesária a chance de mortalidade infantil é de 4 entre 10.000 partos, enquanto de numa cesária planejada a chance é de 1,4 em 10.000. No caso de ‘hypoxia’ (falta de oxigênio) num parto normal é de 0,08% (7,8 em 10.000). Metade desses casos são proveniente de uma ruptura do útero.
O caso de morte infantil em casos de ruptura de útero é mais alta que a taxa normal de mortalidade infantil. 12 em 10.000.
O risco de problemas respiratórios em uma cesária planejada é maior e dependente da duração da gestação. Por isso, em uma cesária planejada é aconselhado fazer a partir da 39ª semana, no qual o risco diminui de 8% (entre as semanas 37 e 38) para 5,5% entre a semana 38 e 39, para 3,4% depois da semana 39.
Counseling
Mulheres com uma cesária no histórico e sem complicações na atual gestação e sem contra-indicação para um parto normal devem ser informadas sobre as diferenças de parto.
Os riscos de uma tentativa de parto normal (TOL), inclusive as chances de uma próxima cesária e de uma cesária planejada devem ser medidos e verificados de acordo com a situação do paciente.
Além disso, deve ser conversado com o paciente o desejo de ter mais filhos. Já que quanto maior o número de cesárias, maior o número de riscos.
A definição do termo “couseling” é que ambas as opções de parto (normal ou cesária) estão abertas na conversa. No entanto, medo de parto normal normal é visto como uma razão errada para ser ter uma cesária, do qual também incluí vários riscos.
Compromissos/acordos entre médico e paciente devem ser feitos de forma clara a fim de limitar os medos do paciente. A decisão e compromissos devem ser documentados e de preferência antes da semana 37 da gestação.
Os seguintes riscos devem ser medidos e conversados:
- Chance de um parto normal em tentativas é de 72%-75%.
- Chance de ruptura de útero é 0.5 -1,5% (em contrações normais/naturais).
- Maior chance de ruptura de útero após uso de medicamentos para estimular contrações/ indução.
- Os riscos e benefícios de uma cesária.
- Se informar sobre desejo de mais filhos e levar isso em consideração na decisão do tipo de parto.
- Chances de placenta preavia e/ou accreta em outras gestações no caso de parto planejado.
- Decisão do que fazer caso a paciente tenha início de parto antes da data da cesária planejada.
Bem, agora que eu botei todo esse monte de informação aqui, na próxima vez eu coloco detalhes do meu novo plano de parto (geboorteplan) e vai ficar mais fácil entender as minhas escolhas. Também espero que ajude outras Brasileiras na mesma situação aqui na Holanda a tomarem suas decisões, além de que essas informações devem facilitar uma conversa com o(a) médico(a) sobre o seu parto.
Afinal de contas, uma pessoa bem informada vale por duas, não é mesmo? ;)
Vou ser sincera. Eu gosto de estatística para ter uma idéia, formar uma opinião sobre o assunto de forma geral. No caso de gravidez e parto, ou até mesmo, saúde em geral, eu quero ter noção das chances, riscos e fatores do que pode acontecer. Porém, não sigo as estatísticas como certeza, por que eu já fui 'exceção' em várias situações. De forma que, a estatística geral não funcionou, mas serviu, pelo menos, como meio para eu aprender a relativizar os casos e não ser tão 'preto no branco'.
Além do mais, em se falando de números, ninguém gosta de ser tratada como um, não é mesmo?
Mas, para quem interessar possa e para quem tiver à procura de informações e probabilidades, deixa eu dividir aqui alguns números e fontes de informação aqui na Holanda sobre (um próximo) parto depois de uma cesária.
Fonte: NVOG - Nederlandse Vereniging voor Obstetrie & Gynaecologie. [Associação Holandesa de Obstetria e Ginecologia].
Documento: Zwangerschap_en_bevalling_na_een_voorgaande_sectio_caesarea[1] [Gravidez e parto depois de uma cesária]
Resumo & traduzido:
O número de cesárias na Holanda aumento de 7,4% em 1990 para 15,1% em 2007. ( A percentage de cesárias na Itália é de 22%, na Inglaterra, 21% e o Brasil tem a mais alta de todos os países 50%. Em algumas clínicas os partos são 100% cesárias). A Holanda é o país (Europeu)com o número mais baixo de cesárias. Mesmo assim, este número vem aumentando anualmente.
Devido a essa mudança, o número de mulheres com um parto cesária precendente está aumentando também e exigindo assim, um estudo maior das consequências em uma próxima gravidez e parto seguinte.
Os riscos de uma tentativa de um parto normal depois de uma primeira cesária (Trial of Labour - TOL), inclusive uma segunda cesária (não planejada) são medidos e comparados com os riscos de uma segunda cesária planejada (Electieve repeat sectio - ERCS]. Os riscos e chances são difíceis de serem determinados, por isso, as direções definidas nesse documento servem somente para ajudar no 'counseling'/conselho a uma paciente grávida com parto cesariana no histórico.
Contra-indicações para um TOL (Tentativa de um parto normal) e parto normal após uma cesária.
- Incisão vertical, 3 ou mais partos cesárias no histórico, ruptura de útero no histórico.
As chances de uma ruptura de útero de uma cesária de incisão vertical varia entre 2 à 9% dos casos.
A percentagem das outras contra-indicações não são conhecidas, mas devido o histórico, a decisão é de ter uma cesária planejada em caso de uma seguinte gravidez.
PS; Dependo da causa, caso haja um histórico de aborto (natural) ou curetagen, um parto normal pode ser contra-indicado! [No estudo não se explica os casos onde essa exceção se aplica...].
As chances de uma tentativa bem sucedida de um parto normal (em casos de bebês com peso acima de 4kg baixam de 74% --> 62%, sendo que o pêso de um bebê é difícil de ser constatado antes (da tentativa) do parto.
Fora esses casos, foi constatado que há um risco 2-3 maior de ocorrer uma ruptura de útero numa próxima gestação se intervalo de tempo entre uma gravidez com parto cesária e uma seguinte gestação for entre 12-24 mêses.
Tentativas de parto normal após cesária bem-sucedidas
Na Holanda, entre 2002 e 2003 foi feito um estudo com 4.596 mulheres que tiveram uma cesariana (ou mais) precedente. 72% desses casos tentaram o parto normal. Desses 72% , 76% terminaram em partos normais bem sucedidos. Já em outro estudo, o número baixou paral 54% dos casos.
Em outros estudos foi tentado fazer uma análise e prognóstico de quais são os casos de maior chance de sucesso de um parto normal após uma cesária e quais são os casos com maiores chances de uma segunda cesária.
Nisso foi concluído que: Um fator importante e positivo na chance de um parto normal após uma cesárria é já ter tido um parto normal no histórico (principalmente antes da cesariana).
Já os fatores menos ou não favoráveis e que acabam terminando em uma segunda cesária são:
Indução do parto (Inleiding em Holandês), nenhum parto normal no histórico, BMI >30 e uma cesária anterior devido a falta de progresso na dilatação (ou uma dilatação estagnada). Se todos esses fatores estão presentes numa próxima gestação a chance de ter um parto normal bem sucedido é de 40%.
Além desses fatores, há outros também que influenciam como: uma gestação >41 semanas, o pêso do bebê acima 4kg, idade da mãe ser mais avançada (acima da média), cesárias anteriores prematuras (por problemas médicos), período de uma gravidez e outra ser curto (<2 anos), altura da mãe (<1, 55m). A conclusão dos resultados dos estudos é que não é possível indicar as chances de um parto normal bem sucedido para cada paciente, devido aos fatores. Eles servem, no entanto, para um bom acompanhamento e conselho ao paciente. Risco de ruptura do útero:
Na literatura, o número de casos de ruptura são entre 0,2%-1,5%. Num estudo entre 2002-2003, o número de casos foram 15 entre 1000 TOL (tentativas de parto normal), sem o uso de medicamentos para o estimulo de contrações o número baixou para 8 casos em 1000 TOL. O número de morte natalina devido à ruptura do útero (uma das possíveis consequências) foi de 1,2 entre 1000. A chance de uma histerectomia (retirada do útero) devido a uma ruptura foi de 0,5 entre 1000.
Na prática, não há possibilidade de fazer uma previsão das chances de ruptura de útero por paciente. Em geral, os fatores que aumentam o risco de uma ruptura são os mesmos fatores não favoráveis a uma tentativa de parto normal.
Uso de medicamentos para indução de parto ou aumento de contrações num TOL
Em vários estudos foi comprovado que o uso desses medicamentos aumentam a chance de uma segunda cesária. Em mulheres sem parto normal no histórico a chance de uma segunda cesária após indução é de 38% contra 28% se o parto início naturalmente.
Na literatura em geral não foi comprovado, no entanto, que o uso específico de certo medicamento aumenta o risco de uma ruptura de útero.
Durante o parto
No início das contrações é necessário registrar o ritmo cardíaco do bebê através de um CTG (cardiograma). Anomalias no CTG, como bradicardia (ritmo cardíaco lento) persistente, é uma maneira de reconhecer uma possível ruptura do útero.
Anestesia através de uma peridural não é contra-indicada. (Ao contrário do que a minha parteira disse!!!).
Cesária Planejada
Nenhum tipo de parto (normal ou cesária) após uma cesária não é sem riscos. Uma cicatriz no útero fica um ponto fraco e fator de risco. Os riscos aumentam com o número de cesárias no histórico. Além de problemas com a placenta (caso haja histórico), tem outros tipos de riscos como danos na bexiga (risco de perfuração), intestino, histerectomia, perda extrema de sangue requisitando assim transfusão, longa duração da operação e internamento hospitalar. Além disso, a maior risco de hematomas, infecção, trombose, complicações com anestesia e altos custos. (Pausa: Claaaro que esse não podia faltar na lista de Holandês e seguro de saúde, nénão? E eu pago 1.200€ por ano em seguro de saúde pra quê, sem quase nunca estar doente?)
Resultado sobre a natalidade
De acordo com um estudo Americano, em caso de parto normal após uma cesária a chance de mortalidade infantil é de 4 entre 10.000 partos, enquanto de numa cesária planejada a chance é de 1,4 em 10.000. No caso de ‘hypoxia’ (falta de oxigênio) num parto normal é de 0,08% (7,8 em 10.000). Metade desses casos são proveniente de uma ruptura do útero.
O caso de morte infantil em casos de ruptura de útero é mais alta que a taxa normal de mortalidade infantil. 12 em 10.000.
O risco de problemas respiratórios em uma cesária planejada é maior e dependente da duração da gestação. Por isso, em uma cesária planejada é aconselhado fazer a partir da 39ª semana, no qual o risco diminui de 8% (entre as semanas 37 e 38) para 5,5% entre a semana 38 e 39, para 3,4% depois da semana 39.
Counseling
