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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Aniversário...

Pois é, ontem foi o meu aniversário. Cheguei aos 'Trinta e Sete'!

No sábado, eu fui com a minha família num restaurante que tem uma sala especial só para as crianças brincarem e que tem sempre 2 pessoas cuidando e brincando com eles. Com isso dá para as crianças brincarem antes e depois do jantar. No cardápio, um dos pratos favoritos de toda criança (Holandesa!): Panquecas!

Enquanto isso, os adultos podiam escolher de um outro cardápio e conversarem à vontade sem se preocupar com as crianças, já que essas estavam se divertindo e gastando suas energias. Ficamos lá 3 horas passadas tranquilamente.

A comida foi boa. Nada espetacular, mas estava apetitosa e deu pra satisfazer à todos. O melhor mesmo foi saber que as crianças também se divertiram. E quando chegamos em casa elas só queriam saber de 'cama'. E eu e o marido pudemos curtir o resto da noite assistindo um filme ruim na tv.... :-)

Já ontem, no domingo, apareceu a família do marido para me felicitar. Eu disse que não iria comemorar, mas todo mundo apareceu do mesmo jeito.
E para completar, apareceu a minha sogra com o namorado e o meu sogro também chegou na mesma hora.
Alívio foi ver todos se comportarem educadamente. Não se falaram e cada um ficou para um lado, mas não foram feito cenas.

Não foi nada planejado e talvez, por causa disso, tenha sido melhor. Senão eu teria ficada estressada com a situação e provavelmente teria dito pra não virem.

Mas, foi tudo bem! Marido também ficou aliviado de já termos passado do 'primeiro encontro entre o pai e o outro'...

E por mais que o meu niver tenha sido bom, eu estou pensando em sinceramente fazer algo diferente no ano que vem. Tipo ir para algum lugar. Só eu, marido e filhos.

Mas, ainda bem que isso vai levar mais um ano. Por agora deixa eu ir lá na MultiVlaai comprar as famosas tortas Holandesas para oferecer aqui no trabalho... [ver se eu adoço a vida de alguns colegas..]

Mesmo vivendo décadas aqui, eu ainda estranho o próprio aniversariante ter que bancar 'a festa'!

Quem entende?!...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Queria...

Que eu não me preocupasse tanto com as pessoas queridas. Sejam familiares, amigos ou colegas.
Que eu soubesse achar a palavra certa pra dar a força a essas pessoas em momentos dificeis.
Queria que houvesse mais justiça no 'agora' do que no 'depois'.
Queria que as pessoas fossem menos egoístas...
...
Idealismo, utopia ou inocência?...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Mas sim...

Tá. É ano novo. O número mudou de 1 pra 2 no final.
Confesso, eu não gosto de passagem de ano. Dizem que anos que passam finalizam histórias, momentos, coisas. E o ano novo dá início à coisas novas, à novas promessas, novos desejos de melhorar.. Pena que todo mundo se esquece desses votos em menos de um mês. Em alguns casos, até mesmo na própria noite do ano novo regado à bebedeira.

E aqui na Holanda o Ano Novo pra mim é sinônimo de rojões, bombinhas e fogos de artifícios soltos pelos vizinhos. Acho lindo ver fogos à distância, feito por profissionais. Tipo do Epcot da Disney. Lindodivinoemaravilhoso! Mas assim, estourando perto de mim, não.
E hoje é o segundo dia do ano. Mudar ainda não mudou nada. Mas, mudanças sempre acontecerão, quer o ano acabe ou não.

Não fiz nenhuma promessa. Nem de dieta (que até que seria bom, por mais que eu deteste fazer dietas!), nem de voltar a academia, ou de parar algum vício. Único coisa que me conscientizo cada vez mais é ser grata pelo que eu tenho. Pelo minha família, pela saúde, pelos meus filhos lindos e saudáveis. Ví muitas tristezas familiares recentemente. Isso faz você ficar bem humilde e grata. Além de ficar mais unida das pessoas que são a razão de você querer viver o máximo possível.