Mulheres com uma cesária no histórico e sem complicações na atual gestação e sem contra-indicação para um parto normal devem ser informadas sobre as diferenças de parto.
Os riscos de uma tentativa de parto normal (TOL), inclusive as chances de uma próxima cesária e de uma cesária planejada devem ser medidos e verificados de acordo com a situação do paciente.
Além disso, deve ser conversado com o paciente o desejo de ter mais filhos. Já que quanto maior o número de cesárias, maior o número de riscos.
A definição do termo “couseling” é que ambas as opções de parto (normal ou cesária) estão abertas na conversa. No entanto, medo de parto normal normal é visto como uma razão errada para ser ter uma cesária, do qual também incluí vários riscos.
Compromissos/acordos entre médico e paciente devem ser feitos de forma clara a fim de limitar os medos do paciente. A decisão e compromissos devem ser documentados e de preferência antes da semana 37 da gestação.
Os seguintes riscos devem ser medidos e conversados:
- Chance de um parto normal em tentativas é de 72%-75%.
- Chance de ruptura de útero é 0.5 -1,5% (em contrações normais/naturais).
- Maior chance de ruptura de útero após uso de medicamentos para estimular contrações/ indução.
- Os riscos e benefícios de uma cesária.
- Se informar sobre desejo de mais filhos e levar isso em consideração na decisão do tipo de parto.
- Chances de placenta preavia e/ou accreta em outras gestações no caso de parto planejado.
- Decisão do que fazer caso a paciente tenha início de parto antes da data da cesária planejada.
Bem, agora que eu botei todo esse monte de informação aqui, na próxima vez eu coloco detalhes do meu novo plano de parto (geboorteplan) e vai ficar mais fácil entender as minhas escolhas. Também espero que ajude outras Brasileiras na mesma situação aqui na Holanda a tomarem suas decisões, além de que essas informações devem facilitar uma conversa com o(a) médico(a) sobre o seu parto.
Afinal de contas, uma pessoa bem informada vale por duas, não é mesmo? ;)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Sobre o parto: opinião e dicas...
Ontem foi dia de controle da obstetrice.
Filhota que estava em 'stuitligging' (cabeça pra cima) virou e está em posição para parto normal.
Falando sério? Eu preferia que ela não tivesse virado, por que daí eu iria partir direto para uma cesarea.
[Detalhe para as grávidas na Holanda: Se o seu bebê estiver em posição contrária (stuitligging) mesmo que, a parteira ou ginecologista indiquem a tentar virá-la manualmente (na semana 37 ou 38), você pode recusar essa opção e optar pela cesarea. Você não é obrigada a se subter a esse tratamento. Ainda mais, por que isso não dá garantia nenhuma de que o bebê não voltará a virar de novo].
Como o meu primeiro parto foi cesarea não planejada e sob narcose geral (relato do parto, clique aqui), o meu 2o tem que ser feito no hospital e com acompanhamento do ginecologista devido ao risco de ruptura da cicatriz do parto anterior.
Até a semana 36 dessa gravidez o meu acompanhamento tem sido com as 'verloskundige' (parteiras 'de casa'). Aonde eu vou, são 3 que trabalham e se revezão. Não tenho problema com nenhuma delas. Na verdade, elas sempre foram muito simpáticas e seguiram todos os meus pedidos - incl. de ir para o hospital o mais rápido possível, como eu indiquei no meu plano de parto [Geboorteplan]da primeira gravidez. Agora em maio eu passarei a ter os meus controles com o ginecologista.
Ontem, numa conversa séria com a obstetrice que iniciou o parto do filhote, eu perguntei qual era a probabilidade de eu ter uma cesarea de novo. Os riscos e as experiências...
Na Holanda, dependendo muito também da razão por que o primeiro parto foi cesárea, o seguinte parto não quer dizer por definição cesarea. Na verdade, eles ainda partem do principio 'parto normal, a não ser que..'.
A minha obstetriz falou que ela indicaria o parto se iniciar naturalmente. Mas que, se caso a natureza indicasse problemas, que ela não me aconselhava a fazer o 'inleiding' (induzir o parto) e também, se caso a dilatação não correr naturalmente a não usar 'weeënopwekkers' (medicamento para estimular as contrações). Por que isso aumenta a força das contrações e estimula a pressão da cicatriz da cesarea anterior aumentando consideravelmente o risco de ruptura. Coisa que, se for por meios naturais, o risco é raro.
Achei que ela foi honesta e sincera. Pesquisei na net e o que ela falou condiz com as informações que eu achei.
Outra coisa que ela disse é que, a melhor maneira de saber se a cicatriz 'está rompendo' [ou querendo romper] é se você não tiver anestesia (peridural), por que a dor é diferente da contração de parto e eles conseguem identificar.
Com a anestesia, você não sente mais e aí pode ser tarde demais (deu até medo depois que ela falou isso!). No entanto, eu já descobrí na internet que os hospitais também tem um método ou medidor de pressão na região da cicatriz para saber os riscos de romper. E eu vou pedir/indicar que quero isso no meu 'plano de parto'.
[Acho triste que aqui na Holanda a mentalidade é de esperar que dê errado (entenda-se: rompa a cicatriz) pra fazer algo em vez de prevenir!]
O bom que todas essas informações vão me ajudar a me preparar psicologicamente para o parto, mas também vai me ajudar a elaborar o meu novo 'plano de parto' ou 'Geboorteplan' [dica do plano de parto - leia aqui].
Eu vou sim tentar deixar o parto se iniciar naturalmente, por que daí é o bebê que indica quando está pronto pra nascer. mas, se a dilatação estagnar de novo ou se o início do parto se atrazar, eu não aceitarei incentivos médicos. Pedirei cesarea. E pronto.
Filhota que estava em 'stuitligging' (cabeça pra cima) virou e está em posição para parto normal.
Falando sério? Eu preferia que ela não tivesse virado, por que daí eu iria partir direto para uma cesarea.
[Detalhe para as grávidas na Holanda: Se o seu bebê estiver em posição contrária (stuitligging) mesmo que, a parteira ou ginecologista indiquem a tentar virá-la manualmente (na semana 37 ou 38), você pode recusar essa opção e optar pela cesarea. Você não é obrigada a se subter a esse tratamento. Ainda mais, por que isso não dá garantia nenhuma de que o bebê não voltará a virar de novo].
Como o meu primeiro parto foi cesarea não planejada e sob narcose geral (relato do parto, clique aqui), o meu 2o tem que ser feito no hospital e com acompanhamento do ginecologista devido ao risco de ruptura da cicatriz do parto anterior.
Até a semana 36 dessa gravidez o meu acompanhamento tem sido com as 'verloskundige' (parteiras 'de casa'). Aonde eu vou, são 3 que trabalham e se revezão. Não tenho problema com nenhuma delas. Na verdade, elas sempre foram muito simpáticas e seguiram todos os meus pedidos - incl. de ir para o hospital o mais rápido possível, como eu indiquei no meu plano de parto [Geboorteplan]da primeira gravidez. Agora em maio eu passarei a ter os meus controles com o ginecologista.
Ontem, numa conversa séria com a obstetrice que iniciou o parto do filhote, eu perguntei qual era a probabilidade de eu ter uma cesarea de novo. Os riscos e as experiências...
Na Holanda, dependendo muito também da razão por que o primeiro parto foi cesárea, o seguinte parto não quer dizer por definição cesarea. Na verdade, eles ainda partem do principio 'parto normal, a não ser que..'.
A minha obstetriz falou que ela indicaria o parto se iniciar naturalmente. Mas que, se caso a natureza indicasse problemas, que ela não me aconselhava a fazer o 'inleiding' (induzir o parto) e também, se caso a dilatação não correr naturalmente a não usar 'weeënopwekkers' (medicamento para estimular as contrações). Por que isso aumenta a força das contrações e estimula a pressão da cicatriz da cesarea anterior aumentando consideravelmente o risco de ruptura. Coisa que, se for por meios naturais, o risco é raro.
Achei que ela foi honesta e sincera. Pesquisei na net e o que ela falou condiz com as informações que eu achei.
Outra coisa que ela disse é que, a melhor maneira de saber se a cicatriz 'está rompendo' [ou querendo romper] é se você não tiver anestesia (peridural), por que a dor é diferente da contração de parto e eles conseguem identificar.
Com a anestesia, você não sente mais e aí pode ser tarde demais (deu até medo depois que ela falou isso!). No entanto, eu já descobrí na internet que os hospitais também tem um método ou medidor de pressão na região da cicatriz para saber os riscos de romper. E eu vou pedir/indicar que quero isso no meu 'plano de parto'.
[Acho triste que aqui na Holanda a mentalidade é de esperar que dê errado (entenda-se: rompa a cicatriz) pra fazer algo em vez de prevenir!]
O bom que todas essas informações vão me ajudar a me preparar psicologicamente para o parto, mas também vai me ajudar a elaborar o meu novo 'plano de parto' ou 'Geboorteplan' [dica do plano de parto - leia aqui].
Eu vou sim tentar deixar o parto se iniciar naturalmente, por que daí é o bebê que indica quando está pronto pra nascer. mas, se a dilatação estagnar de novo ou se o início do parto se atrazar, eu não aceitarei incentivos médicos. Pedirei cesarea. E pronto.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Da gravidez...
Ontem foi dia de controle na parteira. Agora os controles passarão para a cada 2 semanas, mas com 36 semanas eu passarei para as mãos do gino no hospital.
Não que haja algum problema, mas esse é o processo quando o primeiro parto foi cesareana como no meu caso.
Por enquanto está tudo sobre controle. Só o meu ferro que andou abaixando. Estou com 6,6 e a partir de 6.3 eles mandam tomar suplemento. Minha parteira já está recomendando tomar Floradix ou RoosVicee Ferro para ajudar e não deixar baixar.
Fora isso, perdí peso. Quase 1 kg, mas nada pra se preocupar. Eu ando perdendo o apetite devido a constante azia, mas continuo me alimentando bem. Com isso, eu até agora só aumentei 6 kg.
A pressão continua normalíssima e estável como desde o início da gravidez. Assim é que é bom. E na regra geral, eu me sinto bem, mas o cansaço está começando a aumentar e as noites mal dormidas também devido a insônias e mal estar (azia, de novo!). Além de que a menina adora ficar se mexendo de noite. Se isso for previsão pra depois do nascimento, eu já sei que Amore e eu levaremos mais 2 anos até voltar a dormir direito. [Filhote só foi dormir noites inteiras e seguidas por volta do 2o ano].
Único detalhe que preciso ficar atenta, de acordo com a parteira, é com a cicatriz da cesárea. Ela está parecendo irritada e ela me perguntou se sentia dores. Disse que sentia dores por causa da pressão do bebê na área. O que é normal. Mas, se caso eu sentir dores como 'pontadas' na região, que eu devo alertar.
Oficialmente estou agora com 7 meses. Amanhã entro na semana 31. Faltam 4 semanas e 1 dia de trabalho. E sim, pra mim a contagem regressiva já começou!... ;)
Fui!
Não que haja algum problema, mas esse é o processo quando o primeiro parto foi cesareana como no meu caso.
Por enquanto está tudo sobre controle. Só o meu ferro que andou abaixando. Estou com 6,6 e a partir de 6.3 eles mandam tomar suplemento. Minha parteira já está recomendando tomar Floradix ou RoosVicee Ferro para ajudar e não deixar baixar.
Fora isso, perdí peso. Quase 1 kg, mas nada pra se preocupar. Eu ando perdendo o apetite devido a constante azia, mas continuo me alimentando bem. Com isso, eu até agora só aumentei 6 kg.
A pressão continua normalíssima e estável como desde o início da gravidez. Assim é que é bom. E na regra geral, eu me sinto bem, mas o cansaço está começando a aumentar e as noites mal dormidas também devido a insônias e mal estar (azia, de novo!). Além de que a menina adora ficar se mexendo de noite. Se isso for previsão pra depois do nascimento, eu já sei que Amore e eu levaremos mais 2 anos até voltar a dormir direito. [Filhote só foi dormir noites inteiras e seguidas por volta do 2o ano].
Único detalhe que preciso ficar atenta, de acordo com a parteira, é com a cicatriz da cesárea. Ela está parecendo irritada e ela me perguntou se sentia dores. Disse que sentia dores por causa da pressão do bebê na área. O que é normal. Mas, se caso eu sentir dores como 'pontadas' na região, que eu devo alertar.
Oficialmente estou agora com 7 meses. Amanhã entro na semana 31. Faltam 4 semanas e 1 dia de trabalho. E sim, pra mim a contagem regressiva já começou!... ;)
Fui!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Pra não falar que não falei...
Como descobrí a gravidez:
Muita gente me perguntou se o bebê é produção de terras brasileiras.
Na verdade, eu sabia dizer logo do início que eu tinha engravidado. Eu reconhecí os sintomas, mas a confirmação oficial eu fiz com um teste de farmácia em Porto Alegre no dia do aniversário do marido (27/09).
Disse que era o presente dele de aniversário. Ele, obviamente, com o seu humor típico Holandês disse com um risinho sem vergonha: 'kadootje uit eigen zak'... [tradução: presente do próprio 'bolso' (saco)]
É, né?!... Quer presente mais 'mão-de-vaca' do que esse?!
Da gravidez:
Estou me sentindo bem. Na verdade, essa gravidez está sendo mais fácil que a primeira. (Amém!)
Não tenho enjôos (também não tive na primeira), mas não tenho vontade de cozinhar e alguns cheiros me incomodam. Só botei os bofes pra fora uma vez, foi com a morte do Sky. Ataque emocional e hormônios juntos dá nisso.
Fora isso, eu tenho tomado 'vitaminas para mamãe' da Davitamon. Isso tem me ajudado muito, por que se eu não tomo, bate dor de cabeça e um cansaço a mais.
O cansaço, que foi tão pesado na primeira gravidez, dessa vez está mais 'leve'. E com isso, eu tenho dado conta do meu trabalho sem me estressar. Só noto que a minha paciência, que nunca foi em abundância, durante a gravidez fica sempre no nível negativo. Gente que quer brincar com a minha cara no trabalho e fazer joguinhos políticos (ah, tem cada um! Não dá nem pra descrever.) eu quero logo mandar pra mina, como diria Claudinha. Se eu fosse uma pessoa de má índole, esses aí estavam fufu comigo. Mas, enfim...
Amanhã eu terei a minha 2a ecografia. Já fiz a primeira quando estava com umas 8 p/ 9 semanas. E descobrí logo que, graças à Deus, não serão gemeos (acho que enlouqueceria!). Estou agora com 12 semanas à caminho da 13a. Amanhã será fixado a data esperada para o bebê nascer. Daí é contagem regressiva...
Das expectativas:
- Menina ou menino?
Não sei se será menina ou menino. Também não tenho pensado nisso. Quando estava grávida do Sven fiz vários 'testes' (tabela chinesa, pêndulo, calendário, etc...). Todos indicavam menina e você acaba criando uma imagem em cima disso. Além do mais, eu tinha um medo (bobo) de ter menino. Coisas do lado psicológico que mexem com a gente, principalmente durante a gravidez. E por isso, dessa vez, determinei que não pensarei no assunto. Não criarei expectativas. Assim é melhor pra mim.
- Do parto
Como o meu primeiro parto foi cesárea, dessa vez eu sou obrigada a ter o próximo parto no hospital. E serei transferida das obstetrices 'caseiras' para a do hospital lá pela semana 36 da gravidez.
Quando Holandeses me perguntam se isso não me incomoda, eu até acho graça. Eu nunca, absolutamente nunca, quiz, sonhei, fantasiei, ter um parto em casa. De resto, só pelo final da gravidez, verão se eu poderei ter parto normal ou cesárea. Se der cesárea, so be it! (Se der normal, que Deus me dê força...)
Da novidade no trabalho:
Antes da minha última viagem pro EUA, eu falei pro meu gerente. O que eu chamo de gente fina. E como esperado, ele foi o senhor simpatia e disse que eu não deveria me preocupar com nada, que não havia motivos para isso. E como ainda era recente, ele disse que eu não precisava contar pra ninguém ainda, nem pro 'vendedor de carros'.
Ontem, numa conversa com o 'vendedor de carros', eu contei a novidade. E ele reagiu muito bem. Para ser sincera, foi bem melhor do que eu tinha esperado.
Agora vamos ver como essa novela se desanda...
Muita gente me perguntou se o bebê é produção de terras brasileiras.
Na verdade, eu sabia dizer logo do início que eu tinha engravidado. Eu reconhecí os sintomas, mas a confirmação oficial eu fiz com um teste de farmácia em Porto Alegre no dia do aniversário do marido (27/09).
Disse que era o presente dele de aniversário. Ele, obviamente, com o seu humor típico Holandês disse com um risinho sem vergonha: 'kadootje uit eigen zak'... [tradução: presente do próprio 'bolso' (saco)]
É, né?!... Quer presente mais 'mão-de-vaca' do que esse?!
Da gravidez:
Estou me sentindo bem. Na verdade, essa gravidez está sendo mais fácil que a primeira. (Amém!)
Não tenho enjôos (também não tive na primeira), mas não tenho vontade de cozinhar e alguns cheiros me incomodam. Só botei os bofes pra fora uma vez, foi com a morte do Sky. Ataque emocional e hormônios juntos dá nisso.
Fora isso, eu tenho tomado 'vitaminas para mamãe' da Davitamon. Isso tem me ajudado muito, por que se eu não tomo, bate dor de cabeça e um cansaço a mais.
O cansaço, que foi tão pesado na primeira gravidez, dessa vez está mais 'leve'. E com isso, eu tenho dado conta do meu trabalho sem me estressar. Só noto que a minha paciência, que nunca foi em abundância, durante a gravidez fica sempre no nível negativo. Gente que quer brincar com a minha cara no trabalho e fazer joguinhos políticos (ah, tem cada um! Não dá nem pra descrever.) eu quero logo mandar pra mina, como diria Claudinha. Se eu fosse uma pessoa de má índole, esses aí estavam fufu comigo. Mas, enfim...
Amanhã eu terei a minha 2a ecografia. Já fiz a primeira quando estava com umas 8 p/ 9 semanas. E descobrí logo que, graças à Deus, não serão gemeos (acho que enlouqueceria!). Estou agora com 12 semanas à caminho da 13a. Amanhã será fixado a data esperada para o bebê nascer. Daí é contagem regressiva...
Das expectativas:
- Menina ou menino?
Não sei se será menina ou menino. Também não tenho pensado nisso. Quando estava grávida do Sven fiz vários 'testes' (tabela chinesa, pêndulo, calendário, etc...). Todos indicavam menina e você acaba criando uma imagem em cima disso. Além do mais, eu tinha um medo (bobo) de ter menino. Coisas do lado psicológico que mexem com a gente, principalmente durante a gravidez. E por isso, dessa vez, determinei que não pensarei no assunto. Não criarei expectativas. Assim é melhor pra mim.
- Do parto
Como o meu primeiro parto foi cesárea, dessa vez eu sou obrigada a ter o próximo parto no hospital. E serei transferida das obstetrices 'caseiras' para a do hospital lá pela semana 36 da gravidez.
Quando Holandeses me perguntam se isso não me incomoda, eu até acho graça. Eu nunca, absolutamente nunca, quiz, sonhei, fantasiei, ter um parto em casa. De resto, só pelo final da gravidez, verão se eu poderei ter parto normal ou cesárea. Se der cesárea, so be it! (Se der normal, que Deus me dê força...)
Da novidade no trabalho:
Antes da minha última viagem pro EUA, eu falei pro meu gerente. O que eu chamo de gente fina. E como esperado, ele foi o senhor simpatia e disse que eu não deveria me preocupar com nada, que não havia motivos para isso. E como ainda era recente, ele disse que eu não precisava contar pra ninguém ainda, nem pro 'vendedor de carros'.
Ontem, numa conversa com o 'vendedor de carros', eu contei a novidade. E ele reagiu muito bem. Para ser sincera, foi bem melhor do que eu tinha esperado.
Agora vamos ver como essa novela se desanda...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A gravidez da situação...
Eu tenho um segredo, que não é mais segredo, por que já contei em alguns lugares, mas é segredo ainda no trabalho. Já adivinharam? (No caso daqueles que ainda não sabiam, né?)
Pois é, dessa vez, a inspiração está em falta. Não sei dizer se é por que eu tenho marido, filho, casa, trabalho pra cuidar e mais o cansaço do início, ou até mesmo, por que já é a segunda vez e eu já sei o que me espera, mas a inspiração de escrever sobre o assunto está fora de mim.
Agora é esperar o meu gerente chegar de férias e começar aos poucos preparar o terreno no trabalho. Ai, ter que dar a notícia para o 'vendedor de carros' vai ser outro pé no saco... Sinceramente, essa é parte que eu menos gosto de tudo isso. Mas fazer o quê?!...
Meanwhile, eu estou me sentindo bem na medida do possível. Tenho insônias, dor de cabeça de manhã e no final da tarde, estou aos farrapos, mas enjôos (ainda) não. A data ainda tem que ser confirmada, mas está previsto para o início de junho...
E por hoje é só, folks!
Pois é, dessa vez, a inspiração está em falta. Não sei dizer se é por que eu tenho marido, filho, casa, trabalho pra cuidar e mais o cansaço do início, ou até mesmo, por que já é a segunda vez e eu já sei o que me espera, mas a inspiração de escrever sobre o assunto está fora de mim.
Agora é esperar o meu gerente chegar de férias e começar aos poucos preparar o terreno no trabalho. Ai, ter que dar a notícia para o 'vendedor de carros' vai ser outro pé no saco... Sinceramente, essa é parte que eu menos gosto de tudo isso. Mas fazer o quê?!...
Meanwhile, eu estou me sentindo bem na medida do possível. Tenho insônias, dor de cabeça de manhã e no final da tarde, estou aos farrapos, mas enjôos (ainda) não. A data ainda tem que ser confirmada, mas está previsto para o início de junho...
E por hoje é só, folks!
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
Sabem que dia é hoje?...
É sexta, é dia dos namorados e hoje também faz um ano que eu descobrí que estava(mos) esperando (por) ele...