Não sei se os acontecimentos de 2011 fez o mundo ficar melhor. Surpreendente foi ver o fim de muitos ditadores e terroristas. Vimos muitas (r)evoluções em vários países. Infelizmente sempre ao custo de pessoas inocentes. Vítimas dos egos dos outros. Vimos casamentos Reais como num conto de fada, mas vimos também muitas tristezas. As imagens dos acontecimentos no Japão. A força da natureza, a irresponsabilidade humana (falta de manuntenção da usina, as mentiras do governo...). Pode acontecer em qualquer lugar.

No lado pessoal, a riqueza do nascimento da minha filha. Das filhas das minhas amigas. (Só deu menina em 2011!). Dos gatinhos da minha gatinha Jiggy, que aumentaram a minha família consideravelmente, mas que me enchem de alegria todos os dias.

Já do outro lado ouve as perdas: do avô do marido, dos pais do meu cunhado, da minha gata Luna, da separação dos meus sogros e suas consequências.

No final da balança, teve coisas boas e coisas ruins. A única conclusão é de que a vida é isso mesmo. E não é simplesmente a conclusão de um ano... Espero somente por dias melhores, de saúde, paz e amor.

É, minha vida se tornou um clichê total... #quemdiria!?

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

E quando a gente pensa que se livrou de uma situação...

Vem a outra...

Os dois dias de Natal foram muito bons. E sim, até o 2o dia de Natal com o almoço com os sogros separados e sem acompanhantes foi bem agradável. Na verdade, por ter sido mais íntimo e em terreno neutro (nossa casa), acabou sendo ainda melhor dos que os últimos anos. Acredito que até eles mesmos se espantaram com o resultado.

A comida foi boa parte por minha conta, e colocando a modéstia de lado, estava maravilhosa e de lamber os dedos. Sobrou um montão e foi Tupperware pra todos os lados, mas aqui também restou mais do que o suficiente para mais de um dia...

E agora falta poucos dias para começar 2012. Mas, nesses últimos dias tem algum curupira solto por essas bandas, por que não é normal.
O dia começou hoje com o namorido da minha mãe sendo internado para fazer uma angioplastia. Não deu certo. Amanhã ele será transferido para outro hospital para fazer uns exames. Ao que tudo indica, vai terminar em operação cardíaca mesmo. Do mesmo jeito que perdi meu pai.

Estou torcendo pra que tudo der certo.

E de quebra, ainda me liga hoje o meu irmão de coração para dizer que o casamento dele está chegando ao fim e a esposa não deixa ele falar, nem ver os filhos desde quarta-feira passada...

A urucubaca tá braba!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Da série: Cenas do fim de semana

Filhota fez ontem 6 meses. Ela está a coisa mais fofa do universo!

Hora da primeira papinha de fruta. Pergunta se ela gostou?...

Como manter 5 crianças calmas e comportadas em festinha de São Nicolau? Eu digo: Jornal do São Nicolau na tv.

Hora dos presentes!...

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Da série: As Mosqueteiras

Ontem sai para encontrar as amigas. Fomos jantar fora num Japa lá em Barendrecht-city.
Barendrecht é primeiro mundo na Holanda-Tabajara que moramos. De nada se parece com a tribo que moro. Lá é tudo moderninho. Até o Japa de lá tem agora um tablet pra você fazer os pedidos. 
O sistema é super-eficiente, mas nota-se que vamos ficando cada vez menos pessoais. Só mais digitais.

A comida, ainda bem, de digital não tinha nada e estava ótima. E a companhia melhor ainda. É legal escutar os últimos casos cabreiros. Esses foram se escalando com a vez de cada uma. As vezes, de tão absurdos, as gargalhadas corriam soltas. Arg!... Esses encontros são tão bons!