Trilha sonora: You'll Be in My Heart - Phil Collins

Trilha sonora: You'll Be in My Heart - Phil Collins
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Nos pontinhos...
- De volta ao trabalho. No momento, estou feliz com isso. Vamos ver se eu ainda me sinto assim quandos os barracos e pepinos cairem no meu prato!...
- Meanwhile, o nosso departamento mudou de endereço. Estamos num prédio novo 'muderno' e chique! Agora estou alocada numa sala com outros 4 colegas e com direito à varias janelonas de vidro com vista para o verde e para outros prédios. Uma tranquilidade!
Além disso, o meu cliente capenga fica à dois prédios adiante. Isso significa que não precisarei correr mais de um lado p/ o outro. Para completar, aqui no novo prédio, há uma sala privada, com chave e sem janelas, para tirar leite e com uma geladeira! Ou seja, uma infrastrutura perfeita comparada com o nosso antigo prédio, que era uma fábrica dos anos 70 e onde uma colega tirava leite no banheiro (eka!!!)! Com isso, eu continuarei com a minha rotina de amamentação até quando puder e tiver leite. No momento, eu tiro 3x por dia leite. A primeira vez de manhã cedo, outra de tarde e a última antes de ir para a cama. Ou seja, no trabalho eu só precisarei me ausentar uma vez. Logisticamente, todos os meus problemas foram resolvidos! E eu vou levando como der. Por enquanto, a quantidade de leite que eu tenho tem sido suficiente para o S. Na verdade, por mais que eu tenha diminuído de 7 para 3 x ao dia, a quantidade de leite não diminuiu. Não sei explicar isso, mas eu estou satisfeita como as coisas vão indo. Veremos até quando eu conseguirei manter esse esquema!
Agora vou-me por que tenho uma reunião do projeto capenga! E boa sexta para todos!
- Meanwhile, o nosso departamento mudou de endereço. Estamos num prédio novo 'muderno' e chique! Agora estou alocada numa sala com outros 4 colegas e com direito à varias janelonas de vidro com vista para o verde e para outros prédios. Uma tranquilidade!
Além disso, o meu cliente capenga fica à dois prédios adiante. Isso significa que não precisarei correr mais de um lado p/ o outro. Para completar, aqui no novo prédio, há uma sala privada, com chave e sem janelas, para tirar leite e com uma geladeira! Ou seja, uma infrastrutura perfeita comparada com o nosso antigo prédio, que era uma fábrica dos anos 70 e onde uma colega tirava leite no banheiro (eka!!!)! Com isso, eu continuarei com a minha rotina de amamentação até quando puder e tiver leite. No momento, eu tiro 3x por dia leite. A primeira vez de manhã cedo, outra de tarde e a última antes de ir para a cama. Ou seja, no trabalho eu só precisarei me ausentar uma vez. Logisticamente, todos os meus problemas foram resolvidos! E eu vou levando como der. Por enquanto, a quantidade de leite que eu tenho tem sido suficiente para o S. Na verdade, por mais que eu tenha diminuído de 7 para 3 x ao dia, a quantidade de leite não diminuiu. Não sei explicar isso, mas eu estou satisfeita como as coisas vão indo. Veremos até quando eu conseguirei manter esse esquema!
Agora vou-me por que tenho uma reunião do projeto capenga! E boa sexta para todos!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Primeiro dilema...
Sobre a amamentação
Faltam 4 semanas para eu voltar ao trabalho. De acordo com recomendações, se eu não quiser ficar tirando leite no trabalho, eu tenho que começar agora a 'desmamar' o S. para diminuir a produção do leite. Isso quer dizer: substituir uma mamada do dia por leite de fórmula por quase uma semana e a cada semana a seguir substituir mais uma mamada até a última.
No momento eu ando com a consciência meio-pesada por causa disso por 3 grandes motivos.
Primeiramente por que todo mundo sabe e está careca de saber que o leite materno é melhor do que o de fórmula e me parece um disperdício não usá-lo, ainda mais quando se tem mais do que o suficiente. Eu tenho uma super-produção, tanto que, por enquanto, eu consigo diminuir uma mamada, mas sem precisar substituir por leite de fórmula, por que todas as manhãs eu consigo tirar leite para umas duas mamadas.
Segundo por que, como todo mundo também deve saber, amamentar (nem que seja ordenhar como eu faço) diminue as chances de câncer da mama (um dos meus pavores!) e terceiro por que, amamentar tem sido a "dieta" mais eficaz para eu emagrecer! Como de tudo e continuo emagrecendo! Para ser bem sincera, estou com medo de parar de amamentar e voltar a engordar rapidamente...
E com esses motivos em mente, eu fico pensando no que fazer... De acordo com a lei Holandesa, eu tenho direito no trabalho de ter pausas para ordenhar, assim como, o meu "chefe" deve providenciar um lugar para que eu possa tirar leite. Mas sinceramente? Mesmo com esses direitos estabelecidos por lei, eu não me sentiria à vontade tirando leite numa sala de escritório, correndo o risco de entrarem sem querer e ficar uma situação meio que constrangedora, ainda mais por que, como eu já disse antes, no meu setor de TI, a maior parte dos meus colegas são homens. Já imaginou eu lá ocupada com a minha "produção" e o meu gerente entra na sala?! Ou então, ter que sair de uma reunião importante ou não poder ir, por que eu tenho que tirar leite?
De fato, eu não me vejo à vontade nessa situação.
O que eu estou pensando em tentar é: tirar leite de manhã antes de ir para o trabalho e de noite antes de ir para cama.
Infelizmente eu acho que a minha solução fará que a minha produção de leite se encerre rapidamente, o que por um lado eu sinto que seja uma pena e pelo outro, eu consigo mais liberdade' de novo por não ter que estar me preocupando com a próxima 'pausa'...
Faltam 4 semanas para eu voltar ao trabalho. De acordo com recomendações, se eu não quiser ficar tirando leite no trabalho, eu tenho que começar agora a 'desmamar' o S. para diminuir a produção do leite. Isso quer dizer: substituir uma mamada do dia por leite de fórmula por quase uma semana e a cada semana a seguir substituir mais uma mamada até a última.
No momento eu ando com a consciência meio-pesada por causa disso por 3 grandes motivos.
Primeiramente por que todo mundo sabe e está careca de saber que o leite materno é melhor do que o de fórmula e me parece um disperdício não usá-lo, ainda mais quando se tem mais do que o suficiente. Eu tenho uma super-produção, tanto que, por enquanto, eu consigo diminuir uma mamada, mas sem precisar substituir por leite de fórmula, por que todas as manhãs eu consigo tirar leite para umas duas mamadas.
Segundo por que, como todo mundo também deve saber, amamentar (nem que seja ordenhar como eu faço) diminue as chances de câncer da mama (um dos meus pavores!) e terceiro por que, amamentar tem sido a "dieta" mais eficaz para eu emagrecer! Como de tudo e continuo emagrecendo! Para ser bem sincera, estou com medo de parar de amamentar e voltar a engordar rapidamente...
E com esses motivos em mente, eu fico pensando no que fazer... De acordo com a lei Holandesa, eu tenho direito no trabalho de ter pausas para ordenhar, assim como, o meu "chefe" deve providenciar um lugar para que eu possa tirar leite. Mas sinceramente? Mesmo com esses direitos estabelecidos por lei, eu não me sentiria à vontade tirando leite numa sala de escritório, correndo o risco de entrarem sem querer e ficar uma situação meio que constrangedora, ainda mais por que, como eu já disse antes, no meu setor de TI, a maior parte dos meus colegas são homens. Já imaginou eu lá ocupada com a minha "produção" e o meu gerente entra na sala?! Ou então, ter que sair de uma reunião importante ou não poder ir, por que eu tenho que tirar leite?
De fato, eu não me vejo à vontade nessa situação.
O que eu estou pensando em tentar é: tirar leite de manhã antes de ir para o trabalho e de noite antes de ir para cama.
Infelizmente eu acho que a minha solução fará que a minha produção de leite se encerre rapidamente, o que por um lado eu sinto que seja uma pena e pelo outro, eu consigo mais liberdade' de novo por não ter que estar me preocupando com a próxima 'pausa'...
quinta-feira, 19 de março de 2009
Produtos & Dicas
Eis aqui uma lista dos meus produtos favoritos para mães de primeira viagem como eu.
Voedingskussen - Travesseiro de amamentação
Meu produto favorito! Usei o modelo grande no hospital para me ajudar a dar apoio na hora de amamentar o S. É bom por que eu pude usar em cima da barriga e assim, proteger o corte da cesarea.
Já em casa eu tenho o pequeno e confesso que achei muito melhor do que o grande! Eu posso colocar o travesseiro na minha cintura e tenho as duas mãos livres para ajeitar o S. e dá para se usar de várias maneiras. Além também proteger o corte na barriga.
o grande

o pequeno

Fraldas de pano - Hydrofiel luiers
Okei, todo mundo achou estranho no meu chá de bebê eu pedir fraldas de pano. Aqui na Holanda é bem comum pedir e elas se encontram em todas as listas de “Kraamzorg” (produtos para pós-parto – o que vc deve ter em casa). E não, não uso como fraldas no bebê, mas sim para todas as outras coisas. Uso para amamentar, para secar o S.(é suave e absorve melhor), como forro no carrinho e assim vai... Elas são super-práticas para todos os momentos.

Esterilizador de mamadeiras e chupetas para magnetron – Avent
Eu coloco todas as mamadeiras, chupetas, o aparelho de ordenhar com 200ml de água durante 4 minutos à 1000 kw no magnetron e pronto! Fácil, rápido e prático.

Tipo de roupas de bebê e tamanho
O S. ganhou muuuuitos presentes! Boa parte roupinhas, mas sempre nrs maiores devido ao velho ditado que é melhor dar grande do que o tamanho certo. Nós compramos conjuntinhos para recém-nacidos, mas como nós também não sabíamos qual seria o tamanho do S., nós compramos só alguns. Moral da história, roupinhas do tamanho 50 faltaram e tivemos que comprar extras.
Em termos de roupinhas, nós preferimos o “pakje” (macacãozinho) completo com pezinho e que se abre pela frente em vez de nas costas ou que tem que passar pela cabeça do bebê. Eles são bem mais práticos e como já vem com pezinhos, não precisamos nos preocupar em não perder as meínhas!... É... por que se tem uma coisa que se perde fácil até mesmo na hora de lavar roupa, eu digo, são as ini-mini-meias de bebê!...

Para cólicas de bebê – Cinababy da VSM.
Um “remédio” homeopático para cólicas de bebê. Funciona que é uma maravilha!

Óleo de rosa Musqueta da Weleda
Esse foi dica da Dra Alice. Estou usando para o corpo todo, mas principalmente para fazer massagem na cicatriz da operação para “recuperar” a elasticidade da pele e cicatrizar melhor. Adorei o óleo (por mais que não seja o cheiro mais gostoso na minha opinião). E por ter gostado da qualidade, eu aproveitei e comprei as cápsulas para o rosto também. Vale à pena!

Fora isso, também estou usando cinta ou bermudinha-cinta para o corpo voltar “ao normal”.
E por mais que eu já tenha perdido todo, ou quase todo, os quilos adquiridos na gravidez, eu quero ver se eu perco mais. Pretendo também voltar a dieta quando parar de amamentar. No momento, estou aproveitando o bom tempo para fazer caminhadas com o S. Daqui a 2 semanas eu fui aconselhada pelos médicos a fazer alguns exercícios físicos como abdominais para uma boa recuperação.
Eu só não sei ainda como eu vou combinar isso ainda no meu dia-à-dia....
Voedingskussen - Travesseiro de amamentação
Meu produto favorito! Usei o modelo grande no hospital para me ajudar a dar apoio na hora de amamentar o S. É bom por que eu pude usar em cima da barriga e assim, proteger o corte da cesarea.
Já em casa eu tenho o pequeno e confesso que achei muito melhor do que o grande! Eu posso colocar o travesseiro na minha cintura e tenho as duas mãos livres para ajeitar o S. e dá para se usar de várias maneiras. Além também proteger o corte na barriga.
o grande

o pequeno

Fraldas de pano - Hydrofiel luiers
Okei, todo mundo achou estranho no meu chá de bebê eu pedir fraldas de pano. Aqui na Holanda é bem comum pedir e elas se encontram em todas as listas de “Kraamzorg” (produtos para pós-parto – o que vc deve ter em casa). E não, não uso como fraldas no bebê, mas sim para todas as outras coisas. Uso para amamentar, para secar o S.(é suave e absorve melhor), como forro no carrinho e assim vai... Elas são super-práticas para todos os momentos.

Esterilizador de mamadeiras e chupetas para magnetron – Avent
Eu coloco todas as mamadeiras, chupetas, o aparelho de ordenhar com 200ml de água durante 4 minutos à 1000 kw no magnetron e pronto! Fácil, rápido e prático.

Tipo de roupas de bebê e tamanho
O S. ganhou muuuuitos presentes! Boa parte roupinhas, mas sempre nrs maiores devido ao velho ditado que é melhor dar grande do que o tamanho certo. Nós compramos conjuntinhos para recém-nacidos, mas como nós também não sabíamos qual seria o tamanho do S., nós compramos só alguns. Moral da história, roupinhas do tamanho 50 faltaram e tivemos que comprar extras.
Em termos de roupinhas, nós preferimos o “pakje” (macacãozinho) completo com pezinho e que se abre pela frente em vez de nas costas ou que tem que passar pela cabeça do bebê. Eles são bem mais práticos e como já vem com pezinhos, não precisamos nos preocupar em não perder as meínhas!... É... por que se tem uma coisa que se perde fácil até mesmo na hora de lavar roupa, eu digo, são as ini-mini-meias de bebê!...

Para cólicas de bebê – Cinababy da VSM.
Um “remédio” homeopático para cólicas de bebê. Funciona que é uma maravilha!

Óleo de rosa Musqueta da Weleda
Esse foi dica da Dra Alice. Estou usando para o corpo todo, mas principalmente para fazer massagem na cicatriz da operação para “recuperar” a elasticidade da pele e cicatrizar melhor. Adorei o óleo (por mais que não seja o cheiro mais gostoso na minha opinião). E por ter gostado da qualidade, eu aproveitei e comprei as cápsulas para o rosto também. Vale à pena!