Aquela fase de sair pra barzinho, lugares ultra-badalados ou com música altíssima já passou há muito tempo. Hoje em dia, a saída perfeita se resume à cinemas e a jantar com as amigas.

Todas as minhas amigas da roda, pela qual somos agora As Mosqueteiras, tem algo especial e pelo qual eu tenho admiração. Torço pela felicidade, sucesso e saúde de todas elas. Adoro a troca de experiências, dos desabafos, mas ainda mais de quando reconhecemos perfeitamente as situações pela qual a outra está passando. Sabe aquela velha estória: been there, done that! ? Pois é!...

Ter amigos é ser feliz!...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Da série: desafios

Sabem o que é mais difícil do que ter 2 crianças doentes (gripe) em casa?

Eu digo: Além delas, você também ficar doente...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Da rotina

É impressionante. Antigamente, eu detestava a rotina. Seria por causa de uma inquietude minha? Um desequilibrio emocional?

Hoje em dia, com filhos, rotina é quase um sinônimo de felicidade. Hora do banho, de brincar, de rir, de ler livros, ganhar e dar abraços, beijos, colo e cafuné. Filhotes cheio de saúde e energia constantemente. Até mesmo a rotina das birras vale. É sinal que a vida continua. Que tudo vai bem!

Rotina, hoje em dia, é tudodibom!

Você acredita que o ser humano pode mudar?...

Você já teve alguém no passado com quem você teve desavenças de quem você se sentiu vítima da situação e se perguntou se, depois disso, a pessoa aprendeu algo e mudou? Para melhor?

Outro dia eu estava a ponto de dormir e como sempre, muitas reflexões passam pela mente. Algumas delas de arrependimento. Me lembrei de um caso de quando eu ainda trabalhava na empresa Americana. Era no projeto capenga e eu estava estressada, esgotada e tinha virado saco de pancada. Quem ler os meus posts antigos sobre trabalho [de agosto à dezembro de 2006 no antigo Blogger] vai sentir como estava o meu estado físico e psicológico. Na verdade, eu deveria ter feito como uma amiga minha que quando estava numa situação semelhante, ela fez terapia e aquilo a ajudou muito. Mas eu não fiz.
No entanto, não era disso que eu queria falar e sim de uma pessoa que trabalhava no lado do cliente e que voltou a minha mente. O nome dela era Claudia.
Lá pelos meados do projeto eu notei que a Claudia tinha aprendido a me detestar ou me achar uma bitch. E sinceramente, eu não tenho como discordar dela.

Hoje’, eu sei que o erro foi meu. Eu fui muito dura e exigente com ela. Não era nada pessoal. Eu a achava boa pessoa, porém eu só estava focada no resultado. E como consultora, eu falhei. Eu não quiz saber de como a situação (profissional) dela estava. Talvez, se eu a tivesse entendido melhor, eu poderia tê-la ajudado e assim, ter conseguido alcançar até o resultado que eu queria de uma maneira bem mais fácil. Ela ficou doente várias vezes durante o projeto. Acredito que ela já estava à ponto de um burn-out e eu me pergunto até hoje se eu não fui uma das causas...

Sinceramente, eu queria reencontrá-la de novo. Queria oferecer as minhas sinceras desculpas. Isso me faria bem, obviamente, mas acredito que faria ainda melhor a ela se ela soubesse que hoje em dia eu reconheço o meu erro. O problema é que eu sou ruim com nomes, principalmente, nomes holandeses e eis que eu me esqueci do sobrenome dela!... E agora, como eu faço?

****

Enquanto isso, eu quero dar o benefício da dúvida e da minha esperança na humanidade de que o Atrasildo também tenha melhorado ou aprendido algo. Alguém se lembra dele?

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Quem responde?...