Fora isso, também estou usando cinta ou bermudinha-cinta para o corpo voltar “ao normal”.
E por mais que eu já tenha perdido todo, ou quase todo, os quilos adquiridos na gravidez, eu quero ver se eu perco mais. Pretendo também voltar a dieta quando parar de amamentar. No momento, estou aproveitando o bom tempo para fazer caminhadas com o S. Daqui a 2 semanas eu fui aconselhada pelos médicos a fazer alguns exercícios físicos como abdominais para uma boa recuperação.
Eu só não sei ainda como eu vou combinar isso ainda no meu dia-à-dia....
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Respondendo perguntas...
1- A recuperação da cesareana?
Nem acredito que já fazem 12 dias desde o parto. Tudo passa tão rápido que não dá nem pra acreditar...
A recuperação tem sido bem rápida também. Ando, subo e desço escadas, já consigo me curvar para frente sem sentir dores... Só sinto dores ainda se me curvo meio que de lado, aí sim, eu sinto dores no corte... O corte em sí, já está bem sarado, o que é ótimo sinal, mas mesmo assim, eu tenho que me comportar por pelo menos 6 semanas em não fazer muito esforço e carregar pêso. Tento, no entanto, todo dia fazer alguma atividade para não ficar parada e procuro descansar pelo menos 1 hora de tarde... Tirando a recuperação da cesárea, há, ainda outras mazelas do pós-parto. Eu ando com uma dor nas costas que não deixa eu ficar muito tempo em pé e não consigo esticar bem a coluna, por que senão sinto na barriga. Tô pensando seriamente em marcar para fazer uma massagem e dar umas boas estaladas na coluna pra ver se tudo “volta ao lugar”, porém vou ter que me recuperar mais um pouco antes de planejar o “quebra ossos” ... De resto estou tomando complexo de ferro por que o ferro no meu sangue estava baixo, bem baixo, o que justifica o meu cansaço rápido e frenquente. Vou precisar tomar esses comprimentos por 6 semanas, mas espero logo sentir o efeito positivo deles. Veremos!...
2- E a amamentação?
Eu já sabia que o negócio seria complicado. Minha mãe e irmãs passaram por isso e já tinha escutado bastante sobre o assunto... Já no hospital o S. já tinha acabado com o meu seio e a dor era de ficar com os dedos dos pés torcidos na cama durante o tempo todo. Por isso, fui alternando com o bico de silicone e também com o aparelho de ordenhar/mamadeira. Aos poucos fui voltando com a amamentação normal, mas continuo ordenhando, por que quando começa doer demais vai na mamadeira mesmo! Diz a “assistente pós-parto” que essa dor pode durar de 1 à 3 semanas e que não tem nada que se possa fazer para evitar. Muitas vezes, acontece por que o bebê não ‘pega’ direito, mas a verdade é que, peguem certo ou peguem errado, o início sempre dói, por que o seio também tem que se acostumar com a nova situação, assim como o próprio bebê. Felizmente, eu posso dizer que depois de uma semana, o S. já está no modo “plug & play”, mas eu não vejo a hora de eu não sentir mais dor nenhuma! Enquanto isso, eu vou alternando com a ordenhar & mamadeira, pricipalmente para durante às noites/madrugadas e também por que Amore anda curtindo muito ser papai e adora dar a mamadeira...
Na regra geral, o Sven está agora querendo mamar de 4 em 4 horas, mas de noite, após as 17hrs, ele fica mais agitado e às vezes pede a cada +/- 2 horas. De madrugada ele só acorda 1 vez, mas o horário ainda é variável. Já tivemos à 1hr, às 3:30hrs e às 4:30hrs e a gente leva geralmente 1 hora para amamentar, trocar fraldas, deixar ele arrotar e confortá-lo para ele voltar a dormir.

3- Os cuidados?
Amore e eu temos trabalhado como equipe nos cuidados do nosso filho. Mesmo ele já tendo voltado a trabalhar, Amore não se importa de levantar de madrugada para trocar de fraldas ou dar a mamadeira. Na regra geral, a gente divide as tarefas: um troca as fraldas e o outro prepara a mamadeira. Nunca fizemos nenhum tipo de “acordo” o que cada deve fazer ou quando, a gente simplesmente dança a música da hora...
Enquanto tinha a assistente para ajudar, o banho do Sven era durante o dia, mas agora resolvemos passar para a noite, por que parece que ele dorme melhor assim. O Tummy Tub (o balde de banho) eu já usei e nas duas vezes o Sven dormiu durante o banho. Foi um sucesso e chegou até a ser engraçado! Agora nós vamos revezar o Tummy Tub e a banheira e vamos vendo como ele vai reagindo...
4- A Saúde...
Em breve teremos que levar o S. para o controle no pediatra para ver como tudo vai indo. Os primeiros dias no hospital, ele perdeu muito peso. Na verdade, é normalíssimo o bebê perder peso nos primeiros dias após o nascimento, mas (aqui na Holanda) há um limite de 10% no máximo que ele pode perder do peso inicial. Infelizmente, o S. estava beirando já esse limite e por isso, já no hospital, eu vendo o meu filho "passando fome" (ele indicava que estava com fome, mas a minha produção de leite demorou mais. Na regra geral, a produção de leite demora um dia a mais se vc teve um parto cesareana), eu pedí para darem leite de fórmula para completar com o meu leite até eu ter o suficiente. E desde então, ele vem se recuperando bem, mas ainda não voltou ao peso de nascimento. Fora isso, a médica pediu para bater uma radiografia do testículo esquerdo dele que está um pouco maior. Ela desconfia que seja simplesmente "um coágulo de líquido" e que o corpo automaticamente elimina o problema, mas a outra possibilidade é um "liesbreukje" (um problema na virilha) - sem grandes complicações, mas que para ser resolvido é preciso de uma pequena operação. Ainda não estou muito preocupada com isso, mas esperamos seriamente que seja simplesmente um coágulo que desapareça por sí só! Estamos cruzando os dedos....
E por fim, ontem foi a primeira vez que saímos para um passeio e também estreamos o Bugaboo. Fomos ontem levar o nosso filho para conhecer o bisavô (91) e bisavó (86) dele. Veja a cara de felicidade do pai e a cara "de mal" do meu filho, haha!
Nem acredito que já fazem 12 dias desde o parto. Tudo passa tão rápido que não dá nem pra acreditar...
A recuperação tem sido bem rápida também. Ando, subo e desço escadas, já consigo me curvar para frente sem sentir dores... Só sinto dores ainda se me curvo meio que de lado, aí sim, eu sinto dores no corte... O corte em sí, já está bem sarado, o que é ótimo sinal, mas mesmo assim, eu tenho que me comportar por pelo menos 6 semanas em não fazer muito esforço e carregar pêso. Tento, no entanto, todo dia fazer alguma atividade para não ficar parada e procuro descansar pelo menos 1 hora de tarde... Tirando a recuperação da cesárea, há, ainda outras mazelas do pós-parto. Eu ando com uma dor nas costas que não deixa eu ficar muito tempo em pé e não consigo esticar bem a coluna, por que senão sinto na barriga. Tô pensando seriamente em marcar para fazer uma massagem e dar umas boas estaladas na coluna pra ver se tudo “volta ao lugar”, porém vou ter que me recuperar mais um pouco antes de planejar o “quebra ossos” ... De resto estou tomando complexo de ferro por que o ferro no meu sangue estava baixo, bem baixo, o que justifica o meu cansaço rápido e frenquente. Vou precisar tomar esses comprimentos por 6 semanas, mas espero logo sentir o efeito positivo deles. Veremos!...
2- E a amamentação?
Eu já sabia que o negócio seria complicado. Minha mãe e irmãs passaram por isso e já tinha escutado bastante sobre o assunto... Já no hospital o S. já tinha acabado com o meu seio e a dor era de ficar com os dedos dos pés torcidos na cama durante o tempo todo. Por isso, fui alternando com o bico de silicone e também com o aparelho de ordenhar/mamadeira. Aos poucos fui voltando com a amamentação normal, mas continuo ordenhando, por que quando começa doer demais vai na mamadeira mesmo! Diz a “assistente pós-parto” que essa dor pode durar de 1 à 3 semanas e que não tem nada que se possa fazer para evitar. Muitas vezes, acontece por que o bebê não ‘pega’ direito, mas a verdade é que, peguem certo ou peguem errado, o início sempre dói, por que o seio também tem que se acostumar com a nova situação, assim como o próprio bebê. Felizmente, eu posso dizer que depois de uma semana, o S. já está no modo “plug & play”, mas eu não vejo a hora de eu não sentir mais dor nenhuma! Enquanto isso, eu vou alternando com a ordenhar & mamadeira, pricipalmente para durante às noites/madrugadas e também por que Amore anda curtindo muito ser papai e adora dar a mamadeira...
Na regra geral, o Sven está agora querendo mamar de 4 em 4 horas, mas de noite, após as 17hrs, ele fica mais agitado e às vezes pede a cada +/- 2 horas. De madrugada ele só acorda 1 vez, mas o horário ainda é variável. Já tivemos à 1hr, às 3:30hrs e às 4:30hrs e a gente leva geralmente 1 hora para amamentar, trocar fraldas, deixar ele arrotar e confortá-lo para ele voltar a dormir.