Trechos de um e-mail:

...Achei seu blog na net numa pesquisa sobre o custo de vida na Holanda. Estou namorando um Holandês e estamos cogitando eu ir morar aí. Ele mora num apartamento numa cidade chamada Best. Você conhece esse lugar?...

Li a sua história e seus últimos posts. Fiquei impressionada de como a sua vida é dura! Não deve ser fácil ser pobre na Holanda e não ter condições de contratar uma faxineira, uma cozinheira ou babá. Acho admirável como você dá conta de tudo e não largou tudo para voltar para o Brasil...

... Eu mesma moro num condomínio e até jardineiro temos. Confesso que depois que li o seu blog fiquei até com medo! Não quero largar a minha vida aqui para virar dona de casa e ficar limpando sanitários ou trocando fraldas de bebê na Holanda.... Por isso eu gostaria de fazer umas perguntas se você não se importar. Quanto deveria ser o salário do meu namorado para que possamos contratar uma empregada? Eu queria muito contratar uma cozinheira e faxineira. Quanto seria o salário mínimo delas? ...
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Lindo, né?! Essa ilusão!?..

Será que ela acreditaria se eu dissesse que pobre de marré-de-sí e marajás não existem na Holanda?... Será que ela acreditaria quando eu dissesse que se o namorado dela mora num apartamento em Best que dificilmente ele será mais ‘rico’ que eu? Será que ela acharia que eu teria me sentido ofendida por ter sido chamada de 'pobre' e por isso, não acreditaria na minha resposta? Digam lá. quantas de vocês tem empregadas: faxineiras, cozinheiras, babás, etc... E se tem, quanto elas cobram?

E como responder ao comentário? “Não deve ser fácil ser pobre na Holanda”. E não, a vida realmente não é fácil, já que vivemos brincando de super-heróis, mas se a diferença entre pobre e rico é ter empregadas domésticas, então os países Europeus nunca foram 1o mundo.

Sinceramente, eu juro que tentei responder o e-mail, mas acabei desistindo. Porém, como há outras pessoas na net fazendo essas mesmas perguntas (e eu já recebi várias delas anteriormente), quem aí se habilita em responder?

Desde já, obrigada!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Tsja!...

Conversinha com colega no messenger da empresa:

Ela: E aí? Você foi mesmo fazer a prova do TOGAF hoje?
Eu: yep!...
Ela: E aí? Conta! Como foi? Você passou?
Eu: yep! Passei com 75%..
Ela: Jeetje! Como é que você faz isso?
Eu: ué, simples, eu estudei.
Ela: não é isso ao que me refiro. Você tem 2 filhos, um deles ainda bebê, marido, casa, gatos, trabalha 4 dias por semana e ainda consegues estudar e passar na prova de arquitetura de sistemas. Como é que você faz tudo isso?
Eu: eeeh... Eu não durmo?...

Dizer o quê, né?!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

What if, what then? O dilema das crises existênciais & professionais...

Todas às vezes que acontece uma reviravolta no trabalho, eu me questiono sobre o futuro da minha carreira. Tento imaginar o que eu gostaria de estar fazendo futuramente. No que me dar prazer no trabalho.
Me questiono se estou fazendo o que eu deveria estar fazendo...

Outro dia tinha um teste para descobrir o seu 'True calling: What would you love be doing right now'? uma tentativa para se descobrir qual o seu verdadeiro objetivo nessa vida. Reconhecer o que lhe traz motivação e dá felicidade. Eis que tudo na vida é muito simples, só a gente que complica. E eu, como sempre, tinha que complicar as coisas...

What if: o que te traz felicidade e motivação são coisas completamente contraditórias? Ou há várias delas?Ou, vamos supor, não gera um trabalho que pague o suficiente para pagar as contas no final do mês? [É claro, sempre algum idealista vai dizer que isso não deve ser motivação até o momento que o cinto realmente aperta e o sufoco acontece, nénão?]. Você se arriscaria?

E what if, se, no final das contas, você conclui que o seu objetivo de vida é simplesmente 'sobreviver'? Ou ser a provedora da família?

Seria isso o suficiente?...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Lições da vida...

A maior perda de tempo da minha infância e adolescência foi tentar fazer ‘parte da turma’. Medo e vergonha de ser diferente. E eu era diferente nas roupas, nos costumes, na educação...[e ainda sou].
Levei um pouco mais de 2 décadas para descobrir que são justamente as nossas diferenças que nos fazem seres únicos. Essa unicidade é que nos tornam marcantes, especiais e inesquecíveis. Até mesmo amados...

Queria tanto ensinar os meus filhos para não perderem o seu tempo com essas questões existências e soubessem a serem felizes com as suas diferenças...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Da série: Além da imaginação...

Outro dia eu entrei no quarto de filhote. Estava escuro e ele estava dormindo. Eu posso dizer com uma certeza física que tinha mais alguém naquele quarto. Só não sei quem era...

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Outro dia no telefone com a avó (85) de Amore, ela disse com a maior tranquilidade que o avô estava lá, sentado com ela. Ela sentia a presença dele. E não, ela não sofre de nenhuma doença mental...

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Outra vez, filhote estava tomando banho na banheira e eu no chuveiro. De repente ele para de brincar com um barquinho e começa a dizer para mim que o (falecido) avô não estava mais dormindo, que estava acordado e perguntou onde ele estava agora. Eu, meio que em estado de surpresa com os comentários e perguntas repentinas, fiquei calada sem saber o que falar. Em seguida ele disse que o avô estava indo embora. A única pergunta que conseguiu sair da minha boca foi: “E ele não tinha outra hora pra aparecer?...”

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Dúvida cruel?..

Ainda não sei se fico mais cansada nos dias que trabalho na empresa ou nos dias que fico em casa com as crianças...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

E o facão vem aí!...

Saiu hoje nas notícias. A empresa vai cortar 4.500 empregos. Dos quais 1.400 na Holanda. Aonde o facão vai rolar solto? Na área de TI (minha área) e de RH. Dizem também que vão cortar o excessos de gerentes. [Esse último só vendo pra crer].

Disseram também que serão ainda meses de incertezas para os empregados. Eles ainda tem que negociar com os sindicatos o pacote dos empregados a serem demitidos. Além de que terão que ter a aceitação do conselho dos empregados. Isso que dizer que vai demorar meeesmo!

Como eu já ví e passei por várias reorganizações leves e pesadas, sei que os próximos meses aqui na empresa serão um 'koe' [não me refiro a vaca Holandesa, mas a fonética da palavra]. Verdade é que, por mais pesada que seja essa fase, é melhor ficar e esperar. Se tiver que sair, melhor sair com o pacote da empresa.

Enquanto isso, as ações da empresa que estavam cada vez mais baixas aumentaram imediatamente depois da notícia do facão. Parece que os acionistas gostam mesmo de um bom filme de terror. Quanto mais corte melhor! E eles ainda pagam pra ver...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Trabalho...

Hoje de manhã eu tive uma conversa com o meu gerente. Ele é o meu 9º gerente e melhor gerente que eu tive em 5 anos de empresa. Com a nova reorganização ficou clarou de que ele deixará de uma maneira ou outra de ser o meu gerente. O que pra mim é bastante ‘jammer’ (pena).

E está certo que eu terei trabalho. Que poderei continuar com a mesma função, mas provavelmente com uma área diferente. Na verdade, parece que vai pintar uma nova oportunidade numa área na qual eu tenho vantagens acima de outras pessoas devido ao meu conhecimento em línguas. O que venhamos e convenhamos, nos meus olhos é uma oportunidade e que irá abrir novas portas e expandir ainda mais a minha experiência no meu currículo.

Meu atual gerente disse que tentará obter mais informações sobre essa posição e ver se é realmente algo que me interessa.