3- Os cuidados?
Amore e eu temos trabalhado como equipe nos cuidados do nosso filho. Mesmo ele já tendo voltado a trabalhar, Amore não se importa de levantar de madrugada para trocar de fraldas ou dar a mamadeira. Na regra geral, a gente divide as tarefas: um troca as fraldas e o outro prepara a mamadeira. Nunca fizemos nenhum tipo de “acordo” o que cada deve fazer ou quando, a gente simplesmente dança a música da hora...
Enquanto tinha a assistente para ajudar, o banho do Sven era durante o dia, mas agora resolvemos passar para a noite, por que parece que ele dorme melhor assim. O Tummy Tub (o balde de banho) eu já usei e nas duas vezes o Sven dormiu durante o banho. Foi um sucesso e chegou até a ser engraçado! Agora nós vamos revezar o Tummy Tub e a banheira e vamos vendo como ele vai reagindo...
4- A Saúde...
Em breve teremos que levar o S. para o controle no pediatra para ver como tudo vai indo. Os primeiros dias no hospital, ele perdeu muito peso. Na verdade, é normalíssimo o bebê perder peso nos primeiros dias após o nascimento, mas (aqui na Holanda) há um limite de 10% no máximo que ele pode perder do peso inicial. Infelizmente, o S. estava beirando já esse limite e por isso, já no hospital, eu vendo o meu filho "passando fome" (ele indicava que estava com fome, mas a minha produção de leite demorou mais. Na regra geral, a produção de leite demora um dia a mais se vc teve um parto cesareana), eu pedí para darem leite de fórmula para completar com o meu leite até eu ter o suficiente. E desde então, ele vem se recuperando bem, mas ainda não voltou ao peso de nascimento. Fora isso, a médica pediu para bater uma radiografia do testículo esquerdo dele que está um pouco maior. Ela desconfia que seja simplesmente "um coágulo de líquido" e que o corpo automaticamente elimina o problema, mas a outra possibilidade é um "liesbreukje" (um problema na virilha) - sem grandes complicações, mas que para ser resolvido é preciso de uma pequena operação. Ainda não estou muito preocupada com isso, mas esperamos seriamente que seja simplesmente um coágulo que desapareça por sí só! Estamos cruzando os dedos....
E por fim, ontem foi a primeira vez que saímos para um passeio e também estreamos o Bugaboo. Fomos ontem levar o nosso filho para conhecer o bisavô (91) e bisavó (86) dele. Veja a cara de felicidade do pai e a cara "de mal" do meu filho, haha!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Detalhes...
Pêso
Hoje, pela primeira vez, depois de perguntas e comentários, foi que eu arranjei tempo para me pesar na balança.
Para minha surpresa, eu já perdí aproximadamente 9 quilos. Digo isso, por que me pesei na balança de casa e o último peso que eu tinha era da balança do consultorio da obstetriz... Então não sei bem ao certo quanto eu já perdí, mas pra mim eu já perdí bastante, até me surpreendí!
E antes de mais nada, não estou fazendo dieta nenhuma, nem exercícios! Não sou uma irresponsável como a Claudia Leite! Minha perda de pêso foi realmente por causa do parto e da amamentação que estou dando...
Linha do Biquini
Antes da cesarea começar eu perguntei como seria o corte (em casos excepcionais, eles fazem o corte na vertical) e me disseram que seria na linha do biquini...
Se esqueceram de mencionar que seria a linha do biquini HOLANDÊS, tamanho 44/46 e de aproximadamente 20 cms e que eu seria "grampeada" (14 grampos na barriga), mas que realmente na hora de tirar (no 5 dia após a operação) não dói realmente!...
Pronto, depois dessa, agora ninguém mais vai querer cesareana (na Holanda?).
Mas, confesso que a recuperação está sendo bastante promissora, bem melhor do que a minha irmã que teve filho de parto normal 3 dias antes de mim...
Enfim, fui!
Hoje, pela primeira vez, depois de perguntas e comentários, foi que eu arranjei tempo para me pesar na balança.
Para minha surpresa, eu já perdí aproximadamente 9 quilos. Digo isso, por que me pesei na balança de casa e o último peso que eu tinha era da balança do consultorio da obstetriz... Então não sei bem ao certo quanto eu já perdí, mas pra mim eu já perdí bastante, até me surpreendí!
E antes de mais nada, não estou fazendo dieta nenhuma, nem exercícios! Não sou uma irresponsável como a Claudia Leite! Minha perda de pêso foi realmente por causa do parto e da amamentação que estou dando...
Linha do Biquini
Antes da cesarea começar eu perguntei como seria o corte (em casos excepcionais, eles fazem o corte na vertical) e me disseram que seria na linha do biquini...
Se esqueceram de mencionar que seria a linha do biquini HOLANDÊS, tamanho 44/46 e de aproximadamente 20 cms e que eu seria "grampeada" (14 grampos na barriga), mas que realmente na hora de tirar (no 5 dia após a operação) não dói realmente!...
Pronto, depois dessa, agora ninguém mais vai querer cesareana (na Holanda?).
Mas, confesso que a recuperação está sendo bastante promissora, bem melhor do que a minha irmã que teve filho de parto normal 3 dias antes de mim...
Enfim, fui!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Descobrindo novos horizontes...
Estou desde de domingo em casa. O dia-à-dia ainda está uma loucura geral, seja em horário ou logística... Amamentação a cada 3 ou 4 horas (às vezes, de 2 em 2 horas), troca de fraldas,noites curtas, controle diários da minha saúde e do bebê, visita da parteira a cada 2 dias, até o próprio "Médico de casa" (huisarts) apareceu (!!!) - coisas aparentemente tradicionais da minha tribo - [ele veio dar os parabéns e ver se estamos bem], cansaço [também estou com a taxa de ferro no sangue baixa] e por fim, a recuperação da cesareana... Graças à Deus que existe "Kraamzorg" (a assistente após-parto), que tem me ajudado na amamentação e me ensina a cuidar do meu filho, como também me dá um "break" pra descansar/dormir pelo menos uma horinha de tarde... Cada hora extra dormida é uma benção, digo logo!... Isso que Amore é realmente paizão e faz tudo pelo filho com muita devoção. Acho realmente que ele achou uma parte do paraíso na Terra... Mas, amanhã ele volta a trabalhar e eu só tenho mais 2 dias (de 4 horas) de Kraamzorg e daí eu estou "sozinha"... Dá medo e insegurança. Será que eu vou dar conta do recado?! Ando tão ocupada nesses dias e daqui à pouco ainda tenho que cuidar da casa e da comida, além de cuidar de mim e do meu filho?...
Acho que assim que eu conseguir entrar no ritmo, as coisas se encaixam naturalmente, eu só não sei ainda quanto tempo vai levar. Veremos...
O parto
Enfim, muita gente me perguntando como foi o parto. Deixa eu fazer um "resumo" dos acontecimentos...
Na terça eu comecei sentir dores de manhã, mas não eram persistentes e acabaram "passando ou diminuindo" durante o dia, então pensei/concluí que eram o que eles chamam de contrações falsas... Por volta das 20hrs da noite, eu voltei a sentir dores, mas eram irregulares. O "negócio" ficou sério mesmo a partir das 21hrs. As contrações já eram fortes e regulares. Às 22hrs eu pedí pra Amore ligar para a parteira. Ela estava acabando de fazer um parto não muito longe da minha casa e disse que estaria por volta das 22:30-22:45hrs. Quando ela chegou, ela viu que as minhas contrações eram fortes e regulares e decidimos ir logo para o hospital como eu havia indicado antes no meu "plano de parto". Chegando no hospital (por volta das 23hrs), depois de terem me colocado nos monitores, o ginecologista de plantão confirmou que as minhas contrações já eram bastante fortes, mas a minha dilatação ainda era de 2 cms. Tinha que ficar pelo menos meia-hora no CTG (cardiograma) para saber como estava a condição do S. e dependendo de como fosse o resultado, nós iríamos falar sobre a anestesia. Às 24:30hrs ele voltou e a dilatação já estava entre 4 e 5cm. Tudo muito promissor e rápido (ainda mais para a primeira gravidez). Eu estava "feliz" por que tudo corria bem e indicava um "parto perfeito".
A hora de decidir pela epidural (anestesia) tinha chego. Ele perguntou se eu não tinha mudado de idéia, já que estava indo tudo tão rápido e eu estava "dando tão bem conta" das dores. Cheguei realmente a duvidar por um momento, mas na hora que ele disse que o anestesista estava terminando uma operação (e poderia vir comigo em 15 1a 20min) ou então, ele iria para casa, eu mandei ele vir!... Recebí a epidural e foi um alíííívio que não dá para explicar! Não muito tempo depois, quebraram a bolsa para incentivar ainda mais às contrações. Isso era por volta das 2:30hr da manhã. Às 4:30hrs da manhã, eu já estava com 7 cms e foi à partir daí que as coisas começaram a mudar.... Devido a posição do meu filho, eu tive que passar a noite toda deitada do lado direito. O CTG e o medidor interno do coração dele (colocado na cabeça dele) indicavam variações. Para ter certeza que estava tudo bem, o ginecologista tentou umas 3 à 4 vezes tirar um pouco de sangue do bebê (na cabeça) para ver como estava a condição dele (PH do sangue). Infelizmente, sem sucesso.
No meio disso tudo, a epidural começou a perder efeito e como a dilatação desde então havia estagnado, eu recebí "oxitocine" - hormônio para aumentar as contrações. Também aumentaram a dosagem de epidural até o máximo, mas sem efeito.
Por volta das 6 - 6:30hr da manhã, o chefe dos ginecologista tentou mais uma vez tirar uma amostra de sangue da cabeça do S., dessa vez como sucesso! E dependendo do resultado, se fosse "ruim", eu iria imediatamente para a cesareana, e se fosse "bom", que eu teria mais 1 hora e meia a 2 horas para ver se a dilatação evoluía, senão eu iria para a cesareana. O resultado foi positivo e podíamos esperar mais umas 2 horas...
Às 9:30hr da manhã, depois de ter passado 5,5 horas de dor (a epidural não estava fazendo mais efeito, principalmente do lado esquerdo) e superando todas as contrações frequentes e fortes (com a Oxitocine), o CTG de S. começou a piorar e a dilatação continuava nos 7 cms. Nessas horas, a decisão é fácil de ser tomada e eu estava psicologicamente preparada para tudo (Graças ao meu plano de parto!). O "problema" pra mim foi quando o médico ginecologista & anestesista disseram que teria que ser "narcose geral". Foi o único momento que eu precisei de uns minutos para engolir e digerir a informação. Não por que eu tivesse medo da operação ou da anestesia generalizada, mas sim, por que eu não estaria consciente do nascimento do meu filho... E por mais que eu também tivesse levado um parto com anestesia generalizada em consideração no plano de parto, esse era o último cenário que eu pensava em passar (e que raramente acontece)...