Enquanto isso, eu estou sem grandes projetos. Estou estudando pra tirar meu diploma de arquiteta de sistemas. Vou te dizer, arquitetura é legal na prática, mas ler livro teórico sobre o assunto é que nem ler um manual de instalação da Windows. Um porre!... Mas, enfim, é mais um diploma. Mais um ponto pro meu currículo.

E isso me leva a outro assunto. Conversando com um colega mexicano, nós estávamos falando se a esposa dele deveria ou não fazer algo aqui na Holanda. Fosse trabalho ou estudar uma língua. Algo que desse uma ‘bagagem’ pra quando eles tivessem que voltar para o país de origem de novo.

Sinceramente, eu acredito que se uma pessoa tem uma oportunidade de vir pra Europa e passar um tempo aqui. Nem que por 6 meses. Eu aconselharia fazer algo que enriqueça o currículo. Assim, se ou quando tiverem que voltar e tiver que procurar emprego por que motivo seja (doença, dificuldade financeira, separação, etc...) a pessoa tenha uma vantagem e uma experiência (internacional) na briga por uma vaga de emprego. Não sei se eu penso assim por que fui criada assim (a não ser dependente de ninguém e a evoluir) ou se é porquê já ví muitos casos darem errado e na maioria das vezes, a mulher se dar mal.

Vejam bem, eu e outras leitoras conhecem casos como o da Jô (Blog Miss Pittig) onde ela trabalhava/ajudava na empresa do marido e também deu errado. Infelizmente, o caso dela não é único. Mas, ela ainda trabalhava. Ainda chegou aprender (um pouco) de Holandês. Pior deve ser aquela que não fez nada. Teve uma oportunidade e que muitos só conseguem sonhar. A de vir passar uma temporada na Europa. E não aproveitaram nada. Depois, quando voltam e as coisas apertam, ficam em situações desesperadoras... É barra!

E se não desse pra enriquecer o currículo ou fazer 40 horas de trabalho semanais, que pensasse em juntar um pé-de-meia  fosse como caixa de supermercado. Acho incrível como há pessoas que acha que isso seria humilhante, sendo um trabalho honesto. Sinceramente, não há nada de errado ou humilhante nisso.

Dizem que o Brasil já melhorou em termos de machismo, mas que ainda existe bastante. Mas o que eu me pergunto é: Será que as mulheres também já mudaram de mentalidade? Será que já deixaram de ver o homem como (único) provedor da família?

Como diria a minha mãe: Pedir dinheiro pro homem pra comprar absorvente é tão 1950!
Isso sim é que é humilhação...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

R.I.P Steve Jobs

Eu tenho que falar... Não sei se é por que é da minha área de trabalho (tecnologia) ou por que eu admirava sua capacidade. Mas, parece que ele cumpriu o que era pra ser a missão dele nessa vida. Diga-se de passagem: ele fez um bom trabalho. Foi inovativo ao último!
Eu mesma tenho 3 de seus grandes produtos: IPad, IPhone e um IMac. Gosto muito de todos eles. Mas, o que me fez admirá-lo mesmo era a sua visão e simplesmente realizá-la.

Não vou idolatrá-lo ou santificá-lo como o mundo faz quando alguém morre. Dizem até que ele era uma pessoa muito difícil para se trabalhar junto. Mas, que ele era um gênio, disso não se há dúvidas!...

Obrigada, Steve!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Báh!

Hoje a Isis foi pela primeira vez pra creche. O tal do 'proefdag'.
Segunda eu volto a trabalhar e ela irá para a creche 3 x por semana.
Não dá nem pra acreditar que já passou 5 meses de licensa e férias.
A casa agora está vazia. Que sensação báh, viu!....

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

É sempre assim...

Por que que véspera de férias sempre é tão caótico e sempre acontece algum imprevisto por mais que você tenha preparado ao máximo possível para evitar essas situações?