Enquanto isso, a sala de operação começou a ser preparada. Eu pedí para a minha irmã mais velha ir ao hospital (quem sabe para dar um apoio a Amore que estava, no mínimo, preocupado e assustado) e ela chegou em cima da hora antes de ser levada para a sala de operação. Os médicos, todos muito bons e gentís, cederam aos meus pedidos do plano de parto e deixaram Amore estar presente durante a operação, que na regra geral, quando é anestesia geral, eles não deixam. E também deixaram ele me visitar na sala de recuperação pós-operatória, que também não é permitido. Isso tudo depois que estivesse certeza que o S. estava bem. Disse para Amore seguir o nosso filho e que me deixasse para trás e não se preocupasse comigo. (Amore estava preocupado que algo desse errado...). Acho que essa foi a parte mais difícil no parto como o meu e é nessas horas que você sabe, mesmo você não tendo o seu bebê nos braços, que você se entrega toda por ele...
E mesmo assim, no final das contas, quando tudo passa e horas depois você tem o seu filho saudável no braços, a única coisa que eu e Amore pensamos é: se fosse preciso, nós faríamos tudo de novo outra vez...
Acho que assim que eu conseguir entrar no ritmo, as coisas se encaixam naturalmente, eu só não sei ainda quanto tempo vai levar. Veremos...
O parto
Enfim, muita gente me perguntando como foi o parto. Deixa eu fazer um "resumo" dos acontecimentos...
Na terça eu comecei sentir dores de manhã, mas não eram persistentes e acabaram "passando ou diminuindo" durante o dia, então pensei/concluí que eram o que eles chamam de contrações falsas... Por volta das 20hrs da noite, eu voltei a sentir dores, mas eram irregulares. O "negócio" ficou sério mesmo a partir das 21hrs. As contrações já eram fortes e regulares. Às 22hrs eu pedí pra Amore ligar para a parteira. Ela estava acabando de fazer um parto não muito longe da minha casa e disse que estaria por volta das 22:30-22:45hrs. Quando ela chegou, ela viu que as minhas contrações eram fortes e regulares e decidimos ir logo para o hospital como eu havia indicado antes no meu "plano de parto". Chegando no hospital (por volta das 23hrs), depois de terem me colocado nos monitores, o ginecologista de plantão confirmou que as minhas contrações já eram bastante fortes, mas a minha dilatação ainda era de 2 cms. Tinha que ficar pelo menos meia-hora no CTG (cardiograma) para saber como estava a condição do S. e dependendo de como fosse o resultado, nós iríamos falar sobre a anestesia. Às 24:30hrs ele voltou e a dilatação já estava entre 4 e 5cm. Tudo muito promissor e rápido (ainda mais para a primeira gravidez). Eu estava "feliz" por que tudo corria bem e indicava um "parto perfeito".
A hora de decidir pela epidural (anestesia) tinha chego. Ele perguntou se eu não tinha mudado de idéia, já que estava indo tudo tão rápido e eu estava "dando tão bem conta" das dores. Cheguei realmente a duvidar por um momento, mas na hora que ele disse que o anestesista estava terminando uma operação (e poderia vir comigo em 15 1a 20min) ou então, ele iria para casa, eu mandei ele vir!... Recebí a epidural e foi um alíííívio que não dá para explicar! Não muito tempo depois, quebraram a bolsa para incentivar ainda mais às contrações. Isso era por volta das 2:30hr da manhã. Às 4:30hrs da manhã, eu já estava com 7 cms e foi à partir daí que as coisas começaram a mudar.... Devido a posição do meu filho, eu tive que passar a noite toda deitada do lado direito. O CTG e o medidor interno do coração dele (colocado na cabeça dele) indicavam variações. Para ter certeza que estava tudo bem, o ginecologista tentou umas 3 à 4 vezes tirar um pouco de sangue do bebê (na cabeça) para ver como estava a condição dele (PH do sangue). Infelizmente, sem sucesso.
No meio disso tudo, a epidural começou a perder efeito e como a dilatação desde então havia estagnado, eu recebí "oxitocine" - hormônio para aumentar as contrações. Também aumentaram a dosagem de epidural até o máximo, mas sem efeito.
Por volta das 6 - 6:30hr da manhã, o chefe dos ginecologista tentou mais uma vez tirar uma amostra de sangue da cabeça do S., dessa vez como sucesso! E dependendo do resultado, se fosse "ruim", eu iria imediatamente para a cesareana, e se fosse "bom", que eu teria mais 1 hora e meia a 2 horas para ver se a dilatação evoluía, senão eu iria para a cesareana. O resultado foi positivo e podíamos esperar mais umas 2 horas...
Às 9:30hr da manhã, depois de ter passado 5,5 horas de dor (a epidural não estava fazendo mais efeito, principalmente do lado esquerdo) e superando todas as contrações frequentes e fortes (com a Oxitocine), o CTG de S. começou a piorar e a dilatação continuava nos 7 cms. Nessas horas, a decisão é fácil de ser tomada e eu estava psicologicamente preparada para tudo (Graças ao meu plano de parto!). O "problema" pra mim foi quando o médico ginecologista & anestesista disseram que teria que ser "narcose geral". Foi o único momento que eu precisei de uns minutos para engolir e digerir a informação. Não por que eu tivesse medo da operação ou da anestesia generalizada, mas sim, por que eu não estaria consciente do nascimento do meu filho... E por mais que eu também tivesse levado um parto com anestesia generalizada em consideração no plano de parto, esse era o último cenário que eu pensava em passar (e que raramente acontece)...
Enquanto isso, a sala de operação começou a ser preparada. Eu pedí para a minha irmã mais velha ir ao hospital (quem sabe para dar um apoio a Amore que estava, no mínimo, preocupado e assustado) e ela chegou em cima da hora antes de ser levada para a sala de operação. Os médicos, todos muito bons e gentís, cederam aos meus pedidos do plano de parto e deixaram Amore estar presente durante a operação, que na regra geral, quando é anestesia geral, eles não deixam. E também deixaram ele me visitar na sala de recuperação pós-operatória, que também não é permitido. Isso tudo depois que estivesse certeza que o S. estava bem. Disse para Amore seguir o nosso filho e que me deixasse para trás e não se preocupasse comigo. (Amore estava preocupado que algo desse errado...). Acho que essa foi a parte mais difícil no parto como o meu e é nessas horas que você sabe, mesmo você não tendo o seu bebê nos braços, que você se entrega toda por ele...
E mesmo assim, no final das contas, quando tudo passa e horas depois você tem o seu filho saudável no braços, a única coisa que eu e Amore pensamos é: se fosse preciso, nós faríamos tudo de novo outra vez...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Nada... até agora...
- Tô cansada. Parece que a cada dia que passa o cansaço aumenta mais. Não tive isso até a semana 38, mas agora eu sinto tudo pesando mais, por mais que a barriga e nem o meu pêso tenham mais aumentado. Fiquei até agora nos 9 quilos...
- Volta e meia, como nessa noite, eu sentia uma 'pontada' ou outra, como de cólica e dores nas costas, mas tudo alarme falso. Tive enxaqueca de novo de domingo para segunda e de tão cansada, dormí essa noite mesmo sentindo dor...
- O meu "nesteldrang" (nestling - vontade de ficar no ninho) se resume a querer ficar dentro de casa. Não tive ataque de limpeza, só que a roupa deve estar lavada e a cozinha e o banheiro limpos (principalmente o banheiro!). O resto nem me pesa na consciência...
- Amore, a cada dia que passa está mais sério e calado. Não me parece nervoso, mas acho que ele está mesmo em estado de "alerta" para a hora que ele tenha que entrar em ação, não sei. Na verdade, quem souber o que se passa na cabeça de um homem nessas horas, que me diga, por que eu sou leiga e sinceramente, do jeito que eu tô, fica difícil pensar ou me concentrar em qualquer outra coisa!
- E minha irmã Kika recebeu alta ontem do hospital. Queriam ter certeza de que ela estava bem (sem febre e sem problemas para urinar). Foi tão diferente do primeiro parto dela! [no hospital de Leidendorp nem sequer ajudaram a dar banho e mandaram ela pra casa com febre depois de um parto de 36 horas!].
E durante esse tempo que ela estava no hospital, nós ajudamos como podemos. Minha irmã mais velha e meu cunhado cuidaram do meu sobrinho e ontem eu e a minha mãe fizemos o jantar e levamos para eles quando chegaram em casa. Assim eles não precisam se preocupar com essas coisas, enquanto ela se recupera e a família se ajusta no novo rítmo.
É nessas horas que eu sou extremamente grata por ter uma família (tão) unida!...
Amém!
- Volta e meia, como nessa noite, eu sentia uma 'pontada' ou outra, como de cólica e dores nas costas, mas tudo alarme falso. Tive enxaqueca de novo de domingo para segunda e de tão cansada, dormí essa noite mesmo sentindo dor...
- O meu "nesteldrang" (nestling - vontade de ficar no ninho) se resume a querer ficar dentro de casa. Não tive ataque de limpeza, só que a roupa deve estar lavada e a cozinha e o banheiro limpos (principalmente o banheiro!). O resto nem me pesa na consciência...
- Amore, a cada dia que passa está mais sério e calado. Não me parece nervoso, mas acho que ele está mesmo em estado de "alerta" para a hora que ele tenha que entrar em ação, não sei. Na verdade, quem souber o que se passa na cabeça de um homem nessas horas, que me diga, por que eu sou leiga e sinceramente, do jeito que eu tô, fica difícil pensar ou me concentrar em qualquer outra coisa!
- E minha irmã Kika recebeu alta ontem do hospital. Queriam ter certeza de que ela estava bem (sem febre e sem problemas para urinar). Foi tão diferente do primeiro parto dela! [no hospital de Leidendorp nem sequer ajudaram a dar banho e mandaram ela pra casa com febre depois de um parto de 36 horas!].
E durante esse tempo que ela estava no hospital, nós ajudamos como podemos. Minha irmã mais velha e meu cunhado cuidaram do meu sobrinho e ontem eu e a minha mãe fizemos o jantar e levamos para eles quando chegaram em casa. Assim eles não precisam se preocupar com essas coisas, enquanto ela se recupera e a família se ajusta no novo rítmo.
É nessas horas que eu sou extremamente grata por ter uma família (tão) unida!...
Amém!
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